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POLÍTICA NACIONAL

Distrito Federal elege Michelle Bolsonaro e Bia Kicis ao Senado

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O Distrito Federal elegeu neste domingo (4) duas mulheres para o Senado Federal: Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL. É a primeira vez que duas candidatas ao Senado são eleitas na mesma eleição. Também é a primeira vez que um ente federado terá uma bancada totalmente feminina, já que a senadora Damares Alves (Republicanos) tem mandato até fevereiro de 2031. 

A senadora eleita Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro é ex-primeira-dama do Brasil (de 2019 a 2022) e ocupa pela primeira vez um mandato eletivo. Natural de Brasília, ela tem 44 anos, é empresária e já trabalhou como secretária parlamentar na Câmara dos Deputados e produtora de eventos. 

Como primeira-dama, Michelle foi presidente do conselho do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado (Pátria Voluntária) no governo de Jair Bolsonaro. Também trabalhou pela inclusão da comunidade surda, valorização da linguagem brasileira de sinais (Libras) e melhoria do paradesporto para surdos, além de ter apoiado outras políticas de inclusão. Na campanha eleitoral, ela prometeu continuar na mesma linha como senadora, defendendo pautas de inclusão das pessoas com deficiência, difusão da Libras, apoio a pessoas com doenças raras, voluntariado e assistência a pessoas vulneráveis.

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Seus suplentes são Diego Torres (PL) e Cristian Viana (Podemos).

Bia Kicis

A senadora eleita Beatriz Kicis Torrents de Sordi é natural de Resende (RJ), tem 65 anos e é formada em direito. Deputada federal pelo DF desde 2019, presidiu a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara em 2020 e 2021.

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Bia Kicis foi advogada e procuradora do Distrito Federal. Ingressou no serviço público em 1992 e aposentou-se como subprocuradora-geral do DF em 2016. Foi também procuradora-geral-adjunta do DF e corregedora-geral da Procuradoria-Geral do DF.

Em seus projetos apresentados na Câmara, trata de temas como segurança pública, combate ao crime e obrigatoriedade de verificação de idade para acesso a conteúdo de natureza sexual.

Os suplentes eleitos são Samuel Kicis (PL) e Renato Figueiredo (PL).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Bahia escolhe Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado

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A Bahia elegeu Rui Costa (PT) para seu primeiro mandato no Senado e reelegeu Jaques Wagner (PT). Os dois ocuparão as vagas do estado em disputa nas eleições de 2026. Com 98,4% das urnas apuradas, Rui Costa chegou a 4.252.226  milhões de votos, equivalentes a 30% dos votos válidos. Jaques Wagner alcançou 3.907.885 milhões de votos, ou 27,6% dos votos válidos.

Rui Costa dos Santos nasceu em Salvador, em 1963. Economista formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), também fez curso técnico em Instrumentação Industrial pela Escola Técnica Federal da Bahia. Trabalhou como economista e técnico do Polo Petroquímico de Camaçari e foi dirigente sindical antes de ocupar cargos públicos.

Foi vereador de Salvador, secretário de Relações Institucionais e secretário da Casa Civil da Bahia. Eleito deputado federal em 2010, deixou o mandato durante parte do período para integrar o governo estadual. Em 2014, foi eleito governador da Bahia e, em 2018, reeleito no primeiro turno. Em 2023, assumiu como ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, cargo que ocupou até abril de 2026. Seus suplentes são Ronaldo Carletto (Avante) e Jailma Dantas Gama Alves (PT).

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Reeleito para o Senado, Jaques Wagner nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 1951. Foi técnico de manutenção na indústria petroquímica e dirigente sindical. Na política, exerceu três mandatos de deputado federal pela Bahia, entre 1991 e 2003, e comandou os ministérios do Trabalho e Emprego e das Relações Institucionais.

Wagner foi governador da Bahia entre 2007 e 2014. Em 2015, foi ministro da Defesa e, depois, ministro-chefe da Casa Civil. Eleito senador pela Bahia em 2018, foi líder do governo no Senado entre 2023 e junho de 2026. Seus suplentes são Marcelo Guimarães Filho (Podemos) e Edylene Ferreira (Republicanos).

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Entre os projetos apresentados por Wagner no Senado estão o que aprimorou a destinação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), convertido em lei em 2025, e o que autorizou o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações em operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), transformado em lei em 2026. Wagner também apresentou projeto que institui o Plano Nacional de Bioeconomia e Restauração do Bioma Caatinga.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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