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POLÍTICA NACIONAL

Inclusão de educação política e cidadania no currículo escolar vai à sanção

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Conteúdos sobre educação política e direitos da cidadania podem passar a fazer parte da grade curricular obrigatória da educação básica. A inclusão dos temas é determinada em projeto de lei aprovado nesta terça-feira (17) em Plenário. O texto vai à sanção.

PL 4.088/2023, da deputada licenciada Renata Abreu (Podemos-SP), foi aprovado sem mudanças, conforme recomendou o relator, senador Styvenson Valentim (Podemos-RN). 

Atualmente a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) já determina que os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da realidade social e política, especialmente do Brasil.

O que o projeto faz é incluir nessa área de estudo a educação política e direitos da cidadania como componente curricular obrigatório. Na visão do relator, a mudança contribui para que o tema seja abordado em todas as escolas, fortalecendo o que já é previsto nos dispositivos mais gerais da LDB.

Discussão

Durante a discussão em Plenário, o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) declarou voto contrário ao projeto. Para ele, há muita subjetividade na disciplina, o que gera preocupação, especialmente em tempos de polarização na política.

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— Quem é que vai ministrar essa aula? São aqueles docentes formados em escolas de nível superior, onde nós sabemos qual é a corrente ideológica que predomina. Nós estaremos abrindo um flanco para uma ideologização desde a tenra idade nas nossas crianças e adolescentes; por isso esse projeto não conta com meu voto — alertou.

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Para o senador Giordano (Podemos-SP), o ensino de  educação política e direitos da cidadania é fundamental para que os cidadãos entendam o papel das instituições.

 — Eu acho que com essa nova lei ficar mais amplo o aprendizado ao nosso jovem, desde pequeno,  para que quando ficar mais velho possa usar esse aprendizado na sua vida cotidiana e votar com mais consciência — disse.

O senador Izalci Lucas (PL-DF) também se manifestou a favor da proposta e informou ter apresentado outro projeto de lei para que a educação financeira seja disciplina obrigatória nas escolas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

POLÍTICA NACIONAL

Nova lei reconhece cooperativismo como manifestação da cultura nacional

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Sancionada sem vetos pelo presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, entrou em vigor a lei que reconhece o cooperativismo como manifestação da cultura nacional. O texto da Lei 15.433/26 também determina que o Estado deve garantir a livre atividade, apoiar e estimular o cooperativismo.

A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (17) e tem origem no PL 357/25, de autoria do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP).

O cooperativismo é uma forma de empreender coletivamente e está presente em todos os setores da economia. Segundo Jardim, esse modelo de negócio foi responsável por gerar mais de 550 mil empregos só em 2024, “reforçando sua capacidade de criar trabalho e renda em todo o país, além de servir como resposta a crises econômicas e sociais”.

Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

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Fonte: Câmara dos Deputados

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