Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Dez celulares icônicos que deixaram saudade

Publicado em

Razr V3, lançamento de 2004

Razr V3, lançamento de 2004 Divulgação/Motorola

O mercado de celulares evoluiu muito nos últimos anos. Já temos aparelhos com tela dobrável e até reconhecimento facial. Ainda assim, diversos modelos mais antigos têm espaço reservado na memória de muitos consumidores, sendo responsáveis por ditar tendências que são continuadas até hoje. Um exemplo disso é o clássico Motorola V3, símbolo de status no passado e que agora inspira o visual do moderno Razr — premiado pelo design.

Para relembrar alguns dos principais lançamentos da indústria, o TechTudo preparou uma seleção com dez celulares marcantes que deixaram saudade. Os critérios de escolha levaram em consideração pontos como a relevância do aparelho no mercado e o grau de inovação representado na época do lançamento. Confira em detalhes todos os modelos nas linhas a seguir.

Celulares icônicos Motorola V3, iPhone 4 e galaxy pocket — Foto: Danilo Paulo/TechTudo

Celulares icônicos Motorola V3, iPhone 4 e galaxy pocket — Foto: Danilo Paulo/TechTudo

1. Moto G 1 (Motorola)

 

Advertisement

Um dos celulares mais marcantes da Motorola é o Moto G 1. E não é para pouco. Lançado em 2013, o produto se tornou sucesso com uma receita aparentemente simples, juntando dois ingredientes pouco vistos juntos na indústria móvel: hardware um pouco mais avançado e preço extremamente competitivo. O processador Qualcomm Snapdragon 400 e 1 GB de memória RAM do modelo não impressionam hoje, mas na época isto era suficiente para rodar com tranquilidade o sistema Android (Google) e até alguns jogos mais avançados, como GTA: Vice City.

Moto G1 é um dos celulares marcantes da Motorola — Foto: Divulgação/Motorola

Moto G1 é um dos celulares marcantes da Motorola — Foto: Divulgação/Motorola

Por R$ 649, o consumidor levava para casa um smartphone com tela de 4,5 polegadas que a própria Motorola dizia ser melhor que a do iPhone 5S (até então topo de linha da Apple). O foco no custo-benefício e a proposta de experiência com o Android “puro” deram tão certo que a linha segue firme e forte até hoje, com uma série de evoluções. O sucesso é tamanho que, em 2020, a Motorola bateu a marca de 100 milhões de smartphones da linha Moto G vendidos.

Um pouco mais de um ano antes do lançamento do Moto G 1, outro icônico celular dominava o público brasileiro: o Galaxy Pocket da Samsung. Amado por uns e odiado por outros, ele foi o primeiro smartphone Android de muita gente. Como sugere o próprio nome “Pocket” (bolso), a ideia era que ele fosse extremamente compacto com sua tela diminuta de 2,8 polegadas.

Galaxy Pocket representou, para muitos, a porta de entrada ao mundo Android — Foto: Isadora Díaz/TechTudo

Galaxy Pocket representou, para muitos, a porta de entrada ao mundo Android — Foto: Isadora Díaz/TechTudo

Até hoje o nome dele é associado a algumas piadas pela baixa potência do pequeno e os famosos travamentos. Isso porque o chip do Galaxy Pocket tinha apenas um núcleo de processamento que trabalhava a 832 MHz de frequência. Junto a isso, tinha-se a memória interna de 3 GB. Era o suficiente para executar o WhatsApp e navegadores, mas nada muito além disso.

Advertisement

3. iPhone 4 (Apple)

 

Lançado em 2010, o iPhone 4 foi um passo importante para a Apple. O dispositivo foi sucesso absoluto e colecionou elogios na imprensa internacional. Nenhum aparelho de telefonia celular foi mais vendido do que o iPhone 4 no ano de 2011. O dispositivo tinha uma tela de 3,5 polegadas e por dentro rodava o falecido processador ARM Apple A4. A memória RAM de 512 MB e o armazenamento máximo de 32 GB colocavam o lançamento como sendo duas vezes mais rápido que a geração anterior — o iPhone 3GS.

iPhone 4 teve ótimo desempenho nas vendas — Foto: Isadora Díaz/TechTudo

iPhone 4 teve ótimo desempenho nas vendas — Foto: Isadora Díaz/TechTudo

Leia Também:  Mato Grosso pode registrar 42°C; umidade pode cair a 11%

As novidades oferecidas pelo modelo tinham custo alto. Mesmo com o preço inicial de R$ 1.799 (ou R$ 3.730, corrigidos pela inflação), o lançamento do iPhone 4 no Brasil formou longas filas em diversas lojas. Os consumidores levaram para casa um celular com câmera traseira de 5 MP e frontal de 0,3 MP. O conjunto modesto foi responsável por alimentar o aplicativo do Instagram, que na época só operava em dispositivos iOS.

4. Nexus 4 (Google)

 

O Google Nexus 4 foi um divisor de águas para a linha de smartphones da companhia. Lançado em 2012 em parceria com a marca LG, o dispositivo tinha hardware equilibrado. A linha Nexus nasceu com uma proposta muito clara: oferecer aos usuários uma experiência pura do ecossistema Android. Com isto, atualizações de segurança e de sistema desembarcam mais rápido por aqui.

Advertisement
Nexus 4 do Google foi lançado em parceria com a LG — Foto: Luciana Maline/TechTudo

Nexus 4 do Google foi lançado em parceria com a LG — Foto: Luciana Maline/TechTudo

O design do Nexus 4 ficou marcado na memória de muitas pessoas, principalmente por conta do efeito da traseira. Os “quadradinhos brilhantes” apareciam a depender do ângulo de incidência de luz. O celular angariou elogios pela boa construção, já que era revestido em vidro na traseira e na parte frontal — característica pouco vista na época.

5. Lumia 1020 (Nokia)

 

O Lumia 1020 foi o lançamento da antiga Nokia ainda em 2013. O smartphone fazia parte do portfólio de produtos equipados com Windows Phone, o sistema operacional móvel da Microsoft que foi descontinuado. O que chamava a atenção no Lumia 1020 era a poderosa câmera traseira de 41 MP que embarcava a tecnologia de lentes Carl Zeiss com sistema óptico de seis lentes.

Design do Lumia 1020 foge um pouco do padrão atual, já que tinha um "calombo" nas costas para abrigar a câmera — Foto: Luciana Maline/TechTudo

Design do Lumia 1020 foge um pouco do padrão atual, já que tinha um “calombo” nas costas para abrigar a câmera — Foto: Luciana Maline/TechTudo

A Nokia aumentou o tamanho físico do sensor. No design, isto gerou uma saliência na traseira do produto. Em compensação, o resultado das fotos era exemplar mesmo em situações noturnas com baixa luz. Além disso, o smartphone contava com o Nokia Pro Camera, que possibilitava que o usuário realizasse ajustes finos e mais profissionais (como alteração no ISO, balanço de branco e exposição).

6. Motorola V3

 

Advertisement

O Motorola V3 é um dos celulares mais populares da era “pré-smartphone” e foi sonho de consumo de muitos no Brasil e no mundo. O aparelho em formato Flip Phone foi lançado em 2004 e, ao longo dos anos, acumulou a marca de 130 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. O sucesso foi tamanho que, até o ano de 2008, o V3 foi o modelo mais vendido nos Estados Unidos.

Motorola V3 era disponibilizado em várias cores — Foto: Divulgação/Motorola

Motorola V3 era disponibilizado em várias cores — Foto: Divulgação/Motorola

O detalhe mais marcante do V3 era o design sofisticado que se destacava diante dos tradicionais tijolões que marcaram os anos 2000. Com isto, o dispositivo também virou uma espécie de artigo de luxo, além de símbolo de moda e status em vários grupos sociais. Para reviver a nostalgia gerada pelo icônico celular, a Motorola lançou, em 2019, o Razr — com design premiado inspirado no V3. O smartphone foi o primeiro aparelho da marca com tela dobrável.

Leia Também:  Candidatos em Mato Grosso nas Eleições 2026: veja os 439 nomes, partidos e números

7. LG Chocolate

 

O LG Chocolate é mais um importante celular da era “pré-smartphone”. Lançado em 2006, o produto tinha como foco oferecer um visual diferente, com botões multimídia e teclado numérico deslizante. A tela não era touchscreen, mas o painel com os principais botões era sensível ao toque — algo muito moderno para a época. O modelo ainda contou com uma câmera de 1,3 MP com flash de LED.

LG Chocolate, de 2006, tinha câmera com gravação de vídeo — Foto: Divulgação/LG

LG Chocolate, de 2006, tinha câmera com gravação de vídeo — Foto: Divulgação/LG

O conjunto era completado por uma memória interna de 150 MB, para salvar músicas e fotos. A ideia também era de que os usuários usassem o aparelho como um reprodutor MP3. O LG Chocolate ficou bastante popular e a marca teve de lançar outras versões mais modernas nos anos seguintes — foi o caso do LG BL40 New Chocolate.

Advertisement

8. Galaxy S6 (Samsung)

 

O Galaxy S6 representou um passo importante para a história dos modelos topo de linha da Samsung. Até então, a marca sul-coreana era criticada por lançar produtos high-end construídos em plástico. Em resposta, o S6 veio ao mundo em 2015 com corpo todo em metal e vidro. Ao lado dele, a Samsung também apresentou o Galaxy S6 Edge, com uma tela curvada nas laterais que chamava muita atenção.

Galaxy S6 veio ao mundo com design robusto e desempenho invejável — Foto: Lucas Mendes/TechTudo

Galaxy S6 veio ao mundo com design robusto e desempenho invejável — Foto: Lucas Mendes/TechTudo

O visual não foi o único responsável pelo sucesso do aparelho. O hardware poderoso do smartphone era outro chamariz importante. Na época, o Galaxy S6 foi considerado o melhor smartphone do mercado, de acordo como famoso site de benchmarking AnTuTu.

9. Galaxy S10 (Samsung)

 

Lançado em 2019, o Galaxy S10 é sucessor do Galaxy S8. O modelo teve estreia marcante graças à robustez oferecida. A construção refinada tinha vários detalhes importantes. O primeiro deles era o pequeno furo dentro da tela para abrigar a câmera frontal. Em seguida, tinha-se ainda o sensor biométrico ultrassônico que ficava escondido sob a tela.

Advertisement
Galaxy S10 Plus tem versão com até 1 TB de armazenamento — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

Galaxy S10 Plus tem versão com até 1 TB de armazenamento — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

Seguindo a tendência da linha, o Galaxy S10 também contava com câmeras avançadas que até hoje fazem inveja a muitos aparelhos do mercado. Outro ponto relevante do smartphone e muito elogiado entre os usuários da marca foi o hardware avançado, com um processador extremamente rápido para jogos mais pesados.

10. iPhone X (Apple)

 

Lançado em 2017, o iPhone X é o modelo comemorativo dos dez anos de lançamento do primeiro iPhone. O modelo foi considerado o mais disruptivo da linha da empresa. Isso se deve às grandes mudanças implementadas pela companhia tanto em hardware quanto no software. A primeira diferença do smartphone foi o design sem o clássico botão home. Com isso, a Apple inaugurou o polêmico recorte na tela (notch) e, junto a ele, o sensor de reconhecimento facial apelidado de Face ID – que vive até hoje.

Mesmo polêmico, notch do iPhone X ditou tendência no mercado — Foto: Luciana Maline/TechTudo

Mesmo polêmico, notch do iPhone X ditou tendência no mercado — Foto: Luciana Maline/TechTudo

O notch foi alvo de muitas críticas. Ainda assim, foi graças ao iPhone X que muitos outros smartphones do mercado adotaram o entalhe na tela. Ele se mantém firme e forte até hoje. Em 2021, a Apple reduziu em 33% o tamanho dele no iPhone 13. Hoje, o atual topo de linha da marca, iPhone 14 Pro, conta com um recorte diferenciado em formato de pílula — chamado de Dynamic Island.

Por Danilo Paulo de Oliveira, para o TechTudo Com informações de 9to5MacAndroid AuthorityCNETG1GSMArena e O Globo

Advertisement

BRASIL

Mercado Livre de Energia: entenda como funciona a migração e as regras para contratação de energia

Published

on

O Mercado Livre de Energia é a modalidade em que os consumidores habilitados podem escolher de quem comprar energia elétrica e negociar condições contratuais diretamente com fornecedores, geradores ou comercializadores, ampliando a competitividade. Nesse ambiente, é possível definir aspectos como preço, quantidade de energia contratada, prazo de fornecimento, forma de pagamento e, em alguns casos, a origem da energia adquirida.

Todos os consumidores conectados em média e alta tensão, classificados no Grupo A (tensão igual ou superior a 2,3 kV), já estão aptos a migrar. Se a carga individual do consumidor for menor que 500 kW, a participação exige a intermediação de um agente varejista, que gerencia a compra e assume a representação do consumidor junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Esse formato simplifica toda a gestão da comercialização no mercado livre para consumidores com pequenas cargas.

No Brasil, a comercialização ocorre em dois ambientes:

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR) – A energia é fornecida pelas distribuidoras com condições definidas pela regulação setorial.
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL) – As condições comerciais são negociadas entre compradores e vendedores.

Como funciona a contratação?

Leia Também:  Polícia Civil apreende 148 tabletes de droga em carro na MT-343, em Nova Olímpia

No Mercado Livre de Energia, o fornecimento do serviço da entrega da energia para o consumidor continua utilizando a rede da distribuidora local, que permanece responsável pela entrega e manutenção do serviço de energia elétrica. A diferença está no modelo comercial, o consumidor segue pagando pelo uso da rede de distribuição (fio), mas ganha a liberdade de negociar o preço e as condições da energia diretamente com geradores, comercializadores ou produtores independentes.

Essa modalidade envolve diferentes agentes do setor elétrico:

Advertisement
  • Geradores – Responsáveis pela produção da energia elétrica;
  • Comercializadores – Realizam a compra e venda da energia;
  • Consumidores livres e especiais – Empresas e unidades consumidoras habilitadas a contratar energia no ACL;
  • Distribuidoras – Responsáveis pela operação e manutenção das redes de distribuição; e
  • Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – Entidade responsável pelo registro dos contratos e pela contabilização e liquidação das operações de mercado.

Quando os consumidores de baixa tensão poderão migrar?

A partir do final de 2027 os consumidores atendidos em baixa tensão (inferior a 2,3 kV), como pequenos estabelecimentos comerciais, propriedades rurais e indústrias de menor porte, hospitais e escolas, poderão exercer o direito de escolha do seu fornecedor de energia, de acordo com o Decreto nº 13.097/2026. Segundo o texto do regulamento, a abertura de mercado ocorrerá nas seguintes datas para esses consumidores: 

  • Em novembro de 2027 – Todos os consumidores industriais e comerciais com qualquer carga e tensão poderão começar a migrar para o mercado livre;
  • Em novembro de 2028 – Para todos os demais consumidores.
Leia Também:  Mercado Livre de Energia: entenda como funciona a migração e as regras para contratação de energia

O texto estabelece o prazo mínimo para que esses consumidores comuniquem à distribuidora a escolha de um novo fornecedor de energia elétrica, de acordo com as próprias necessidades, e determina as regras que precisarão ser obedecidas para fazer a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL). Isso inclui requisitos para formalizar a opção, representação por agentes varejistas e prestação de informações aos consumidores. O texto também disciplina o chamado Supridor de Última Instância (SUI), que é quem vai garantir a energia elétrica ao consumidor, caso o novo fornecedor dele tenha algum problema.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Advertisement
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA