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Primeira edição do Prêmio Navegue + Brasil reconhece empresas destaque no setor

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), por meio da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação (SNHN), realizou, nesta quarta-feira (29), a 1ª edição do Prêmio Navegue + Brasil, iniciativa que reconhece o trabalho das Empresas Brasileiras de Navegação (EBN) que mais se destacaram nos diferentes segmentos do transporte aquaviário nacional. O evento reuniu autoridades, lideranças empresariais e representantes das principais entidades do setor.

Costa Filho ressaltou que a navegação é um dos pilares da logística nacional e que o Prêmio Navegue + Brasil chega para valorizar quem está modernizando o setor com responsabilidade socioambiental. Ele destacou que reconhecer as boas práticas é também uma forma de incentivar todo o segmento a investir em inovação, eficiência e inclusão, contribuindo para um transporte aquaviário mais competitivo e sustentável.

“O Prêmio Navegue + Brasil celebra as empresas que estão transformando a navegação brasileira, unindo eficiência, sustentabilidade e inclusão. Esse é o caminho para um transporte aquaviário mais moderno, integrado e competitivo, capaz de fortalecer a economia e gerar oportunidades em todo o país”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

Ele também reconheceu que o Prêmio Navegue + Brasil tem contribuído para modernizar e tornar mais sustentável o transporte aquaviário no país. “O prêmio valoriza quem une eficiência, inovação e sustentabilidade para fortalecer a navegação brasileira”, disse. 

Tomé Franca, secretário-executivo do MPor, ressaltou que a premiação tem por objetivo impulsionar as hidrovias brasileiras. “O nosso país tem potencial para triplicar o volume de rios navegáveis, vias importantes para reduzir custos dentro de uma agenda global de sustentabilidade. É um momento de coroação do setor, premiando as empresas brasileiras de navegação (EBN) que contribuem para o desenvolvimento do setor”

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Já o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes, enfatizou que a premiação representa um reconhecimento ao esforço e à resiliência das empresas que mantêm a navegação brasileira em constante desenvolvimento. “Esse evento é uma forma de reconhecer quem, mesmo enfrentando os desafios do cenário econômico e da burocracia, mantém viva a força da navegação nacional. As empresas premiadas e também aquelas que todos os dias constroem esse setor são fundamentais para o desenvolvimento econômico e logístico do nosso país.”

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Destaques do setor

Ao todo, foram premiadas 11 categorias, com base em critérios técnicos e dados oficiais da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e de entidades representativas do setor.

A premiação contemplou os segmentos de apoio portuário, apoio marítimo, cabotagem e navegação interior, reconhecendo empresas que apresentaram os melhores desempenhos em transporte de cargas, capacidade operacional e eficiência.

Confira as empresas vencedoras

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1. Maiores quantidades de cargas transportadas na navegação interior

* Granel sólido – Cargill Agrícola
* Granel líquido e gasoso – CT Log Transportes
* Carga geral – Navegação Aliança
* Carga conteinerizada – Navegação Guarita

2. Maior incremento da capacidade de transporte de carga (em TPB) na navegação interior

* CNN CIA. Norte de Navegação

3. Menor idade média de frota na navegação interior

* CIAGRAM Portos e Navegação da Amazônia

4. Maiores quantidades de cargas transportadas na navegação de cabotagem

* Granel sólido – Companhia de Navegação Norsul
* Granel líquido e gasoso – Petrobras
* Carga geral – NorsulCargo Navegação
* Carga conteinerizada – Aliança Navegação e Logística

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5. Maior incremento da capacidade de transporte de carga (em TPB), na cabotagem

* Flumar Transporte de Químicos e Gases

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6. Menor idade média da frota brasileira na navegação de cabotagem

* Granel sólido – Empresa de Navegação Elcano
* Granel líquido e gasoso – Transpetro
* Carga geral – Tranship Transportes Marítimos LTDA
* Carga conteinerizada – Aliança Navegação e Logística

7. Maior incremento da frota brasileira na navegação de apoio marítimo em termos de TPB

* Bram Offshore Navegação

8. Menor idade média da frota brasileira na navegação de apoio marítimo

* Baru Offshore Navegação

9. Maior incremento de frota brasileira na navegação de apoio portuário em termos de TTE

* Camorim Serviços Marítimos

10. Menor idade média da frota brasileira na navegação de apoio portuário

* Chibatão Navegação e Comércio

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11. Igualdade de Gênero (CPIG)

* Navegação Interior – Rebelo Ind. e Com. e Navegação
* Navegação de Cabotagem – Norcoast Logística
* Apoio Marítimo – Hornbeck Offshore Navegação
* Apoio Portuário – Ocidental Transportes e Navegação

Criado em 2025, o Prêmio Navegue + Brasil se afirma como uma política pública de reconhecimento e valorização do setor, destacando iniciativas que contribuem para a eficiência, a integração logística e o desenvolvimento sustentável da navegação brasileira.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Governo apresenta estratégia para bloquear recursos das Bets ilegais e destiná-los ao combate ao crime organizado

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Brasília, 19/6/2026 – O Governo Federal apresentou, nesta sexta-feira (19), uma nova estratégia de enfrentamento ao mercado ilegal de apostas de quota fixa, baseada na asfixia financeira de operadores que atuam sem autorização. O Decreto nº 13.033, assinado hoje pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, amplia os mecanismos de identificação, bloqueio e perdimento de valores vinculados às chamadas “Bets ilegais” e estabelece uma atuação integrada entre órgãos públicos, instituições financeiras e entidades reguladoras. O evento foi realizado no Ministério da Fazenda.

A medida reforça a política de tolerância zero contra operadores clandestinos, impedindo que recursos obtidos de forma irregular continuem circulando no sistema financeiro. Após a conclusão dos processos administrativos e judiciais previstos, os valores declarados perdidos serão destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), fortalecendo ações de prevenção e combate à criminalidade.

O novo mecanismo adota a estratégia de asfixia financeira já empregada no combate às organizações criminosas e foi viabilizado pelos instrumentos criados a partir da Lei Antifacção, aprovada pelo Congresso Nacional após proposta apresentada pelo Governo do Brasil. A legislação ampliou a capacidade do Estado de atingir estruturas econômicas que sustentam atividades ilegais.

Durante coletiva de imprensa sobre a iniciativa, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima, destacou que o decreto amplia a capacidade de resposta do Estado contra atividades ilícitas que utilizam o sistema financeiro.

“A tolerância do Governo com atividades ilegais que movimentam recursos de origem irregular é zero. A asfixia financeira é uma ferramenta fundamental para retirar poder econômico de quem atua fora da lei. Com esse decreto, fortalecemos a capacidade do Estado de interromper esses fluxos e transformar recursos ilícitos em investimentos para a segurança pública”, destacou.

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Segundo o ministro, a medida integra a estratégia do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, que tem entre seus pilares o enfrentamento às estruturas financeiras utilizadas por grupos criminosos.

“A asfixia financeira é uma das principais ferramentas para enfraquecer organizações que dependem de recursos para manter suas atividades. Agora, valores relacionados às Bets ilegais poderão ser direcionados para ações de segurança pública, fortalecendo uma política permanente de combate ao crime organizado”, acrescentou.

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a regulamentação impede que operadores irregulares utilizem o sistema financeiro para manter negócios clandestinos.

“Quem atua à margem da lei não pode continuar usando o sistema financeiro para sustentar negócios clandestinos. Ao bloquear a circulação de recursos em operações de Bets não autorizadas, a norma atinge o centro econômico dessas atividades, reduz incentivos à ilegalidade e reforça o compromisso do Governo com uma regulação séria, efetiva e orientada pelo interesse público”, pontuou.

Como funcionará o bloqueio de valores

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A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, será responsável por identificar operadores que exploram apostas de quota fixa sem autorização. A irregularidade será formalizada por meio de auto de constatação, documento que registra e fundamenta a exploração ilegal.

Após a emissão do auto, as instituições financeiras e de pagamento serão comunicadas para bloquear, em até 24 horas, os valores existentes e interromper novas movimentações relacionadas à operação irregular. As instituições deverão informar o cumprimento da medida em até 48 horas, enquanto o Banco Central (BC) acompanhará a execução dos procedimentos.

A condução dos processos administrativos ficará sob responsabilidade da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Durante a tramitação, serão assegurados o contraditório e a ampla defesa, com possibilidade de apresentação de documentos, realização de diligências e produção de provas.

Integração institucional contra o mercado ilegal

O secretário-executivo do MJSP, Ademar Borges, afirmou que o decreto fortalece a atuação coordenada entre diferentes instituições públicas. “A complexidade das atividades ilegais exige uma resposta integrada do Estado. A união entre órgãos reguladores, instituições financeiras e estruturas de segurança permite identificar com maior precisão os responsáveis, interromper fluxos ilícitos e garantir que esses recursos sejam revertidos em benefício da sociedade.”

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A iniciativa reúne diferentes áreas do Governo Federal para ampliar a capacidade de fiscalização e responsabilização de agentes que utilizam o ambiente digital e financeiro para operar fora da regulamentação.

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Ambiente digital mais seguro

O combate às Bets ilegais também envolve ações voltadas ao ambiente digital, com monitoramento de plataformas, publicidade irregular e aplicativos não autorizados.

O secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes, afirmou que o enfrentamento às atividades ilegais na internet exige mecanismos capazes de acompanhar a velocidade das transformações digitais.

“A proteção dos usuários depende de uma atuação coordenada, com capacidade de identificar práticas irregulares, responsabilizar agentes que descumprem as regras e fortalecer um ambiente digital mais seguro. A regulação precisa acompanhar a dinâmica das novas formas de exploração ilegal”, afirmou.

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Recursos destinados à segurança pública

O decreto estabelece que os valores declarados perdidos ao final do processo administrativo sejam destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública. Os recursos poderão financiar ações de prevenção e enfrentamento à criminalidade em todo o País.

A medida reforça a estratégia do Governo Federal de retirar recursos de atividades ilegais e direcioná-los para políticas públicas de segurança.

Fiscalização permanente

Desde outubro de 2024, a Secretaria de Prêmios e Apostas mantém acordo de cooperação técnica com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para o bloqueio de sites ilegais. A parceria já resultou no bloqueio de mais de 50 mil domínios irregulares.

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A SPA também atua no combate à publicidade ilícita de apostas. As ações já resultaram na remoção de 780 perfis e 306 publicações que promoviam apostas irregulares, além de 190 aplicativos não autorizados retirados do ar.

No âmbito do jogo responsável, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão permite que usuários solicitem, em uma única operação, o bloqueio do acesso a todas as plataformas autorizadas pelo Governo Federal. Desde o lançamento, foram registrados mais de 650 mil pedidos de autobloqueio.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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