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Educação sobre proteção animal pode virar disciplina obrigatória nas escolas

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Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados propõe incluir uma disciplina obrigatória sobre proteção animal no currículo escolar. Apresentado pelo deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), o PL 2746/24 busca educar os estudantes sobre a importância do cuidado e respeito com os animais. A proposta prevê a inclusão de temas como direitos dos animais, ética e práticas de conservação, abordando também o bem-estar animal e a relação entre a saúde humana e o ambiente.

O objetivo é conscientizar desde cedo crianças e adolescentes, incentivando o desenvolvimento de valores que combatam o abandono e os maus-tratos aos animais. Segundo Tavares, a inclusão desses conteúdos é uma forma de preparar as futuras gerações para agir com empatia e responsabilidade em relação aos seres vivos e ao meio ambiente.

A proposta, que segue para análise nas comissões de Educação, Finanças e Tributação e Constituição e Justiça, visa criar diretrizes claras para a aplicação da nova disciplina em escolas públicas e privadas, abrangendo todos os níveis de ensino básico. A inclusão do tema nas diretrizes educacionais é um passo importante para tornar a sociedade mais consciente e engajada na proteção dos animais.

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A proteção animal é um tema de crescente importância no Brasil. Diversas outras propostas relacionadas tramitam no Congresso Nacional, como o PL 4593/20, que inclui conteúdos sobre direitos dos animais no ensino fundamental, e o PL 46/21, que prevê a divulgação das penalidades para maus-tratos, demonstrando um esforço legislativo para promover o bem-estar animal em âmbito nacional.

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Abilinho rebate Galli: “não cumpri rodízio porque Oséas Machado era ligado ao atual prefeito de Cuiabá”, Emanuel Pinheiro

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Victório Galli (DC) fez duras críticas ao deputado federal Abilio Brunini (PL) os dois são pré-candidato à Prefeitura de Cuiabá. Os políticos eram aliados, mas hoje não conseguem se entender, rachando a ala evangélica.

Segundo Gali, Abilinho não cumpre suas promessas já que não cumpriu os acordos feitos com o partido quando foi eleito vereador por Cuiabá.

‘Ele não cumpriu o acordo que fizemos com os suplentes. O combinado era fazer rodízio, mas ele se negou a fazer, mesmo com os colegas de partido lembrando-o do combinado. Abilio esqueceu que está na política por minha causa. Por isso, digo que ele não cumpre o que fala. Na política, estamos de lados opostos’, afirmou.

Abílio justifica que não fez o rodízio porque seu suplente, Oséas Machado, era ligado ao atual prefeito de Cuiabá. ‘Ele foi quem pediu minha cassação. Como eu ia abrir rodízio com um suplente que era contra mim?’.

Para Galli, o deputado federal faz parte de uma ala da direita radical e extremista. ‘Abilio não cumpre o que fala. Seu perfil não é de Executivo, é de parlamentar fiscalizador. Se ele vier a ser prefeito, estará interrompendo o mandato, traindo o eleitor, e quem vai assumir sua vaga? Se for eleito, os evangélicos não ficarão representados em Brasília’.

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