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Dia da Mulher

Em MT uma mulher é assassinada a cada 7 dias: feminicídios disparam 11% e deserto de proteção mantém MT no topo letal pelo 5º ano

O estado de Mato Grosso registrou 53 feminicídios em 2025, uma alta de 11%. A falta de serviços de proteção, especialmente no interior, consolida o estado como o terceiro mais letal do Brasil para mulheres pelo quinto ano consecutivo.

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feminicídios em Mato Grosso
A ausência de delegacias da mulher na maior parte dos municípios mato-grossenses dificulta a denúncia e agrava o risco letal para as vítimas de violência doméstica. Imagem ilustrativa criada com IA.

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam que o estado registrou 53 feminicídios em 2025, alta de 11% sobre o ano anterior, e mantém a terceira maior taxa do país. Especialistas apontam deserto de proteção institucional e normalização cultural da violência doméstica como fatores estruturais.

 

A cada sete dias, em média, uma mulher é assassinada em Mato Grosso por razões de gênero. Em 2025, o estado registrou 53 feminicídios, crescimento de 11% em relação ao ano anterior — quase o dobro da variação nacional, de 4,7%. A taxa de 2,7 mortes por 100 mil mulheres coloca Mato Grosso como o terceiro estado mais letal do Brasil para mulheres, atrás apenas do Acre (3,2) e de Rondônia (2,9), seus vizinhos na região Centro-Norte do país. Os dados integram o relatório “Retrato dos Feminicídios no Brasil”, divulgado nesta semana pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em alusão ao Dia Internacional das Mulheres.

O quadro não é novidade para quem acompanha a série histórica. Mato Grosso é, junto com Mato Grosso do Sul, um dos únicos dois estados que figuraram entre os cinco piores do ranking de taxas em todos os cinco anos analisados (2021–2025). Trata-se de uma persistência que vai muito além da estatística: é um retrato de falhas estruturais que se acumulam em territórios onde o Estado chega tarde, quando chega.

Uma década de violência: o que os números dizem sobre MT

De 2021 a 2025, Mato Grosso acumulou 236 mulheres assassinadas em razão de sua condição de gênero. A variação percentual no período, de 15,6%, está ligeiramente acima da média nacional (14,5%), o que evidencia que o estado não só parte de um patamar elevado como mantém trajetória de piora.

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A evolução ano a ano revela uma curva preocupante. Após relativa estabilidade entre 2022 e 2024 — quando os índices oscilaram entre 43 e 47 casos —, o salto para 53 registros em 2025 representa uma ruptura que as autoridades ainda não conseguiram explicar satisfatoriamente. O aumento nacional de 4,7% no mesmo período parece modesto diante dos 11 pontos percentuais de Mato Grosso.

Tabela 1 — Feminicídios em Mato Grosso (2021–2025)

A taxa de 2,7 também precisa ser lida com um alerta metodológico. O relatório reconhece que o número real de feminicídios é provavelmente superior ao registrado, uma vez que parte significativa dos crimes ainda é classificada pelas polícias como homicídio doloso — especialmente em estados com menor capacitação institucional para reconhecer os elementos de gênero presentes no crime. A subnotificação, portanto, tende a mascarar a gravidade real do problema.

MT no ranking nacional

Para contextualizar o dado mato-grossense, é preciso olhar para o mapa da violência de gênero no Brasil. O relatório do FBSP permite uma comparação direta entre os 26 estados e o Distrito Federal.

Tabela 2 — Ranking dos estados por taxa de feminicídio (2025)

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O posicionamento de Mato Grosso no terceiro lugar do ranking ganha ainda mais relevância quando se observa que sua taxa supera em 89% a média nacional de 1,43. Enquanto o Brasil registra aproximadamente uma mulher assassinada a cada 5,6 horas, em Mato Grosso essa realidade é proporcionalmente quase duas vezes mais intensa.

É digno de nota também o comportamento da região Centro-Oeste como um todo. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — ambos vizinhos geográficos e com características socioeconômicas semelhantes — aparecem como os dois estados de maior risco crônico, figurando juntos entre os cinco piores em todos os anos da série histórica. Goiás (taxa de 1,6, com 59 casos) completa a representação regional, também acima da média nacional. O Centro-Oeste configura, portanto, uma zona de alta letalidade doméstica persistente no país.

O deserto de proteção: onde estão os serviços quando a mulher precisa

Uma das análises mais reveladoras do relatório do FBSP é a correlação entre a ausência de serviços especializados e as maiores taxas de feminicídio — e Mato Grosso é um caso emblemático dessa dinâmica. O estado tem base urbana concentrada em poucas cidades médias e grandes, enquanto a maior parte do território é composta por municípios de pequeno porte, onde a rede de proteção é praticamente inexistente.

Segundo os dados nacionais da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC) de 2023, mais de 70% dos municípios com menos de 100 mil habitantes não contam com nenhum serviço especializado para atender mulheres em situação de violência. Apenas 5% dessas cidades têm Delegacia da Mulher (DDM) e somente 3% dispõem de Casa Abrigo. Os dados nacionais refletem uma realidade aguda no interior mato-grossense, onde dezenas de municípios de pequeno e médio porte sobrevivem sem qualquer equipamento dedicado à proteção feminina.

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O relatório revela ainda que os pequenos municípios — com até 100 mil habitantes — são residência de 41% da população feminina do país, mas concentram 50% dos feminicídios. Cidades com até 20 mil habitantes apresentam taxa de 1,8 por 100 mil, 28,5% acima da média nacional. Em Mato Grosso, onde boa parte das cidades se encaixa nesse perfil, o dado é especialmente preocupante.

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O conceito de “rota crítica da violência”, desenvolvido pela pesquisadora Montserrat Sagot e citado no relatório, descreve a trajetória percorrida pela mulher desde o momento em que reconhece a violência até a busca por proteção institucional. Essa rota é condicionada por fatores impulsionadores — como o medo de escalada ou a preocupação com os filhos — e inibidores — como dependência econômica, vergonha e, crucialmente, a distância e a ausência de serviços. Em municípios mato-grossenses sem delegacia especializada, sem casa abrigo e sem CEAM, a rota crítica simplesmente não tem onde terminar.

Medidas protetivas: quando o papel não protege

Um dos dados mais impactantes do relatório diz respeito à efetividade das Medidas Protetivas de Urgência (MPU). Em análise que incluiu 16 estados brasileiros e 1.127 feminicídios registrados, 148 mulheres (13,1%) foram assassinadas mesmo tendo uma medida protetiva vigente no momento do crime. O número expõe uma fissura perigosa entre a proteção legal e a proteção real.

Em Mato Grosso, os dados de referência disponíveis — relativos ao primeiro semestre de 2023 — indicam que 4 das 18 vítimas (22,2%) possuíam medida protetiva vigente quando foram mortas, proporção superior à média nacional de 13,1% e que coloca o estado em posição de alerta.

Tabela 3 — Vítimas com MPU vigente no momento do feminicídio (estados selecionados)

O relatório do FBSP destaca que a concessão de medida protetiva depende de uma trajetória institucional prévia: a mulher precisa reconhecer a violência, ter acesso a um canal de denúncia, ser acolhida adequadamente e receber o encaminhamento correto. Em Mato Grosso, onde boa parte dos municípios carece de delegacias especializadas, essa trajetória nunca é concluída pela maioria das mulheres em risco. Os 86,9% de vítimas no país que não tinham MPU quando foram mortas evidenciam não apenas omissão individual, mas falha sistêmica de capilarização do sistema de proteção.

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O documento aponta ainda que a simples existência de tecnologias como tornozeleiras eletrônicas e botões do pânico, embora relevantes, não substitui o acompanhamento humano especializado. A confiança construída entre equipes policiais capacitadas e mulheres em situação de violência — frequentemente decisiva para que ela relate ameaças ou descumprimentos — não se replica por dispositivos.

Perfil das vítimas: quem são as mulheres que morrem em MT

O relatório analisa 5.729 casos de feminicídio no Brasil entre 2021 e 2024, revelando um perfil consistente que se aplica de maneira particular ao contexto mato-grossense:

Raça: 62,6% das vítimas no país são mulheres negras. Em Mato Grosso, estado com expressiva população negra e indígena, a sobreposição entre violência de gênero e desigualdade racial é especialmente relevante.

Idade: metade das vítimas tem entre 30 e 49 anos — mulheres em plena vida produtiva, muitas responsáveis pelo sustento de filhos. A faixa de 30 a 39 anos concentra 28,3% dos casos.

Autor: em 59,4% dos casos, o autor é o companheiro. Em 21,3%, o ex-companheiro. Outros familiares respondem por 10,2%. Apenas 4,9% dos casos envolvem desconhecidos. Em outras palavras: mais de 8 em cada 10 feminicídios são praticados por alguém com quem a vítima mantinha ou manteve vínculo afetivo.

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Local: 66,3% dos feminicídios acontecem na residência da vítima — o espaço que deveria ser sinônimo de proteção.

Instrumento: arma branca em 48,7% dos casos; arma de fogo em 25,2%. A disponibilidade doméstica de instrumentos letais converte ameaças em execuções.

O perfil do autor também é inequívoco: 97,3% dos feminicídios são cometidos exclusivamente por homens. O relatório é preciso ao afirmar que o fenômeno não é uma violência simétrica entre gêneros. É a manifestação extrema de um regime de desigualdade que estrutura as relações entre homens e mulheres — e que, em Mato Grosso, encontra solo fértil em municípios conservadores, isolados geograficamente e com redes de suporte institucional fragmentadas.

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O que o FBSP recomenda — e o que falta em MT

O relatório do FBSP é claro ao deslocar o debate do campo normativo para o da efetividade. O Brasil já tem uma das legislações mais avançadas do mundo no enfrentamento à violência doméstica: a Lei Maria da Penha (2006), o feminicídio como qualificadora desde 2015 e, em 2024, sua reclassificação como crime autônomo com a maior pena do Código Penal. Mas leis, por si só, não salvam vidas.

A proposta que o documento coloca em destaque é a adoção do modelo das Multi-Agency Risk Assessment Conferences (MARAC), implementado no Reino Unido desde 2001. Trata-se de reuniões periódicas entre representantes de diferentes instituições — polícia, saúde, assistência social, sistema de justiça e sociedade civil — para avaliar casos de alto risco e definir planos de ação coordenados e personalizados. O modelo não exige a criação de novos equipamentos físicos, mas sim a integração dos serviços já existentes com protocolos claros.

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Para Mato Grosso, isso significaria mobilizar as Unidades Básicas de Saúde, os CRAS e as delegacias comuns — já presentes em praticamente todos os municípios — para que integrem de forma estruturada a rede de proteção. Não como substituto das DDMs ou das Casas Abrigo, mas como primeiro ponto de contato capaz de identificar precocemente o risco e acionar o sistema antes que a escalada da violência chegue ao feminicídio.

O relatório também aponta que grande parte das mulheres vítimas de violência estabelece contato com o serviço público antes de ser assassinada — seja numa UPA, numa consulta na UBS ou por meio de visita de Agente Comunitário de Saúde. Esses momentos são oportunidades desperdiçadas de intervenção precoce, particularmente em Mato Grosso, onde a baixa densidade institucional especializada torna esses pontos de contato ainda mais estratégicos.

20 anos de Lei Maria da Penha: avanços e lacunas na fronteira agrícola

Em 2026, a Lei Maria da Penha completa 20 anos. Seu impacto é inegável: o percentual de feminicídios entre os homicídios dolosos femininos no Brasil saltou de apenas 9,4% em 2015 para 40,3% em 2024 — reflexo crescente da capacidade institucional de identificar e classificar corretamente os crimes de gênero. Mas os dados de Mato Grosso revelam que a lei ainda não chegou com a mesma força a todos os territórios.

O estado concentra características que desafiam a implementação plena da legislação: extensão territorial vasta, municípios dispersos com baixa densidade populacional, economia baseada no agronegócio com relações de poder historicamente hierárquicas, e uma cultura que, em muitos contextos rurais, ainda naturaliza o controle masculino sobre as mulheres.

Para o FBSP, o desafio central deixou de ser a criação de novas leis. É a capacidade de fazê-las funcionar na vida concreta das mulheres — especialmente naquelas que vivem a centenas de quilômetros de uma delegacia especializada, sem acesso a transporte, sem rede de apoio e sem saber que têm direito à proteção do Estado. Em Mato Grosso, essa mulher ainda existe. Ela ainda morre. E isso é prevenível.

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NOTA METODOLÓGICA

Esta matéria é fundamentada no relatório ‘Retrato dos Feminicídios no Brasil’, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em março de 2026. Os dados de feminicídio provêm de boletins de ocorrência das Polícias Civis de todo o país e do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp/MJSP). As taxas são calculadas por 100 mil mulheres com base em estimativas populacionais do IBGE. Os dados de perfil das vítimas (2021–2024) provêm da análise de microdados de registros policiais. Dados de 2025 referem-se apenas a totais absolutos e taxas; dados de perfil para 2025 serão publicados no próximo Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Para Mato Grosso, os dados sobre MPU são referentes a janeiro–junho de 2023.

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INMET classifica o aviso como “Perigo Potencial” e o mantém para 137 municípios na terça; instituto vê risco baixo de alagamento e queda de energia

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu aviso de tempestade que alcança 106 dos 142 municípios de Mato Grosso nesta segunda-feira (7), feriado da Independência. O documento vale das 0h às 23h59 e prevê chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, ou até 50 milímetros no dia, com ventos de 40 a 60 quilômetros por hora e possibilidade de granizo em Mato Grosso. O instituto classifica o aviso como “Perigo Potencial”.

Segundo o Instituto, chuvas intensas cobrem Apiacás e Colniza no mesmo período e na mesma faixa de severidade. Somados, 108 municípios mato-grossenses estão sob algum aviso de chuva no feriado.

Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Tangará da Serra, Primavera do Leste, Barra do Garças, Alta Floresta, Nova Mutum, Campo Verde, Guarantã do Norte, Colíder, Água Boa, Diamantino, Jaciara, Poconé, Nobres e Chapada dos Guimarães estão na lista. O INMET classifica como baixo o risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.

Chuva na capital, calor no norte

A previsão para Cuiabá nesta segunda-feira é de máxima de 31 graus e mínima de 16 graus, com muitas nuvens e pancadas de chuva com trovoadas isoladas pela manhã e à tarde. A faixa de umidade relativa publicada para a capital vai de 40% a 80%.

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Várzea Grande deve ficar entre 18 e 30 graus, com faixa de umidade de 50% a 80%. Rondonópolis tem máxima prevista de 34 graus e mínima de 16, e Primavera do Leste, 33 e 17 graus. Tangará da Serra tem máxima prevista de 29 graus, com mínima de 14.

Sinop, Sorriso e Alta Floresta têm máxima prevista de 36 graus, e a faixa de umidade publicada para as três começa em 30%. Barra do Garças tem máxima de 35 graus, com faixa de 40% a 90%.

Entre os 141 municípios com previsão publicada para o feriado, a menor máxima é de 28 graus, em Figueirópolis D’Oeste e Jauru, e a maior chega a 37, prevista para Araguaiana, Aripuanã, Bom Jesus do Araguaia, Colniza, Novo Santo Antônio e Santa Terezinha. A média das máximas do estado nesta segunda-feira fica em 33,5 graus.

Um dos 142 municípios do estado, Boa Esperança do Norte, não aparece na previsão nem em nenhum dos avisos do INMET. Nova Ubiratã tem máxima prevista de 35 graus e Sorriso, 36, e as duas cidades estão sob o aviso de tempestade.

Os municípios que ficaram fora

Ficaram fora dos avisos de chuva 34 municípios, entre os quais Cáceres, Pontes e Lacerda, Mirassol d’Oeste, São José dos Quatro Marcos, Juína, Comodoro, Sapezal, Aripuanã e Vila Bela da Santíssima Trindade.

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Juína tem máxima de 36 graus e Comodoro, 34, ambas acima da média das máximas de setembro medida pelas estações do INMET nos dois municípios. Cáceres fica em 32 graus, 4,2 graus abaixo da média das máximas do mês na cidade.

Dos 142 municípios do estado, 36 têm estação com pelo menos cinco anos de medição em setembro, o corte adotado pela reportagem para comparar com a média das máximas do mês. Desses, 11 aparecem acima da média das máximas de setembro nesta segunda-feira, 24 abaixo e um exatamente na média. Juína lidera, com 1,8 grau acima, o equivalente a 5,3%, seguida de Comodoro, com 1,5 grau, e Alta Floresta, com 1,3. Os maiores desvios negativos são os de Porto Estrela, 5,5 graus abaixo, ou 15,1%, Tangará da Serra, 5,3 graus abaixo, ou 15,5%, e Cuiabá, 5,2 graus, 14,4% menos.

Aviso de declínio de temperatura

Há previsão de declínio de temperatura, que cobre 73 municípios mato-grossenses nesta segunda-feira. O INMET registra nele queda de 3 a 5 graus e classifica como leve o risco à saúde. Cuiabá está entre os 73 municípios do aviso.

Sete cidades com 14 graus de mínima

A menor mínima prevista para o feriado é de 14 graus, em sete municípios: Campos de Júlio, Chapada dos Guimarães, Conquista D’Oeste, Nova Lacerda, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra e Vale de São Domingos. Outros oito ficam em 15 graus, entre eles Barra do Bugres, Comodoro, Diamantino, Nobres, Nova Mutum e Sapezal. No total, 41 dos 141 municípios com previsão publicada têm mínima de 16 graus ou menos nesta segunda-feira. Os 15 municípios de mínima mais baixa estão todos na lista do aviso de declínio de temperatura.

A média das máximas previstas para o conjunto dos 141 municípios sobe de 33,5 graus nesta segunda-feira para 35,8 na terça, 37,0 na quarta e 38,1 na quinta-feira (10), quando a maior máxima prevista chega a 41 graus. No domingo (6), véspera do feriado, a média era de 32,0 graus, e a maior máxima do estado, 38. A alta acumulada em quatro dias é de 6,1 graus.

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O que fazer durante a tempestade

Sengo o Instituto é recomendado não se abrigar debaixo de árvores em caso de rajadas de vento, não estacionar veículos próximo a torres de transmissão e a placas de propaganda, e evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Telefones úteis: Defesa Civil (telefone 199) e Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Aviso de tempestade se repete na terça

Para terça-feira, o INMET publicou aviso de tempestade, também na faixa “Perigo Potencial”, ele vale das 0h às 23h59 desta terça-feira (8) e cobre 137 dos 142 municípios de Mato Grosso, cobertura maior que a do feriado. Ficam de fora Boa Esperança do Norte, Figueirópolis D’Oeste, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião e Vila Bela da Santíssima Trindade. Os avisos consultados até o fechamento desta reportagem estão todos classificados como “Perigo Potencial”.

Previsão e avisos para os 142 municípios de Mato Grosso

Município Máxima (°C) Mínima (°C) Umidade (faixa %) Aviso de chuva — 7/9 Aviso de chuva — 8/9 Média das máximas de setembro (°C) Desvio (°C) Desvio (%)
Acorizal 29 16 50 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Água Boa 34 22 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 35,8 -1,8 -5,0
Alta Floresta 36 22 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 34,7 +1,3 +3,7
Alto Araguaia 31 16 40 a 95 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 33,8 -2,8 -8,3
Alto Boa Vista 36 24 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Alto Garças 33 16 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Alto Paraguai 30 17 50 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Alto Taquari 30 16 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) 32,6 -2,6 -8,0
Apiacás 35 23 40 a 90 Chuvas Intensas (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 34,9 +0,1 +0,3
Araguaiana 37 23 35 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Araguainha 31 20 40 a 85 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Araputanga 31 16 30 a 85 Tempestade (Perigo Potencial)
Arenápolis 30 18 45 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Aripuanã 37 21 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial)
Barão de Melgaço 32 17 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Barra do Bugres 31 15 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Barra do Garças 35 21 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Boa Esperança do Norte *
Bom Jesus do Araguaia 37 24 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Brasnorte 35 16 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 34,8 +0,2 +0,6
Cáceres 32 16 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) 36,2 -4,2 -11,6
Campinápolis 35 21 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Campo Novo do Parecis 32 15 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 34,1 -2,1 -6,2
Campo Verde 31 16 45 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 32,9 -1,9 -5,8
Campos de Júlio 32 14 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial)
Canabrava do Norte 36 24 40 a 85 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Canarana 35 23 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Carlinda 35 23 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 34,2 +0,8 +2,3
Castanheira 36 22 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial)
Chapada dos Guimarães 35 14 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Cláudia 35 20 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Cocalinho 36 24 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Colíder 35 22 35 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Colniza 37 23 35 a 95 Chuvas Intensas (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Comodoro 34 15 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) 32,5 +1,5 +4,6
Confresa 35 24 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Conquista D’Oeste 33 14 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial)
Cotriguaçu 35 23 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) 34,3 +0,7 +2,0
Cuiabá 31 16 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 36,2 -5,2 -14,4
Curvelândia 32 19 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial)
Denise 30 17 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Diamantino 31 15 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Dom Aquino 33 16 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Feliz Natal 36 20 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Figueirópolis D’Oeste 28 17 40 a 80
Gaúcha do Norte 36 22 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 36,8 -0,8 -2,2
General Carneiro 34 18 35 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Glória D’Oeste 30 18 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial)
Guarantã do Norte 35 23 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 35,6 -0,6 -1,7
Guiratinga 34 18 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 36,2 -2,2 -6,1
Indiavaí 29 16 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial)
Ipiranga do Norte 35 19 30 a 75 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Itanhangá 34 19 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Itaúba 36 21 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Itiquira 33 16 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) 34,4 -1,4 -4,1
Jaciara 31 16 50 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Jangada 29 17 50 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Jauru 28 16 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial)
Juara 36 18 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 35,4 +0,6 +1,7
Juína 36 17 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) 34,2 +1,8 +5,3
Juruena 36 21 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial)
Juscimeira 33 17 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Lambari D’Oeste 32 18 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial)
Lucas do Rio Verde 34 17 35 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Luciara 36 25 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Marcelândia 36 23 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Matupá 36 24 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Mirassol d’Oeste 31 17 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial)
Nobres 31 15 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nortelândia 30 16 50 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nossa Senhora do Livramento 30 16 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Bandeirantes 35 22 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Brasilândia 34 17 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Canaã do Norte 35 21 30 a 85 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Guarita 35 23 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Lacerda 34 14 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Marilândia 30 15 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Maringá 35 16 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 35,7 -0,7 -2,0
Nova Monte Verde 35 23 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Mutum 33 15 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Nazaré 35 22 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Olímpia 29 17 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Santa Helena 34 22 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Nova Ubiratã 35 19 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 35,6 -0,6 -1,7
Nova Xavantina 36 22 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Novo Horizonte do Norte 35 20 40 a 75 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Novo Mundo 35 24 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Novo Santo Antônio 37 24 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Novo São Joaquim 35 20 35 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Paranaíta 35 24 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial)
Paranatinga 35 19 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 35,6 -0,6 -1,7
Pedra Preta 35 17 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Peixoto de Azevedo 35 24 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Planalto da Serra 32 18 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Poconé 31 18 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Pontal do Araguaia 35 22 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Ponte Branca 31 20 45 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Pontes e Lacerda 32 14 30 a 90 35,0 -3,0 -8,6
Porto Alegre do Norte 34 24 45 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Porto dos Gaúchos 35 19 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Porto Esperidião 29 16 30 a 80
Porto Estrela 31 16 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 36,5 -5,5 -15,1
Poxoréu 34 17 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Primavera do Leste 33 17 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Querência 36 24 35 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 35,8 +0,2 +0,6
Reserva do Cabaçal 29 16 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial)
Ribeirão Cascalheira 36 23 35 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Ribeirãozinho 32 21 45 a 85 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Rio Branco 30 17 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial)
Rondolândia 36 20 30 a 75 Tempestade (Perigo Potencial)
Rondonópolis 34 16 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 36,9 -2,9 -7,9
Rosário Oeste 33 16 40 a 85 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 37,6 -4,6 -12,2
Salto do Céu 32 16 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) 35,1 -3,1 -8,8
Santa Carmem 35 20 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Santa Cruz do Xingu 36 25 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Santa Rita do Trivelato 34 17 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Santa Terezinha 37 24 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Santo Afonso 30 17 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Santo Antônio de Leverger 32 16 35 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Santo Antônio do Leste 34 19 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 34,5 -0,5 -1,4
São Félix do Araguaia 36 24 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 37,2 -1,2 -3,2
São José do Povo 33 18 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
São José do Rio Claro 33 16 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 35,8 -2,8 -7,8
São José do Xingu 35 25 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
São José dos Quatro Marcos 32 18 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial)
São Pedro da Cipa 32 18 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Sapezal 35 15 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) 35,0 0,0 0,0
Serra Nova Dourada 36 24 40 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Sinop 36 20 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 35,9 +0,1 +0,3
Sorriso 36 18 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 35,8 +0,2 +0,6
Tabaporã 36 21 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Tangará da Serra 29 14 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial) 34,3 -5,3 -15,5
Tapurah 35 18 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Terra Nova do Norte 36 23 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Tesouro 33 18 40 a 90 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Torixoréu 33 21 40 a 85 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
União do Sul 36 22 35 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Vale de São Domingos 29 14 30 a 90 Tempestade (Perigo Potencial)
Várzea Grande 30 18 50 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Vera 35 20 30 a 80 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
Vila Bela da Santíssima Trindade 33 16 30 a 90 35,5 -2,5 -7,0
Vila Rica 36 23 35 a 85 Tempestade (Perigo Potencial) Tempestade (Perigo Potencial)
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* Boa Esperança do Norte não tem previsão nem aviso publicados pelo INMET.

 

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