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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Filho ameaça mãe idosa de morte e acaba linchado pela população em Cuiabá.

Homem de 40 anos é preso sem fiança em Cuiabá após ameaçar a mãe de 62 anos de morte e quebrar móveis. Antes da chegada da polícia, ele foi agredido por vizinhos que intervieram na situação.

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filho ameaça mãe Cuiabá
Homem foi preso em flagrante no bairro Jardim Presidente após ameaçar a própria mãe de morte e ter a casa invadida por vizinhos revoltados. Imagem ilustrativa criada utilizando IA.

Suspeito chegou embriagado à residência da família; revoltados com a violência, vizinhos o agrediram antes da chegada da Polícia Militar.

Na noite desta quinta-feira (19), um homem de 40 anos foi preso em flagrante no bairro Jardim Presidente, região do Coxipó, em Cuiabá, suspeito de ameaçar de morte e aterrorizar a própria mãe, uma idosa de 62 anos. A violência gerou revolta na vizinhança, que interveio e agrediu o suspeito antes que a Polícia Militar assumisse a ocorrência. Classificando a situação como grave, a Polícia Civil negou o direito à fiança, e o homem foi direto para o sistema prisional.

O que diz o boletim de ocorrência

Conforme o registro policial, o episódio de violência doméstica ocorreu por volta das 19h40. Em depoimento à Polícia Civil, a vítima, de iniciais D.M.M., relatou que o filho reside com ela e lida com alcoolismo e dependência química desde a adolescência. Ele havia chegado em casa com a fala embargada e saiu novamente para comprar bebida.

Ao retornar, o homem iniciou uma discussão agressiva. O termo de declaração registra a grave intimidação dita por ele à idosa: “cala sua boca, sua velha, senão eu te mato”. Assustada e percebendo o estado alterado do filho, a idosa tentou esconder a televisão da casa no quarto, mas ele invadiu o cômodo e quebrou o aparelho.

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A fúria dos vizinhos e o resgate

Os gritos e o barulho da destruição dentro da casa chamaram a atenção de quem morava perto. A narrativa oficial registrada pelos policiais militares aponta que “populares, revoltados com a situação, agrediram o suspeito”.

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A idosa, que possui histórico de problemas de pressão arterial, passou mal com o trauma e precisou ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), sendo encaminhada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Devido à surra que levou na rua, o suspeito também recebeu atendimento médico na UPA Morada do Ouro antes de ser conduzido à delegacia.

Histórico criminal e a decisão da polícia

Ao ser interrogado formalmente, o conduzido preferiu não se defender. Segundo o documento, ele “manifesta o direito de permanecer calado e falar somente em juízo”. Uma busca no sistema de segurança revelou que ele já possuía uma passagem policial registrada no ano de 2022, suspeito de tráfico de drogas.

A delegada plantonista ratificou a prisão em flagrante, enquadrando o suspeito nos crimes de ameaça e dano patrimonial, com os agravantes da Lei Maria da Penha. Na sua deliberação, a autoridade policial foi enérgica: “deixo de arbitrar fiança”. A decisão considerou a necessidade imediata de proteger a vítima, sugerindo que o Poder Judiciário decrete a prisão preventiva do agressor.

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Após a lavratura dos autos e a realização do exame de lesão corporal, o homem foi encaminhado para a Cadeia Pública, onde aguardará a realização da audiência de custódia. O caso seguirá para análise do Ministério Público e do juiz competente.

Para entender: Prisão sem fiança na Lei Maria da Penha Em casos de violência doméstica que envolvem ameaças graves ou risco real à integridade física e psicológica da mulher, a autoridade policial (delegado) tem a prerrogativa legal de não estipular um valor de fiança na delegacia. Nesses cenários, a decisão de soltar o suspeito ou mantê-lo preso preventivamente cabe exclusivamente a um juiz durante a audiência de custódia.

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VÁRZEA GRANDE

Siriri de Várzea Grande encanta visitantes na FIT Pantanal

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Nesta quinta-feira (4.6), o grupo várzea-grandense Encantos da Serra levou a tradição do siriri para a FIT Pantanal, encantando os visitantes com uma apresentação marcada pela alegria, pelo ritmo e pela valorização da cultura mato-grossense.

Formado por crianças e adolescentes do bairro Novo Mundo, o grupo surgiu na Escola Estadual Dante Martins de Oliveira com o objetivo de promover a integração social e preservar as manifestações culturais da região. O professor Evanderson dos Santos destaca que o projeto busca fortalecer a identidade cultural das novas gerações.

“Esse projeto nasceu como forma de integração social e de mostrar a nossa cultura para o mundo. Como dançarino do grupo Flor Ribeirinha, procuro transmitir para essas crianças todos os ensinamentos que recebi da nossa mestre, Dona Domingas”, afirmou.

Moradora do Residencial Jequitibá, Adrielly de Souza acompanha de perto a participação do filho Nicolas Gabriel, de 11 anos, no grupo. Para ela, a dança regional tem contribuído para o desenvolvimento pessoal do menino.

“Acho muito lindo o nosso siriri e admiro a dedicação e o amor que essas crianças têm pela nossa arte. Também percebi que meu filho perdeu a timidez que sempre teve”, relatou.

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Nicolas participa do projeto há dois anos e afirma que a experiência transformou sua vida.

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“O siriri chegou à minha vida há dois anos. Amo o grupo, amo a dança e tudo o que envolve essa arte”, disse o jovem dançarino.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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