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MPA reforça prazos para certificação sanitária obrigatória a bordo

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) alerta proprietários, armadores e responsáveis por embarcações pesqueiras sobre os prazos para obtenção da Certificação Oficial de Boas Práticas Higiênico-Sanitárias a Bordo, obrigatória para quem fornece matéria-prima à indústria exportadora de pescado. 

 O calendário para adequação das embarcações aos requisitos higiênico-sanitários e obtenção da certificação foi instituída pela Portaria MPA nº 278, de junho de 2024, que estabelece o cronograma de implementação. A contagem dos prazos teve início em 1º de dezembro de 2024, com a entrada em vigor da Portaria MPA nº 361/2024, que criou a Plataforma Nacional da Indústria do Pescado (PNIP). 

 Os prazos variam conforme a espécie capturada e o método de conservação do pescado a bordo. O não cumprimento pode impedir o fornecimento ao mercado internacional. 

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 Confira aqui:  

 Até 31 de maio de 2026 

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Lagosta verde (Panulirus laevicauda) viva  

Lagosta vermelha (Panulirus argus) viva  

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Pargo (Lutjanus purpureus) fresco 

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Atuns e afins (Thunnus spp.) fresco 

Bonito listrado (Katsuwonus pelamis)  congelado em salmora 

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 Até 31 de maio de 2027 

Corvina, pescada amarela, gurijuba e camurim  

Caranguejo vermelho (Chaceon notialis 

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Caranguejo real (Chaceon ramosae 

Caranguejos de profundidade (Chaceon spp.)  

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Polvo e camarão  

 Até 31 de maio de 2028 

Dourada, piramutaba, gurijuba e garoupa  

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Tainha (Mugil liza 

Lagosta verde e vermelha (produto fresco)  

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 Outras orientações 

Espécies que ainda não possuem método de conservação regulamentado terão prazo de 18 meses após a publicação da norma específica para se adequar.  

É fundamental que responsáveis técnicos e armadores consultem o anexo da Portaria nº 278/2024 para verificar os grupos de recursos pesqueiros que devem cumprir os requisitos da Portaria Nº 310/2020 (norma base sobre os requisitos higiênico-sanitários das embarcações de pesca da cadeia primária) 

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 A certificação é essencial para garantir a qualidade sanitária do pescado, atender às exigências dos mercados internacionais e manter a regularidade das operações. 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em março e ganham força no acumulado da safra

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As exportações de algodão de Mato Grosso registraram desempenho recorde em março de 2026, consolidando a recuperação dos embarques e reforçando a liderança do estado no cenário nacional. Os dados constam no Boletim Semanal do Imea, com base em informações da Secex.

Março registra maior volume da história para o mês

De acordo com o levantamento, Mato Grosso exportou 219,76 mil toneladas de algodão em março, estabelecendo um novo recorde para o mês e alcançando o sétimo maior volume mensal já registrado na série histórica.

O resultado representa uma retomada significativa frente ao desempenho observado em fevereiro, quando os embarques ficaram abaixo das expectativas iniciais do mercado.

Acumulado da safra supera ciclo anterior e atinge novo recorde

Com o forte desempenho em março, o volume acumulado da safra 2024/25 avançou de forma expressiva. Até fevereiro, Mato Grosso havia exportado 1,16 milhão de toneladas, volume 1,44% inferior ao registrado no mesmo período da safra anterior.

No entanto, com a inclusão dos dados de março, o acumulado chegou a 1,38 milhão de toneladas, superando o ciclo 2023/24 e estabelecendo o maior volume já registrado para o período, com crescimento de 2,62%.

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Segundo o Imea, o avanço reflete a melhora no ritmo logístico e a maior demanda internacional pela fibra brasileira.

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Mato Grosso responde por mais da metade das exportações do Brasil

O boletim também destaca a forte participação de Mato Grosso nas exportações nacionais de algodão. Até o momento, o estado é responsável por 59,04% de todo o volume exportado pelo Brasil na safra 2024/25.

Esse desempenho reforça a posição do estado como principal polo exportador da commodity no país.

Perspectiva é de novo recorde anual de embarques

Com quatro meses restantes para o encerramento da safra, a expectativa do Imea é de que Mato Grosso renove o recorde de exportações pelo terceiro ano consecutivo.

A combinação de demanda externa aquecida, competitividade do produto brasileiro e avanço logístico deve sustentar o ritmo dos embarques nos próximos meses, consolidando mais um ciclo histórico para o algodão mato-grossense.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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