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EDUCAÇÃO

MEC inaugura novo campus do Ifes no município de Pedro Canário

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O Ministério da Educação (MEC) inaugurou, nesta sexta-feira, 3 de julho, o Campus Pedro Canário do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), que recebeu um investimento de R$ 16,9 do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). A unidade terá capacidade para atender 800 estudantes em cursos técnicos e superiores, entre outras qualificações profissionais. No total, o MEC destina R$ 76,7 milhões para ações de expansão e consolidação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no estado. 

A entrega faz parte da inauguração simultânea de outras nove unidades de institutos federais em São Paulo, Piauí e Amazonas. O evento contou com a participação da diretora de Política e Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Sandra Grützmacher e do assessor de Assuntos Parlamentares e Federativos do MEC, Léo de Britto, além da reitora do Ifes, Adriana Pionttkovsky. 

03/07/2026 -  Inaugurações Simultâneas em Campi da Rede Federal de Educação. Fotos: Fábio Nakakura/MEC

Para Grützmache, cada inauguração de campus, laboratório, biblioteca, quadra poliesportiva, refeitório e restaurante, é, acima de tudo, justiça para a população. “Todo o investimento feito nos institutos federais é organizado para atender a toda a comunidade, não só os estudantes do ensino médio integrado. A educação profissional e tecnológica está disponível para todas as pessoas, inclusive àqueles que estão há muito tempo sem estudar. Por meio de programas, como o Mulheres Mil e a Rede Certifica, os institutos asseguram o ensino de qualidade e gratuito, independente do nível educacional”, completou. 

“A educação profissional e tecnológica está disponível para todas as pessoas, inclusive àqueles que estão há muito tempo sem estudar”. Sandra Grützmacher, diretora de Política e Avaliação da EPT, do MEC 

Britto explicou que a nova unidade vai permitir que a população se desenvolva da melhor forma possível. “As organizações na área da educação consideram o modelo desenvolvido nos institutos federais um dos melhores do mundo. Então, a inauguração que fazemos aqui, hoje, permitirá que a juventude, que precisa sonhar e estudar, possa ter as melhores condições para vencer na vida”, disse. 

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“Este projeto é fruto de uma trajetória iniciada há anos, passando pelas gestões dos reitores anteriores e pelo apoio constante de lideranças políticas”, afirmou a Adriana Pionttkovsky. “Alinhados à visão do governo federal de expandir a educação profissional pelo país, seguimos com o objetivo de fortalecer a presença do Ifes no interior. Não viemos para competir, mas para somar, levando ensino, pesquisa, extensão e inovação para onde a sociedade precisa”. 

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“A inauguração que fazemos aqui, hoje, permitirá que a juventude, que precisa sonhar e estudar, possa ter as melhores condições para vencer na vida”. Léo de Britto, assessor Parlamentar do MEC 

O Campus Pedro Canário tem uma área construída de 2.394 metros quadrados e é composto por dois blocos que abrigam nove salas de aula, biblioteca, um laboratório de informática, um miniauditório, cantina e salas de atendimento administrativo. Serão ofertados cursos técnicos e superiores nos eixos Informação e Comunicação; e Controle e Processos Industriais. 

IFES – O Instituto Federal do Espírito Santo é o resultado da união de quatro antigas instituições federais de educação: o Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo (Cefet-ES), a Escola Agrotécnica Federal de Alegre, a Escola Agrotécnica Federal de Colatina e a Escola Agrotécnica Federal de Santa Teresa. Atualmente, o IFES possui 24 campi e um polo de inovação, nos quais estão matriculados 64,5 mil estudantes em 356 cursos ofertados. 

Expansão e consolidação – Por meio do Novo PAC, o governo federal está investindo R$ 2,7 bilhões para a expansão dos institutos federais, implantando mais de 100 novas unidades em todo o país. A previsão é criar mais de 155 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica, principalmente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. Cada campus recebe investimento médio de R$ 25 milhões e terá capacidade para atender, em média, 1,4 mil estudantes. O MEC está destinando, por meio do Novo PAC, R$ 25 milhões para a implementação e a aquisição de equipamentos e mobiliário da unidade de Muniz Freire, no Espírito Santo. 

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O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos institutos federais, com investimento de R$ 1,6 bilhão. Essa ação tem como foco os campi que ainda não possuem infraestrutura completa. Durante a consolidação, as prioridades para investimento são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas. Para o Ifes, os investimentos na ação de consolidação somam R$ 51,7 milhões. No período de 2023 a 2026, já foram repassados R$ 32,6 milhões. Ainda estão previstos outros R$ 19,2 milhões pelo Novo PAC. 

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Agenda – A inauguração faz parte de uma série de eventos promovidos pela Presidência da República para entregar obras do MEC e dos ministérios da Saúde (MS) e das Cidades (MCID). Além do Campus Pedro Canário, também foram entregues unidades do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) em Mauá, Bauru, Cotia, Miracatu, Osasco, Rio Claro e Santos; do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), em Tefé; e do Instituto Federal do Piauí (IFPI), em Altos.  

Flyer | Institutos Federais 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)   

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC lança rede de sustentabilidade climática

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O Ministério da Educação (MEC) realizou, nos dias 1º e 2 de julho, a 1ª Reunião Técnica da Rede Brasil, África, América Latina e Caribe voltada às Políticas Educacionais para Sustentabilidade e Resiliência Climática (Rede BRALAC). A iniciativa, pactuada pelo Governo do Brasil no contexto da COP30, tem como objetivo fortalecer a cooperação internacional entre países do Sul Global na construção e no aprimoramento de políticas educacionais voltadas à sustentabilidade, resiliência climática e equidade. 

A reunião marcou o primeiro passo da comunidade internacional de práticas, que já conta com a participação de 11 países: África do Sul, Angola, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Guiné, Quênia, São Tomé e Príncipe e Zimbábue. Ao todo, mais de 60 representantes participaram do encontro, realizado em formato virtual. 

A abertura contou com a participação do secretário substituto de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC, Cleber Vieira, além de representantes da Presidência da COP30, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e do Ministério das Relações Exteriores. A programação também incluiu contribuições de organismos e parceiros internacionais, como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNDRR), a Aliança Global para Redução do Risco de Desastres e Resiliência no Setor da Educação (GADRRRES) e o Centro para Educação e Desenvolvimento Sustentável na África (CESDA). O encerramento coube ao assessor especial para Assuntos Internacionais do MEC, Felipe Dutra de Carvalho Heimburger. 

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Cooperação – A Rede BRALAC foi criada para apoiar o intercâmbio de experiências entre países que compartilham desafios educacionais e climáticos. A proposta é mapear políticas públicas, identificar complementaridades, promover ações de formação e fortalecer estratégias de monitoramento e avaliação, considerando os impactos da crise climática sobre o acesso, a permanência e a aprendizagem de estudantes. 

Durante o primeiro dia de reunião, os países participantes apresentaram experiências nacionais em políticas públicas de resiliência e sustentabilidade climática na educação. As apresentações abordaram desafios relacionados à emergência climática, aos principais eixos de políticas ou programas nacionais, aos resultados já alcançados e às próximas etapas previstas. 

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Grupos de trabalho – No segundo dia, os participantes foram organizados em três grupos de trabalho. O primeiro irá tratar acerca do desenho de fluxos e da governança da comunidade de prática. O segundo será dedicado ao desenvolvimento de um programa multilateral de formação para profissionais da educação. Já o terceiro grupo discutirá linhas de pesquisa, monitoramento e avaliação. 

A Rede BRALAC terá planejamento de ações até 2028, com foco na construção coletiva de soluções educacionais que contribuam para sociedades mais inclusivas, sustentáveis e resilientes. A iniciativa reafirma o compromisso do MEC com a educação ambiental, a justiça climática e a cooperação internacional como instrumentos para enfrentar os efeitos da mudança do clima sobre os sistemas educacionais. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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