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Dogue Alemão, o famoso “cachorro gigante”

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Conhecido como “Cachorro Gigante”, o Dogue Alemão é carinhoso e super companheiro, nossa equipe do AGRONEWS® separou para você leitor mais informações sobre esta agradável raça, confira a seguir:

Por Daniele Balieiro – AGRONEWS®

Ao ver pessoalmente um Dogue Alemão pela 1ª vez, ficamos impressionados com o seu tamanho gigante, mas fique sabendo que o que ele tem de altura, tem de companheirismo. Trata-se de um cão que tem bom humor e se apega facilmente à sua família humana.

Conhecido como o maior cachorro do mundo, o Dogue Alemão é extremamente dócil e de fácil trato, é corajoso e autoconfiante. Adora passar seus dias em família se dando muito bem com outros animais. É conhecido também como cão Dinamarquês devido sua origem.

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Dados importantes da raça

cachorro gigantecachorro gigante
  • Origem: Alemanha;
  • Peso: fêmea: 45–59 kg, macho: 54–90 kg;
  • Altura: fêmea: 71-81 cm, macho 76-86 cm;
  • Expectativa de vida: de 8 à 10 anos;
  • Nível de Energia: Médio.

Características

Por seu tamanho gigante, o Dogue Alemão possui atributos físicos bem robustos. Trata-se de um cachorro super resistente e musculoso que possui o corpo alongado, tendo a silhueta bem delineada e proporcional. As pernas são compridas e fortes, assim como as patas.

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O dogue alemão combina sua forma física a uma personalidade amigável, calma, dócil e espirituosa. Por isso, apesar de ser gigante e musculoso, capaz de intimidar, jamais é agressivo – essa característica não está em sua natureza. Mas se um membro da família estiver em perigo, ele não vai hesitar em protegê-lo com toda a sua coragem, força e devoção.

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Temperamento

Dogue AlemãoDogue Alemão

O Dogue Alemão é um cão dócil e calmo, o que o torna um cachorro silencioso, são cães que latem somente quando for necessário. E, quando o fazem, expressam um latido com grande imponência, especialmente se estiverem protegendo sua família. Lembrando que este pet é um animal extremamente devoto ao seu tutor.

Quem pensa em ter um colega canino dócil e amável, com certeza encontrou uma opção perfeita. Trata-se de um cachorro extrovertido e nada agressivo. Pode ser reservado com desconhecidos, mas acaba sendo conquistado sem muito esforço. Devido sua docilidade, não é indicado como cão de guarda, mesmo possuindo como características a autoconfiança e a coragem.

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A convivência com outros animais de estimação e crianças é bem tranquila, ele possuí temperamento de um eterno bebezão mesmo ao chegar na fase adulta.

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Curiosidades

Segundo o Guinness World Records, o detentor do título de cachorro mais alto pertencia a Zeus, que media 111,8 cm da pata aos ombros. Infelizmente, ele faleceu em 2014, com cinco anos de idade, em Otsego, nos Estados Unidos.

Muita gente nunca reparou na raça do “Scooby-Doo”, mas saiba que ele é um Dogue Alemão. O cão falante e medroso, mascote de um grupo de jovens metidos a detetives, é um dos personagens mais amados da televisão.

Por ser muito calmo, ele também é um tanto silencioso e só costuma latir em situações específicas, como em brincadeiras ou momentos de alegria intensa.

E você leitor, possuí um Dogue Alemão como companheiro? Conte-nos abaixo nos comentários!

AGRONEWS® é informação para quem produz

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Preço do milho segue estável no Brasil à espera da safrinha; exportações avançam mais de 70%

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O mercado brasileiro de milho registrou pouca movimentação ao longo da semana, refletindo a postura cautelosa de compradores e vendedores diante da proximidade da entrada mais intensa da segunda safra no país. A expectativa de aumento da oferta mantém o ritmo de negociações lento, enquanto produtores buscam sustentar os preços em meio ao avanço da colheita.

Segundo análise da Safras & Mercado, o cenário continua marcado por baixa liquidez e poucas alterações nas cotações, tanto no mercado físico quanto nas negociações futuras.

Compradores aguardam maior oferta da safrinha

Os consumidores seguem atuando de forma pontual, adquirindo apenas volumes necessários para reposição imediata. O comportamento demonstra conforto nos estoques e expectativa de que a colheita da segunda safra amplie a disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

Do lado da oferta, os produtores avançam na comercialização da produção, mas mantêm resistência em aceitar preços considerados baixos. Em diversas regiões, as pedidas continuam acima dos valores ofertados pelos compradores, limitando o fechamento de novos negócios.

A expectativa do mercado é que o avanço da colheita da safrinha aumente a pressão sobre os preços, principalmente nas regiões de maior produção.

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Clima segue no radar dos agentes do mercado

As condições climáticas continuam sendo acompanhadas de perto pelos participantes do setor.

O mercado monitora a possibilidade de novas chuvas na Região Sul, em São Paulo, no sul de Minas Gerais e em áreas produtoras de Goiás. Apesar das especulações sobre eventuais impactos na produtividade, ainda não há confirmação de perdas relevantes.

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Outro fator observado é o risco de geadas. No entanto, as previsões meteorológicas atuais não indicam ocorrência de frio intenso capaz de provocar danos significativos às lavouras.

Relatório do USDA influencia expectativas globais

No cenário internacional, as atenções estiveram voltadas para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O documento trouxe atualizações importantes para o mercado global de grãos e reforçou a percepção de ampla disponibilidade de milho, fator que continua pressionando os preços na Bolsa de Chicago.

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A queda das cotações internacionais tem reduzido a competitividade do milho brasileiro nos portos, mesmo com a valorização do dólar frente ao real.

Exportações avançam em volume, mas preços médios recuam

Apesar dos desafios relacionados à paridade de exportação, os embarques brasileiros de milho apresentaram crescimento expressivo no início de junho.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 126,061 mil toneladas de milho nos quatro primeiros dias úteis do mês, com média diária de 31,515 mil toneladas.

A receita acumulada alcançou US$ 29,451 milhões, com média diária de US$ 7,362 milhões.

Na comparação com junho de 2025, os resultados mostram:

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  • Alta de 57,9% na receita média diária;
  • Crescimento de 70,6% no volume médio diário exportado;
  • Queda de 7,4% no preço médio por tonelada.

O valor médio da tonelada exportada ficou em US$ 233,60.

Cotações do milho permanecem estáveis nas principais regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado em R$ 61,12 no dia 11 de junho, praticamente estável em relação aos R$ 61,14 registrados na semana anterior.

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Nas principais praças acompanhadas pelo mercado, os preços apresentaram poucas variações:

  • Cascavel (PR): R$ 60,00 por saca;
  • Campinas (SP/CIF): R$ 65,00 por saca;
  • Mogiana Paulista (SP): R$ 60,00 por saca;
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00 por saca;
  • Erechim (RS): R$ 69,00 por saca;
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00 por saca;
  • Rio Verde (GO): R$ 58,00 por saca.

A estabilidade observada reforça o momento de transição vivido pelo mercado, que aguarda uma definição mais clara sobre o tamanho da safra e o ritmo efetivo da colheita.

Safrinha deve definir tendência dos preços nos próximos meses

O comportamento do mercado de milho nas próximas semanas dependerá diretamente do avanço da colheita da segunda safra, considerada a principal do país.

Caso a produtividade se confirme dentro das expectativas atuais, a entrada de grandes volumes no mercado poderá ampliar a oferta disponível e exercer pressão adicional sobre as cotações.

Por outro lado, eventuais problemas climáticos ou atrasos na colheita podem limitar esse movimento e sustentar os preços por mais tempo.

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Enquanto esse cenário não se define, compradores seguem cautelosos e produtores mantêm postura firme nas negociações, resultando em um mercado de baixa liquidez e pouca variação nos preços.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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