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AGRONEGÓCIO

Fundação Procafé apresenta em Varginha tecnologia sustentável para irrigação de cafezais com menor uso de água

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Fundação Procafé destaca inovação sustentável para cafezais em evento técnico em Minas Gerais

A Fundação Procafé realizará nos dias 20 e 21 de maio a edição de Varginha (MG) dos Dias de Campo 2026, evento técnico voltado à difusão de tecnologias e práticas sustentáveis para a cafeicultura brasileira.

A programação ocorrerá na Fazenda Experimental de Varginha, a partir das 8h, e terá como destaque a apresentação de técnicas de manejo capazes de manter a produtividade dos cafezais com menor dependência da irrigação convencional, tema que ganha relevância diante das mudanças climáticas e da crescente pressão sobre os recursos hídricos.

Irrigação com menor uso de água ganha espaço na cafeicultura

Em meio à irregularidade climática registrada nas principais regiões produtoras de café, a busca por alternativas mais eficientes de manejo hídrico se tornou prioridade para o setor.

Durante o evento, pesquisadores da Fundação Procafé irão demonstrar práticas agronômicas que contribuem para reduzir a dependência de irrigação tradicional, aumentando a eficiência no uso da água sem comprometer o desenvolvimento das lavouras.

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A iniciativa integra uma estratégia mais ampla de adaptação da cafeicultura aos desafios climáticos e de redução de custos operacionais nas propriedades rurais.

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Evento terá quatro estações técnicas voltadas à produtividade do café

Além da estação sobre irrigação sustentável, os Dias de Campo 2026 contarão com outras três áreas técnicas dedicadas a temas considerados estratégicos para o produtor rural.

Entre os assuntos abordados estão:

  • Queda de frutos em cafeeiros, com análise das causas e estimativas de perdas produtivas;
  • Técnicas de desbrota e impactos sobre diferentes cultivares;
  • Uso de plantas de cobertura como ferramenta de manejo e conservação do solo.

O formato do evento prioriza demonstrações práticas diretamente na lavoura experimental, permitindo que os participantes acompanhem resultados de pesquisas aplicadas e observem o desempenho das tecnologias em campo.

Varginha encerra circuito técnico da Fundação Procafé em 2026

A cidade de Varginha foi escolhida para encerrar o calendário 2026 dos Dias de Campo da Fundação Procafé, que também passou por Boa Esperança (MG) e Franca (SP).

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A escolha reforça a importância da região Sul de Minas para a cafeicultura nacional e consolida a presença da instituição nos principais polos produtores do país.

Segundo o presidente da Fundação Procafé, Alysson Vilela Fagundes, o objetivo do evento é aproximar produtores das tecnologias desenvolvidas pela pesquisa agronômica.

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“Os Dias de Campo fortalecem a conexão entre todos os elos da cadeia cafeeira, transformando pesquisa em soluções práticas capazes de elevar produtividade e otimizar custos no campo”, destacou.

Inscrições gratuitas e arrecadação solidária

A participação no evento é gratuita e as inscrições podem ser realizadas pelo site oficial da Fundação Procafé.

Os organizadores solicitam que os participantes levem ao menos 1 quilo de alimento não perecível, que será destinado a ações sociais.

O evento será realizado das 8h às 16h na Fazenda Experimental da Fundação Procafé, localizada na Avenida Projetada, 2894, bairro São Francisco, em Varginha (MG).

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro brasileiro exporta US$ 16,6 bilhões em abril e registra novo recorde para o mês

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As exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 16,65 bilhões em abril de 2026, resultado recorde para o mês desde o início da série histórica, em 1997. O valor representa crescimento de 11,7% em relação a abril de 2025.

O resultado garantiu ao agro participação de 48,8% nas exportações totais do Brasil no período. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas do agronegócio alcançaram US$ 54,6 bilhões, também recorde para o quadrimestre.

Em comparação com abril do ano passado, o volume exportado cresceu 9,5%, enquanto o preço médio registrou alta de 2,1%. As importações de produtos do agronegócio somaram US$ 1,62 bilhão, recuo de 3,6% na mesma comparação, resultando em superávit de US$ 15 bilhões para o setor no mês.

O cenário internacional, marcado pela crescente valorização da regularidade de fornecimento, da capacidade de entrega e da segurança sanitária, também favorece o posicionamento do Brasil nos mercados globais. A ampliação do acesso internacional aos produtos brasileiros também contribui para o resultado. Desde o início da atual gestão, o país já superou a marca de 600 novas oportunidades de mercado para produtos agropecuários, fortalecendo a diversificação da pauta exportadora brasileira.

Entre os principais destinos das exportações do agro brasileiro, a China permaneceu na liderança, com compras de US$ 6,6 bilhões em abril e participação próxima de 40% na pauta exportadora do setor. O resultado representa crescimento de 21,8% em relação ao mesmo mês de 2025. A União Europeia ocupou a segunda posição, com US$ 2,36 bilhões e participação de 14%, crescimento de 8,7% em relação a abril de 2025. Os Estados Unidos aparecem na sequência, com US$ 1 bilhão exportado e 6% de participação, apesar do recuo de 16,8% na comparação anual.

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A soja em grãos manteve a liderança entre os produtos exportados pelo agronegócio brasileiro. As vendas externas alcançaram US$ 6,9 bilhões, alta de 18,8% em relação a abril de 2025. O volume exportado chegou a 16,7 milhões de toneladas, crescimento de 9,7% em relação ao mesmo período do ano anterior e recorde para meses de abril, em um cenário de safra recorde de soja em grãos no ciclo 2025/2026, estimada pela Conab. Além disso, a alta de 8,4% no preço médio contribuiu para elevar a receita exportada.

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A carne bovina in natura também registrou desempenho histórico, com exportações de US$ 1,6 bilhão, alta de 29,4%, e embarques de 252 mil toneladas, crescimento de 4,3% na comparação anual. Tanto o valor quanto o volume foram recordes para o mês de abril. A China permaneceu como principal destino da proteína brasileira, com US$ 877,4 milhões em compras, o equivalente a 55,8% das vendas brasileiras do produto no período.

Entre os segmentos de maior destaque nas exportações do agro em abril estão o complexo soja, com US$ 8,1 bilhões e alta de 20,4%; proteínas animais, com US$ 3 bilhões e crescimento de 18%; produtos florestais, com US$ 1,4 bilhão e avanço de 8,6%; e café, com US$ 1,2 bilhão, apesar do recuo de 12,1%. Também apresentaram crescimento relevante fibras e produtos têxteis, além do algodão, que registrou recorde em valor e volume exportado.

Também registraram desempenho recorde a celulose, com US$ 854,7 milhões exportados e alta de 16%, e o farelo de soja, que alcançou 2,4 milhões de toneladas embarcadas, crescimento de 12,7%.

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Produtos menos tradicionais também ampliaram espaço na pauta exportadora brasileira. Entre os destaques do mês estão pimenta piper seca, rações para animais domésticos, óleo essencial de laranja, sebo bovino, abacate e manga, todos com resultados recordes em valor ou volume exportado.

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A fruticultura brasileira também apresentou expansão no comércio internacional, impulsionada pela abertura de novos mercados. Desde 2023, foram abertas 34 novas oportunidades de exportação para frutas brasileiras. Entre janeiro e abril de 2026, produtos como melões, limões, limas, melancias e mamões registraram recordes de exportação.

Segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luís Rua, o resultado reforça a posição do Brasil como parceiro confiável no comércio internacional. “O resultado de abril mostra que, quando a força produtiva do agro se combina com abertura de mercados, negociação e presença internacional, o país transforma potencial em acesso concreto. Afinal, comércio exterior se constrói assim: com método, continuidade e presença”, afirmou.

Para o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, o desempenho evidencia a relevância do setor para a economia brasileira. “O recorde de abril confirma o tamanho e a responsabilidade do agro brasileiro. Isso significa renda no campo, emprego na indústria, oportunidades para quem produz e mais presença do Brasil no comércio internacional. Esse resultado nasce do trabalho dos produtores, cooperativas, agroindústria, exportadores e de uma atuação do governo federal próxima do setor produtivo”, destacou o ministro.

>> NOTA À IMPRENSA

>> RESUMO DA BALANÇA COMERCIAL

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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