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Inscrições com desconto para o 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio vão até 11 de julho

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O lote com valores promocionais para inscrições no 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA) está aberto até o dia 11 de julho (sexta-feira). O evento, organizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) em parceria com a bolsa brasileira B3, será realizado em formato híbrido no dia 11 de agosto.

Tema central e formato do evento

Com o tema “Agroalianças”, o congresso reúne autoridades, líderes, empresários, pesquisadores e profissionais do setor para debater caminhos que tornem o agronegócio mais produtivo, sustentável e competitivo no cenário nacional e internacional.

Como se inscrever

Os interessados podem garantir a inscrição acessando o site oficial do evento, preenchendo a ficha cadastral e realizando o pagamento da taxa via cartão de crédito, PIX ou boleto bancário.

Programação destacada

A abertura contará com a palestra inaugural do embaixador Roberto Azevêdo, consultor da ABAG e ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), com o tema “Agroalianças e o Futuro”. O congresso também terá dois painéis principais: “Alimentos, Energias e Inovação” e “Agrobrasil com Crescimento Sustentável: Financiamento e Mercado de Capitais”, além de uma mesa redonda sobre “Transição Energética”.

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Homenagens especiais

Durante o evento, a ABAG concederá o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo para o embaixador Alexandre Parola, reconhecendo sua contribuição ao agronegócio, e o Prêmio Norman Borlaug – Sustentabilidade à ex-Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira.

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Mais informações e inscrições

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de morango 2026 cresce no Brasil, mas pulgão-da-raiz exige atenção redobrada do produtor

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A cultura do morango segue em expansão no Brasil em 2026, com produção estimada em cerca de 200 mil toneladas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O volume representa crescimento de aproximadamente 2,6% em relação ao ano anterior e reflete ganhos de produtividade e maior tecnificação em importantes polos produtores, como Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Apesar do avanço, o setor ainda enfrenta desafios relevantes, especialmente relacionados às condições climáticas e ao manejo fitossanitário, fatores que seguem determinantes para a estabilidade da produção.

Clima irregular impacta desenvolvimento das lavouras

Episódios de calor fora de época têm afetado o desenvolvimento das plantas e alterado o calendário produtivo em algumas regiões. Tradicionalmente, o plantio do morangueiro ocorre entre meados de abril e o fim de maio, período considerado ideal para o enraizamento e estabelecimento das mudas.

Quando esse padrão é impactado por variações climáticas, o desempenho da lavoura pode ser comprometido, exigindo maior atenção do produtor no ajuste do manejo e na condução da safra.

Pulgão-da-raiz se consolida como uma das principais ameaças

Mesmo com o avanço tecnológico no campo, o controle de pragas segue como um dos principais desafios da cultura. Entre as mais preocupantes está o pulgão-da-raiz (Rhopalosiphum rufiabdominale), praga de difícil detecção por atuar abaixo do solo.

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O inseto se alimenta da seiva das raízes, causando sintomas como amarelamento das plantas, redução do vigor e paralisação do crescimento. Em casos mais severos, pode levar à morte das plantas, especialmente em condições de estresse hídrico, como períodos de seca.

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A praga é composta predominantemente por fêmeas e apresenta alimentação contínua, o que intensifica os danos ao sistema radicular. Além da sucção de seiva, há liberação de toxinas que agravam o comprometimento da planta.

Praga também pode transmitir viroses

Segundo especialistas do setor, o impacto do pulgão-da-raiz vai além dos danos diretos à planta. A praga também pode atuar como vetor do vírus conhecido como mosqueado-do-morangueiro, ampliando significativamente as perdas na produção e afetando a qualidade dos frutos.

Manejo integrado é fundamental para reduzir perdas

De acordo com o gerente de Assuntos Regulatórios do Sindiveg, Fábio Kagi, o controle eficiente da praga depende de uma estratégia integrada de manejo.

Segundo ele, o equilíbrio nutricional do solo e o uso de inimigos naturais são medidas importantes, assim como a atenção ao excesso de nitrogênio, que pode favorecer a infestação. O monitoramento constante da lavoura também é essencial para orientar intervenções no momento adequado.

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O controle químico deve ser aplicado de forma criteriosa, respeitando as recomendações técnicas e o ciclo da cultura, com atenção especial ao período de frutificação e colheita.

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Produtividade depende de manejo técnico e integrado

O avanço da produção de morango no Brasil está diretamente ligado à adoção de boas práticas agrícolas e ao uso correto de ferramentas de proteção de cultivos. Especialistas reforçam que o crescimento da produtividade precisa estar associado a um manejo fitossanitário eficiente e contínuo.

O monitoramento das lavouras e a integração de diferentes estratégias de controle são apontados como fatores decisivos para reduzir perdas, garantir a sanidade das plantas e manter a qualidade da produção nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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