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Sindag promove Congresso da Aviação Agrícola do Brasil em Cuiabá

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O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) promoverá, entre os dias 20 e 22 de agosto, em Cuiabá, o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil (Congresso AvAg) 2024. O evento será realizado no Aeroporto Executivo de Santo Antônio do Leverger e contará com a participação de cerca de 200 marcas que exibirão tecnologias, equipamentos e serviços para o setor de aviação agrícola.

Durante o congresso, haverá exposições, debates, painéis e cursos, além de demonstrações ao vivo de aeronaves e drones. A programação inclui uma palestra para alunos de engenharia agronômica no dia 20 de agosto, cursos sobre “Boas práticas de mistura de agrotóxicos” e “Combate a Incêndios” no dia 21, e discussões sobre regulamentação da aviação agrícola na manhã de 22 de agosto.

O congresso também abrigará o Congresso Científico da Aviação Agrícola, que apresentará 24 pesquisas de diversas universidades e especialistas. Entre os destaques estão estudos da Universidade de Brasília (UnB), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e das Universidades Federais do Espírito Santo (Ufes), de Uberlândia (UFU), de Jataí (UFJ) e da Grande Dourados (UFGD), focando no tema “Tecnologia e Sustentabilidade da Aviação Agrícola”.

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As atividades de exibição, demonstrações, palestras e debates ocorrerão das 14h às 21h em todos os dias do evento, enquanto a agenda de cursos começará na manhã de 19 de agosto, com turmas sobre Atualização de Pilotos Agrícolas e Manutenção de Drones.

Outras informações e inscrições, clique aqui

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Serviço:

Congresso da Aviação Agrícola do Brasil
Data: de 20 a 22 de agosto
Local: Aeroporto Executivo de Santo Antônio do Leverger (MT)

Fonte: Pensar Agro

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Preço do boi gordo perde força antes do Dia das Mães e mercado aponta acomodação da arroba

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O mercado físico do boi gordo encerrou a semana em ritmo mais lento e com sinais de acomodação nos preços, mesmo diante da proximidade do Dia das Mães, uma das datas mais importantes para o consumo de carnes no Brasil. O cenário reflete uma combinação de demanda doméstica moderada, maior competitividade das proteínas concorrentes e cautela das indústrias frigoríficas nas compras de animais para abate.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias, frigoríficos de estados como São Paulo, Goiás e Minas Gerais tentaram alongar escalas de abate com ofertas em patamares mais baixos. Em contrapartida, em Mato Grosso houve encurtamento das escalas, levando parte da indústria local a reajustar preços para garantir abastecimento.

Mercado acompanha limite da cota chinesa

Além do comportamento do consumo interno, o setor pecuário monitora com atenção a evolução da cota de exportação de carne bovina para a China. A expectativa é de que o limite atual seja atingido em meados de junho, o que aumenta as incertezas sobre o ritmo dos embarques brasileiros durante o terceiro trimestre de 2026.

A China segue como principal destino da carne bovina brasileira e qualquer alteração no fluxo de exportações tende a impactar diretamente a formação de preços da arroba no mercado doméstico.

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Preço da arroba do boi gordo por estado

Na modalidade a prazo, os preços da arroba do boi gordo apresentaram estabilidade na maior parte das praças pecuárias monitoradas até o dia 7 de maio:

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  • São Paulo (Capital): R$ 350,00 por arroba, queda de 2,78% frente aos R$ 360,00 da semana anterior;
  • Goiás (Goiânia): R$ 340,00 por arroba, recuo de 1,45%;
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 340,00 por arroba, estável;
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 350,00 por arroba, sem alterações;
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 360,00 por arroba, estável;
  • Rondônia (Vilhena): R$ 330,00 por arroba, sem mudanças em relação ao mês anterior.
Carne bovina perde competitividade no atacado

No mercado atacadista, os preços também apresentaram acomodação, mesmo em um período tradicionalmente favorável ao consumo, impulsionado pela entrada dos salários e pelas compras relacionadas ao Dia das Mães.

Segundo Iglesias, os atuais níveis de preços da carne bovina limitam novas altas mais intensas, já que parte da população encontra dificuldade para absorver reajustes adicionais no varejo.

A carne bovina continua perdendo competitividade frente às proteínas mais acessíveis, principalmente a carne de frango, que segue ganhando espaço no consumo doméstico.

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Os cortes bovinos registraram os seguintes preços médios na semana:

  • Quarto do dianteiro: R$ 23,00 por quilo, queda de 2,13%;
  • Cortes do traseiro: R$ 28,00 por quilo, recuo de 1,75%.
Exportações de carne bovina seguem fortes em abril

Apesar da acomodação do mercado interno, as exportações brasileiras de carne bovina seguem em ritmo robusto.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 251,944 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada em abril, considerando 20 dias úteis.

A receita obtida pelo país somou US$ 1,572 bilhão, com média diária de US$ 78,625 milhões. O preço médio da tonelada exportada ficou em US$ 6.241,50.

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Na comparação com abril de 2025, os números mostram:

  • Alta de 29,4% na receita média diária;
  • Crescimento de 4,3% no volume médio diário embarcado;
  • Avanço de 24,1% no preço médio da tonelada.

O desempenho das exportações segue sendo um dos principais fatores de sustentação para o setor pecuário brasileiro, especialmente em um momento de maior cautela no consumo doméstico.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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