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Polícia

Prisão de dupla revela uso de bloqueadores em furtos na capital

Polícia de Cuiabá prende barbeiro e sushiman com Honda HR-V furtado, placas clonadas e bloqueadores de sinal. Vítima teve casa invadida no Jardim Petrópolis.

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prisão em flagrante por carro de luxo
Barbeiro e sushiman foram detidos em Cuiabá com carro clonado e equipamentos de bloqueio de GPS.

Blitz em Cuiabá revela veículo clonado, equipamentos de bloqueio de sinal e furto a residência no Jardim Petrópolis; dupla alegou apenas “guardar” e “transitar” com o bem

Uma fiscalização de trânsito aparentemente comum desmantelou uma cadeia de crimes em Cuiabá nesta sexta-feira (16). A ação, que começou na Avenida Oátomo Canavarros, nas imediações da Escola Sesi, resultou na prisão de dois jovens trabalhadores: um barbeiro e um sushiman. O que deveria ser apenas uma verificação de documentos expôs um esquema sofisticado envolvendo um Honda HR-V clonado, furto qualificado e o uso de tecnologia para bloquear rastreadores.

Tudo começou quando policiais militares abordaram o veículo conduzido por Allan Honorato de Brito, de 20 anos. O carro ostentava a placa NDD-5A85. Contudo, a checagem técnica revelou a fraude. A numeração do chassi gravada nos vidros indicava que o automóvel era, na verdade, o de placa QBG-2248. O sistema policial confirmou imediatamente: tratava-se de um veículo furtado.

Do chassi adulterado à força física

A divergência numérica foi apenas o primeiro indício. Questionado sobre a origem do carro, o barbeiro tentou, inicialmente, alegar uma compra legal em uma garagem. A história não se sustentou. Ao receber voz de prisão por adulteração de sinal identificador, o suspeito reagiu.

A tensão escalou rapidamente. De acordo com o registro oficial da ocorrência, a equipe policial precisou agir com firmeza diante da resistência física de Allan. O documento cita o “emprego de força moderada para contê-lo, algemá-lo e colocá-lo no compartimento da viatura”.

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Já contido, e com uma porção de maconha encontrada no interior do carro, o barbeiro mudou a versão. Ele admitiu a posse ilícita e confessou que pegou o veículo naquele mesmo dia. Segundo sua nova declaração, ele “apenas havia trocado as placas para poder transitar com o veículo”.

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O “bunker” e os bloqueadores

A confissão de Allan guiou os policiais até sua residência, no bairro Morada do Ouro. O local funcionava como um depósito estratégico para o crime. Lá, os agentes recuperaram as placas originais do HR-V. Mas o que surpreendeu foi o nível de profissionalismo dos equipamentos encontrados: duas embalagens contendo antenas de aparelhos conhecidos como “jammers”.

Para entender melhor: Os jammers (ou capetinhas) são dispositivos que emitem ruído eletromagnético. Eles bloqueiam sinais de GPS e celular, impedindo que rastreadores de veículos enviem a localização para as seguradoras ou proprietários. O uso desse equipamento indica, geralmente, a atuação de grupos organizados.

Além da tecnologia de bloqueio, a polícia encontrou três munições intactas de calibre 12 e um estojo repleto de semijoias. Sobre os itens de valor, Allan tentou mais uma justificativa improvisada. Ele disse que o material “seria da sua esposa, que revendia tais peças”. A mentira durou pouco.

A vítima, I.I.G., havia acabado de chegar de viagem. Ao entrar em sua casa no bairro Jardim Petrópolis, encontrou o cenário de destruição típico de uma invasão. Levaram o carro, televisores e as joias. Ao ver os itens recuperados na delegacia, ela reconheceu imediatamente suas propriedades.

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A conexão no restaurante

O interrogatório preliminar de Allan apontou para um segundo envolvido. Ele indicou Alyf Lima Lourenço, de 31 anos, como a pessoa que lhe repassou o veículo. A polícia se deslocou até o bairro CPA II, onde localizou Alyf em seu local de trabalho.

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O suspeito, que atua como sushiman em um restaurante de comida oriental, tentou minimizar sua participação. Em depoimento, ele afirmou que era “responsável apenas por guardar o veículo”. No entanto, não soube — ou não quis — explicar quem teria deixado o carro sob sua responsabilidade, nem forneceu nomes de terceiros.

O delegado plantonista negou a fiança na fase policial. Ambos foram autuados por furto qualificado e adulteração de sinal de veículo automotor. A soma das penas ultrapassa quatro anos, o que impede a liberdade provisória imediata. A arma de fogo furtada da vítima (uma espingarda) ainda não foi localizada.

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VÁRZEA GRANDE

CMEI Édson Reveles Pereira recebe reparos após princípio de incêndio e mantém atendimento às crianças

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O CMEI Professor Édson Reveles Pereira, em Várzea Grande, passou por uma série de reparos após um princípio de incêndio registrado na última terça-feira (1º). O incidente, provocado por um curto-circuito no aparelho de ar-condicionado de uma das salas, ocasionou danos pontuais na estrutura da unidade e levou ao isolamento do espaço afetado para garantir a segurança de alunos e profissionais.

Apesar do ocorrido, o funcionamento do CMEI não foi prejudicado. As atividades seguiram normalmente, e as crianças continuaram sendo atendidas pela equipe da unidade.

Os serviços de recuperação foram concluídos nesta quinta-feira (3), incluindo a substituição do trecho do telhado danificado pelas chamas, a instalação de um novo aparelho de ar-condicionado e a pintura da área afetada pelo princípio de incêndio.

De acordo com a responsável pelo setor de Obras, Aliestt Rodrigues, a equipe atuou de forma rápida para que os reparos fossem realizados com segurança e sem comprometer a rotina das crianças.

“Assim que tomamos conhecimento do ocorrido, nossa equipe esteve no local para avaliar os danos e definir as medidas necessárias. O espaço foi isolado e os reparos foram realizados de forma ágil, garantindo que tudo pudesse ser recuperado com segurança. Nosso objetivo é assegurar que as unidades estejam sempre em boas condições para receber nossas crianças e profissionais”, destacou.

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A intervenção faz parte do trabalho de manutenção e acompanhamento da estrutura física das unidades da Rede Municipal de Ensino, com atenção especial às situações que possam oferecer qualquer risco à comunidade escolar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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