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Ataque virtual vira inquérito: esposa de político denuncia calúnia grave

Esposa do ex-vereador Samir Japonês registra B.O. contra homem que a acusou, em comentário no Instagram, de cometer homicídio na Av. Miguel Sutil.

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Calúnia contra esposa de ex-vereador
Márcia Magalhães registrou o boletim de ocorrência na manhã desta quarta-feira em Várzea Grande. Foto:rede social.

Márcia Magalhães registrou boletim de ocorrência após ser acusada de homicídio em comentário no Instagram; suspeito responderá criminalmente

A linha que separa a liberdade de expressão do crime contra a honra foi cruzada, mais uma vez, no ambiente digital de Várzea Grande. Na manhã desta quarta-feira (14), o debate político nas redes sociais cedeu espaço a um caso de polícia. Márcia Alessandra Garcia Magalhães, esposa do ex-vereador Samir Japonês, procurou a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso. O motivo é grave. Ela afirma ter sido alvo de calúnia e difamação no Instagram.

O registro oficial, feito às 11h42, aponta Gilson Adilio da Silva, de 44 anos, como o autor das ofensas. A controvérsia começou em uma publicação na página “VGN.OFICIAL”. O post original trata de um tema comum na política local: a “nomeação do ex-vereador Samir Japonês”, marido da denunciante. No entanto, a discussão nos comentários tomou um rumo inesperado e pessoal.

A acusação de homicídio

Segundo o relato documentado pela Polícia Civil, Gilson não se limitou a criticar a gestão ou a política. Ele teria imputado, falsamente, um crime gravíssimo à esposa do político. A narrativa policial descreve que o suspeito “acusou a comunicante falsamente de ter cometido o crime de homicídio”.

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Print dos comentários do post. O comentário de @gilsonadilio foi apagado.

O teor do comentário foi específico e detalhado. De acordo com o boletim de ocorrência, Gilson afirmou de “forma grave” que Márcia seria a mulher que matou um senhor na Miguel Sutil e ficou impune. A Avenida Miguel Sutil é uma das vias mais movimentadas e conhecidas da região metropolitana. Consequentemente, associar o nome de alguém a um atropelamento fatal ou assassinato naquele local gera danos imediatos à reputação.

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Reação e providências legais

Diante do ataque, a reação foi imediata. Márcia Magalhães não deixou o episódio restrito ao “tribunal da internet”. Ela compareceu pessoalmente à unidade policial no bairro Centro, em Várzea Grande, para formalizar a queixa. O documento destaca que o crime foi “realizado por meio eletrônico através da rede social Instagram”.

A legislação brasileira é dura com esse tipo de conduta. A internet não é terra sem lei. Por isso, a vítima manifestou, de forma expressa, o desejo de “representar criminalmente em face do suspeito Gilson Adilio da Silva”. Isso significa que o caso não será apenas um registro em papel. Ele deve evoluir para um inquérito policial ou um processo judicial, onde o autor terá que provar o que disse ou arcar com as penas previstas no Código Penal.

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O peso das palavras

O caso foi enquadrado nas naturezas de calúnia e difamação, ambos crimes contra a pessoa e contra a honra. A calúnia ocorre quando se atribui falsamente a alguém um fato definido como crime — neste caso, o homicídio. Já a difamação envolve imputar fato ofensivo à reputação.

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Agora, as autoridades policiais darão seguimento à investigação. O registro foi assinado eletronicamente pela escrivã Ana Luísa Costa Mendonça. O episódio serve como um alerta claro. Comentários em redes sociais, mesmo feitos no calor do momento político, deixam rastros e trazem consequências reais.

 

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CUIABÁ

Vereadora reafirma posicionamento à favor da vida

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Débora Inácio | Assessoria da vereadora Michelly Alencar 
Durante a sessão ordinária desta quinta-feira (23), a vereadora Michelly Alencar (União Brasil) fez um pronunciamento marcado por convicção, emoção e clareza de princípios ao reafirmar seu posicionamento contrário ao aborto.
Em sua fala, a parlamentar destacou que sua atuação no Legislativo é guiada por valores inegociáveis e pela defesa da vida desde a sua concepção.
“Eu não abro mão daquilo em que acredito. Minha voz é pela vida”, afirmou ao se posicionar de forma firme diante do tema debatido em plenário.
Michelly ressaltou que entende a sensibilidade do assunto, mas reforçou que seu compromisso é com aquilo que acredita ser o correto.
“Estamos aqui para representar a população, mas também para ter coragem de defender princípios, mesmo quando são temas difíceis”, pontuou.
A vereadora também trouxe à tona sua fé e seus valores como base de suas decisões, destacando que sua postura reflete não apenas uma posição política, mas um propósito de vida. “Defender a vida é, para mim, uma missão”, declarou.
Ao final, Michelly reafirmou que seguirá conduzindo seu mandato com coerência, responsabilidade e firmeza, especialmente em pautas que envolvem valores fundamentais da sociedade.
ENTENDA
O posicionamento ocorreu após a assinatura de uma moção de repúdio, assinada por vereadores e encaminhada ao Senado Federal, contra a nomeação de Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula para assumir uma cadeira no Supremo Tribunal Federal.
Registros apontam que, como chefe da Advocacia-Geral da União, ele representou o governo em ações no Supremo Tribunal Federal e defendeu posições jurídicas ligadas a direitos fundamentais e políticas públicas, incluindo casos que envolvem direitos reprodutivos.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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