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Lucas do Rio Verde

Matrículas do Programa Mais MT Muxirum estão abertas em Lucas do Rio Verde

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Desenvolvido por meio de uma colaboração entre o Governo do Estado de Mato Grosso e a Prefeitura de Lucas do Rio Verde, o Programa Mais MT Muxirum está com matrículas abertas para novas turmas de alfabetização de jovens e adultos no município. O Programa atenderá pessoas com idade acima dos 15 anos, que ainda não tiveram acesso ou oportunidade de aprender a ler e escrever.

O período de matrículas será realizado até dia 24 de junho, no horário das 7h às 11h e das 13h às 17h, no centro de formação. É necessário apresentar os seguintes documentos: RG e CPF, comprovante de residência atualizado e título de eleitor (se tiver).

Em Lucas do Rio Verde, essa será a 6ª edição do Programa, e os interessados devem procurar o Centro de Formação, localizado na Avenida Espírito Santo nº 469 S, no Bairro Jardim das Palmeiras.

As aulas acontecerão três vezes por semana, nas seguintes unidades escolas: Cecília Meirelles, Marcio Schabat no período noturno. Também haverá a disponibilidade de turmas na Escola Érico Veríssimo, no período vespertino.

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Para maiores informações entrar em contato com o Coordenador do Programa Manoel pelo fone (65) 9 9800-0183 ou com a Assessora Pedagógica Joice Marçal (65) 9 9697-7131.

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Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Famílias acolhedoras ajudam a construir novos caminhos para crianças e adolescentes em Lucas do Rio Verde

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O Programa Família Acolhedora Aconchego, desenvolvido pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde, já conta com cinco famílias cadastradas e realizou o primeiro acolhimento desde a sua criação, em 2023. A iniciativa oferece um lar temporário para crianças e adolescentes que precisam ser afastados da família por medida de proteção.

A experiência marcou um importante passo para o programa, que busca garantir cuidado, afeto e convivência familiar durante esse período.

O programa segue com inscrições abertas para novas famílias interessadas em participar. Segundo a coordenadora do serviço, Eliane Dias, os interessados passam por um processo de preparação antes de integrar a iniciativa.

“O Programa Família Acolhedora teve sua lei de promulgação em 2023. Desde então, as famílias interessadas podem fazer o cadastro por meio do site da Prefeitura. Elas passam por um curso de capacitação antes de serem habilitadas para participar do serviço. Quando falamos em família acolhedora, não significa apenas o modelo tradicional formado por marido e mulher. Pode ser uma pessoa sozinha, casais ou casais homoafetivos. O importante é que tenham interesse em acolher e estejam preparados para oferecer cuidado e proteção”, explicou Eliane Dias.

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Atualmente, o município conta com cinco famílias cadastradas no programa. Desde a implantação do serviço, um acolhimento já foi realizado, demonstrando na prática a importância da iniciativa para a rede de proteção à criança e ao adolescente.

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As famílias interessadas passam por um curso de capacitação de 40 horas e por avaliação técnica antes de integrarem o programa. Todo o processo é acompanhado por profissionais especializados.

A família acolhedora não possui vínculo de adoção com a criança ou adolescente. O acolhimento é temporário e ocorre durante o período definido pela Justiça, e para ajudar nas despesas durante o acolhimento, as famílias recebem uma bolsa-auxílio destinada a custos com alimentação, vestuário, higiene, lazer e outras necessidades da criança ou adolescente.

Entre as famílias que já participaram do programa estão Bruna Tolove e Pedro Liene. O casal decidiu se cadastrar após conhecer a proposta e enxergar na iniciativa uma oportunidade de fazer a diferença na vida de uma criança ou adolescente.

Para Bruna, o acolhimento transforma não apenas quem recebe os cuidados, mas também quem abre as portas de casa para acolher. “A ideia surgiu quando o Pedro chegou em casa falando sobre o programa. No começo eu fiquei pensativa, mas percebi que era uma oportunidade de ajudar alguém em um momento muito importante da vida. Vale muito a pena, porque você vê que pode contribuir para mudar uma história. E o mais interessante é que a transformação não acontece apenas com quem é acolhido, nós também aprendemos muito, saímos dessa experiência com um olhar diferente sobre a vida e com a certeza de que, quando ajudamos alguém, também somos transformados”, destacou Bruna.

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Pedro afirma que o acolhimento vai além de um gesto de solidariedade e representa uma oportunidade de contribuir para o futuro de uma criança ou adolescente.
“Quando falamos de uma criança ou adolescente, estamos falando de alguém que ainda tem toda uma história para construir. Saber que você pode contribuir, nem que seja com um conselho, uma palavra amiga ou um exemplo, já faz toda a diferença. Muitas vezes, pequenos gestos podem ajudar a mudar uma trajetória. É uma experiência que nos traz um grande senso de propósito e nos faz entender que todos podemos colaborar para construir um futuro melhor para quem precisa de apoio naquele momento”, ressaltou.

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Como participar
As famílias interessadas em participar do Programa Família Acolhedora Aconchego podem procurar a Secretaria de Assistência Social e Habitação para obter mais informações sobre os critérios e o processo de inscrição.

A iniciativa continua aberta para novos cadastros e busca ampliar a rede de famílias preparadas para acolher crianças e adolescentes que necessitam de proteção temporária.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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