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OAB lança campanha e oferece canal de denúncia

mato grosso alerta para golpes do falso advogado e oab lança campanha

crescente onda de golpes do falso advogado em mato grosso leva oab-mt a lançar campanha preventiva com novo canal de denúncias e parceria com a polícia civil.

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golpe do falso advogado mato grosso
a oab-mt lança campanha contra o golpe do falso advogado e orienta vítimas a denunciarem.

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) está em alerta máximo! Nos últimos tempos, o estado tem sido alvo de uma crescente onda de golpes praticados por criminosos que se passam por advogados. Para frear essa situação alarmante, a OAB-MT acaba de lançar uma nova e importante campanha de orientação e combate a essas fraudes.

“Unidos vamos combater esses criminosos, defender a advocacia e os jurisdicionados, além de buscar a punição para aqueles que estão por trás dos golpes. Continuaremos trabalhando em parceria com as forças da segurança pública e integrados com todo o Sistema OAB. Não podemos admitir que esse tipo de crime permaneça crescendo e prejudicando tanto advogados como clientes”, enfatiza Gisela Cardoso, presidente da OAB-MT, demonstrando a urgência e a seriedade com que a instituição encara o problema.

Novo canal de denúncias: sua ajuda é fundamental

Pensando em facilitar o processo de denúncia para as vítimas, a OAB-MT criou um canal direto e exclusivo. Se você foi alvo de alguma tentativa de golpe, fraude ou tem informações relevantes sobre o assunto, pode entrar em contato através do e-mail: [endereço de e-mail removido]. As denúncias recebidas serão prontamente encaminhadas para a Polícia Civil e outros órgãos competentes para investigação e as devidas providências.

Um problema que vem se agravando

O “golpe do falso advogado” começou a se tornar mais frequente em Mato Grosso a partir de agosto de 2020. Desde então, a OAB-MT tem intensificado suas ações de conscientização, com divulgações, alertas e entrevistas. Esta nova campanha é mais um passo nessa luta contínua, impulsionada pelas discussões levantadas pela presidente Gisela Cardoso em um encontro nacional da OAB.

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“Apoiamos iniciativas que visam garantir a responsabilização efetiva de indivíduos e organizações envolvidas nesse tipo de crime”, reforça Gisela Cardoso, mostrando o compromisso da Ordem em buscar justiça para as vítimas.

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A engrenagem da investigação: denúncias levam a prisões

Assim que as denúncias chegam à OAB-MT, elas são repassadas à Polícia Judiciária Civil, servindo como ponto de partida para as investigações. Um exemplo concreto da efetividade dessa parceria é um inquérito policial que apurou 73 casos de golpes e fraudes, sendo que 43 deles foram iniciados a partir de informações fornecidas pela OAB-MT.

Como agem os golpistas? Fique atento!

É crucial entender a tática utilizada por esses criminosos para não cair em suas armadilhas. Eles geralmente se apresentam como advogados, utilizando números de telefone desconhecidos, com códigos de área (DDD) de outras cidades. Para dar mais credibilidade ao golpe, eles costumam usar fotos de advogados reais, muitas vezes retiradas de redes sociais. O objetivo final é sempre o mesmo: convencer a vítima a fazer depósitos bancários com urgência, alegando situações diversas.

Operação policial resulta em prisões e bloqueio de contas

Graças às denúncias encaminhadas pela OAB-MT, a Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou uma operação que resultou em 32 prisões e no cumprimento de 33 mandados de busca e apreensão. Além disso, diversas contas bancárias utilizadas pelos golpistas foram bloqueadas, demonstrando o impacto das denúncias na repressão a esse tipo de crime.

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A importância de denunciar: Não seja mais uma vítima silenciosa

É importante ressaltar que os números de golpes podem ser ainda maiores, já que muitas vítimas não comunicam o ocorrido à OAB-MT. Apesar disso, dezenas de denúncias chegaram à instituição nos últimos anos. Há também casos em que as vítimas procuram diretamente a polícia para registrar boletins de ocorrência. Infelizmente, muitos outros casos sequer chegam ao conhecimento das autoridades.

“Para podermos combater de forma ainda mais eficaz é importante que os golpes sejam denunciados, assim, pedimos que todos que forem vítimas comuniquem a OAB-MT, enviem um e-mail, encaminhem a cópia do boletim de ocorrências, prints de whats, enfim, todo o material que possa auxiliar na investigação”, apela Gisela Cardoso, reforçando o papel crucial da participação da população no combate a essa criminalidade.

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Fique Ligado! A união da OAB-MT, das forças de segurança e da sociedade é essencial para deter o avanço do golpe do falso advogado e garantir a segurança de todos. Não hesite em denunciar! Sua informação pode fazer a diferença.

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Eclipse com “lua de sangue” poderá ser visto em Mato Grosso

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O céu de agosto reserva dois eclipses, e apenas um deles interessa a quem vai olhar para cima em Mato Grosso. O eclipse solar total do dia 12 fica restrito ao hemisfério norte, sem qualquer visibilidade no Brasil. Já o eclipse lunar da virada de 27 para 28 de agosto será observável de todo o território nacional, a olho nu, sem equipamento e sem precisar sair da cidade.

Em Cuiabá e nas demais cidades do estado, a fase interessante começa às 22h33 do dia 27, quando a sombra da Terra passa a avançar visivelmente sobre o disco lunar. O ponto máximo ocorre às 0h12 do dia 28, já na madrugada de sexta-feira. Os horários seguem o fuso de Mato Grosso, uma hora atrás de Brasília, onde o mesmo instante marca 23h33 e 1h12. A fase parcial se estende por cerca de três horas e 18 minutos.

Tecnicamente, o fenômeno é um eclipse parcial. Na prática, chega perto do limite. Os cálculos da Nasa apontam magnitude umbral de 0,930, o que significa que 93% do diâmetro da Lua entrará na umbra, a parte central e mais escura da sombra terrestre. A porção encoberta não desaparece: ganha um tom avermelhado, resultado da luz solar que atravessa a atmosfera da Terra e é desviada para a superfície lunar.

“Este eclipse será apenas parcial, mas será quase total, já que 93% da Lua vai entrar na sombra escura da Terra”, afirmou a astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional, em entrevista divulgada pela instituição.

A posição da Lua no céu favorece o observador brasileiro. No momento de maior cobertura, o satélite estará alto, o que dispensa a busca por mirantes, morros ou horizontes abertos. Um quintal, uma varanda ou uma rua com pouca iluminação artificial bastam. A duração longa também dá margem a nuvens passageiras sem que a observação se perca.

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Por que a Lua fica vermelha

Dentro da umbra, a Lua não fica no escuro absoluto. Ela continua recebendo luz do Sol, só que filtrada pela atmosfera da Terra. O ar espalha os tons azuis e deixa passar os avermelhados — o mesmo processo que tinge o céu no fim da tarde. Essa luz vermelha é desviada pela borda da atmosfera terrestre e vai parar na superfície lunar, o que dá ao disco eclipsado a cor de cobre.

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A intensidade do tom varia. Quanto mais poeira, fumaça e nuvem houver na atmosfera no momento do eclipse, mais escura fica a Lua. Em anos de grandes erupções vulcânicas, o disco chega a quase sumir da vista.

O eclipse lunar só acontece na Lua cheia, quando Sol, Terra e Lua se alinham nessa ordem. Como a órbita lunar é inclinada cerca de cinco graus em relação ao plano da órbita terrestre, o alinhamento perfeito não se repete todo mês — daí a raridade relativa do fenômeno.

A sombra projetada pela Terra tem duas camadas. A penumbra é uma sombra branda, que escurece a Lua de forma quase imperceptível. A umbra é a região central, onde a luz solar direta fica bloqueada. O eclipse penumbral costuma passar despercebido; o parcial e o total acontecem quando a Lua penetra a umbra.

Segundo o Observatório Nacional, este será o último eclipse lunar de grande magnitude visível de todo o país até o fim da década. Os previstos para 2027 são penumbrais. Em 2028, os dois parciais terão coberturas bem menores, inferiores a 3% e a 33%.

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O eclipse do Sol, e por que ele não chega aqui

O fenômeno do dia 12 é de outra natureza. Nele, a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol e projeta uma sombra estreita sobre a superfície do planeta. Só quem está dentro dessa faixa vê o Sol completamente encoberto.

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A trajetória começa no extremo norte da Sibéria, na Rússia, cruza o Oceano Ártico, passa pela Groenlândia e pela Islândia e atinge a Europa continental no fim da tarde. Na Espanha, a faixa de totalidade se estende da costa norte — com Oviedo, A Coruña e Bilbao — até as Ilhas Baleares, e uma pequena área de Portugal também é alcançada. No ponto de maior eclipse, em águas internacionais, a totalidade dura pouco mais de dois minutos.

Fora dessa faixa, o Sol aparece apenas parcialmente coberto. É o caso da França, de boa parte da Europa, do norte da África e de trechos da América do Norte. O Brasil fica fora de qualquer uma das duas condições.

O eclipse solar total resulta de uma coincidência geométrica. O Sol tem diâmetro cerca de 400 vezes maior que o da Lua, mas está aproximadamente 400 vezes mais distante. Os dois discos, vistos da Terra, acabam com tamanho aparente semelhante.

Proteção só é exigida no eclipse solar

A diferença de segurança entre os dois fenômenos é absoluta. O eclipse lunar não oferece risco algum: pode ser acompanhado a olho nu, com binóculo ou telescópio, do começo ao fim.

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Já o eclipse solar exige filtro certificado pela norma ISO 12312-2 ou máscara de solda com vidro número 14. Óculos escuros comuns, chapas de raio X, filmes fotográficos, vidros escurecidos e telas de celular não protegem a retina. A exposição direta sem filtro adequado pode causar lesão permanente na visão.

Quem quiser acompanhar o eclipse solar de longe encontra transmissões ao vivo. A Agência Espacial Europeia exibe o fenômeno em seu canal no YouTube, e o Observatório Nacional também transmite os dois eventos gratuitamente pela mesma plataforma.

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