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EDUCAÇÃO

MEC participa de seminário internacional pela Amazônia

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Assessoria para Assuntos Internacionais (AI), participou do seminário Cooperação Internacional pela Amazônia: impulsionando a implementação da Declaração de Belém, que ocorreu em 9 de abril, em Brasília. O evento resultou na identificação de caminhos para fortalecer a cooperação pan-amazônica, na sistematização de boas práticas entre os países da região e no avanço das discussões para a reativação da Comissão Especial de Educação da Amazônia. 

Na abertura, o MEC foi representado pelo assessor especial para Assuntos Internacionais, Felipe Dutra de Carvalho Heimburger, que levou reflexões sobre desafios e oportunidades para o fortalecimento da cooperação regional, bem como sobre o papel estratégico das universidades federais e dos institutos federais na promoção do ensino, da pesquisa e da extensão nos municípios amazônicos, contribuindo decisivamente para a formação de capacidades para a promoção do desenvolvimento sustentável na Amazônia.  

Segundo Heimburger, o MEC e a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) têm trabalhado para aprofundar a cooperação pan-amazônica e já iniciaram os primeiros passos para a reativação da Comissão Especial de Educação, que deverá contar com subcomissões técnicas para tratar, sob uma perspectiva dos desafios específicos da região amazônica, de temas como educação básica, educação especial e educação superior.  

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Em agosto de 2023, foi realizada, em Belém, a 4ª Reunião de Presidentes dos Estados Partes no Tratado de Cooperação Amazônica. Na Cúpula da Amazônia, aprovou-se a Declaração de Belém, com o objetivo de dar impulso à agenda comum de cooperação, adaptando-a às novas realidades regionais e globais. O documento realçou o papel institucional da OTCA e da cooperação Sul-Sul na implementação do tratado e estabeleceu diversos mecanismos para viabilizar a participação da sociedade civil na definição das prioridades para o desenvolvimento sustentável da região. A declaração também destacou a importância da atuação coletiva e da visão integrada para fazer frente aos desafios ambientais e evitar o ponto de não retorno no bioma amazônico, indicando instrumentos para a ação climática e para a preservação da biodiversidade.    

Nesse contexto, o seminário realizou um balanço da implementação da Declaração de Belém em 2023 e da Declaração de Bogotá em 2025 e avaliou os resultados da COP30 relevantes para a Amazônia, buscando identificar caminhos para impulsionar esses instrumentos no futuro imediato, aprofundar a cooperação pan-amazônica e enfrentar os desafios ainda existentes. O grupo identificou e compartilhou boas práticas por parte dos países amazônicos na promoção da ação climática e na prevenção e no enfrentamento a atividades nocivas às comunidades e ao meio ambiente na Bacia Amazônica.  

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Organizado pela Plataforma CIPÓ e pela Associação de Universidades Amazônicas (Unamaz), parceira do MEC nas atividades da COP-30 em Belém, o seminário Cooperação Internacional pela Amazônia contou com a participação de representantes dos países-membros da OTCA, do Governo Federal, de membros da sociedade civil, da academia, de organizações internacionais e diplomáticas de países parceiros. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria de Assuntos Internacionais (AAI/GM)  

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC fará seminário sobre política de educação superior

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Com o intuito de construir diretrizes para a formulação da Política Nacional de Educação Superior (Pneds), o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), promoverá o Seminário Pneds, com o tema “Educação Superior como Política de Estado: fundamentos, objetivos e compromissos institucionais”. O objetivo é escutar especialistas e a sociedade para a elaboração da política, com ênfase na diversidade, equidade e inclusão. O encontro ocorrerá na sexta-feira, 17 de abril, das 8h às 13h (horário de Brasília), no Plenário do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília (DF). 

Estão confirmadas as presenças do secretário de Educação Superior, Marcus David; da secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo; da diretora de Desenvolvimento Acadêmico da Sesu, Lucia Pellanda; e do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho. A mediação será feita pelo coordenador-geral de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Araujo. 

O evento contará também com a presença de estudantes, docentes e técnicos-administrativos, gestores de instituições de educação superior, pesquisadores, especialistas, representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de órgãos governamentais e de participação social. O seminário integra uma série de atividades de escuta, com participação social, que estão acontecendo desde agosto de 2025, visando à formulação da política. 

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A programação conta com as palestras “Educação Superior Indígena: diversidade sociocultural e políticas educacionais” e “Povos Quilombolas e Educação Superior: reconhecimento, inclusão e justiça educacional”. Essa última discutirá a educação superior a partir do reconhecimento dos direitos dos povos quilombolas, da valorização de seus saberes tradicionais e epistemologias próprias, da necessidade de revisão curricular, incluindo disciplinas obrigatórias, metodologias inclusivas e estratégias institucionais para o enfrentamento da reprovação, evasão e abandono.  

Outra palestra será “Relações Étnico-Raciais e Educação Superior: desafios e perspectivas institucionais”. Nela, será analisada a educação das relações étnico-raciais na educação superior, com ênfase na incorporação de epistemologias negras nos currículos, na obrigatoriedade de disciplinas específicas e no enfrentamento de práticas acadêmicas excludentes que naturalizam a reprovação e aprofundam desigualdades, especialmente para estudantes cotistas e negros. 

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A programação inclui, ainda, a palestra “Pessoas com Deficiência na Educação Superior: acessibilidade, inclusão e responsabilidade institucional”, que abordará a inclusão de pessoas com deficiência na educação superior, com foco na acessibilidade, revisão de práticas avaliativas, metodologias de ensino inclusivas e superação da cultura acadêmica que associa qualidade à exclusão, com responsabilização institucional pelos resultados acadêmicos e pelo sucesso estudantil.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu

Fonte: Ministério da Educação

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