Política MT
Botelho recebe Título de Cidadão Figueiropolense em reconhecimento aos serviços prestados
A Câmara Municipal de Figueirópolis d’Oeste concedeu, na última quinta-feira (9), o Título de Cidadão Honorário ao deputado estadual Eduardo Botelho (MDB). A solenidade foi realizada no plenário da Casa de Leis e reuniu autoridades locais, lideranças políticas e moradores do município. A homenagem reconhece os relevantes serviços prestados pelo parlamentar ao município, especialmente por meio da destinação de recursos e apoio a iniciativas que contribuem para o desenvolvimento local.
A entrega do título contou com a presença de vereadores parceiros do deputado, entre eles o presidente da Câmara, Anísio Crispim (Republicanos), o vereador Luquinhas (PSDB), a vereadora Vera (Republicanos), do Soldado, o vereador Sérgio (PSDB) e o ex-vereador por seis mandatos, Gessi Soldado.
Em seu discurso, o deputado Eduardo Botelho expressou emoção e reforçou o compromisso com a população de Figueirópolis d’Oeste.
“Recebo esse título com muita gratidão e felicidade. É uma honra, mas também aumenta minha responsabilidade com este município. Como cidadão figueiropolense, reforço meu compromisso de continuar trabalhando, defendendo e lutando para que Figueirópolis cresça e continue sendo um lugar bom de se viver”, afirmou.
Botelho também destacou o papel do Legislativo estadual além da destinação de emendas. “Muitas vezes as pessoas enxergam apenas as emendas, mas o principal papel do deputado é legislar. Foi a Assembleia Legislativa que enfrentou desafios importantes e promoveu mudanças fundamentais para reorganizar o Estado. Hoje, seguimos trabalhando para garantir desenvolvimento com responsabilidade, especialmente em áreas como o meio ambiente e a produção”, pontuou.
O prefeito de Figueirópolis d’Oeste, Ademir Feliciano, o Mirim (Republicanos), destacou a importância da atuação do parlamentar para o município. “Quero agradecer a presença do deputado Eduardo Botelho e parabenizá-lo pelo trabalho que vem realizando na Assembleia Legislativa. Esse título é um reconhecimento pelo apoio e pelos recursos destinados ao nosso município”, afirmou.
O vereador José Lucas da Silva, conhecido como Luquinha, também destacou a parceria com o deputado. “Botelhoe sempre olhou com atenção para Figueirópolis d’Oeste e tem contribuído com o nosso desenvolvimento. Somos muito gratos por isso”, declarou.
Já o vereador Moisés Castro (PSDB), do município de Jauru, ressaltou a atuação regional do parlamentar. “O deputado tem destinado recursos importantes como equipamentos agrícolas e infraestrutura. É um parceiro que soma muito aos municípios”, disse
Emendas – Em 2023, foram investidos R$ 200 mil para a manutenção e construção de bueiros, contribuindo diretamente para a melhoria da infraestrutura rural. Já em 2026, o parlamentar destinou R$ 150 mil para a realização de ações voltadas às mulheres rurais, fortalecendo iniciativas sociais no campo. Além disso, está em andamento um convênio no valor de R$ 590 mil para a aquisição de um caminhão basculante, fruto de uma parceria entre o senador Jayme Campos (União Brasil), e o deputado Botelho, equipamento que irá reforçar os serviços urbanos e rurais do município.
Fonte: ALMT – MT
Política MT
Audiência pública discute caminhos para fortalecer economia indígena em MT
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) discutiu economia indígena e caminhos para fortalecer a autonomia dos povos originários no estado em audiência pública na tarde desta quarta-feira (15). O debate foi proposto pela deputada estadual em exercício Eliane Xunakalo (PT).
Na avaliação da parlamentar, é importante entender melhor a realidade econômica nas aldeias. “A ideia de discutir a economia indígena é para que possamos trazer propostas e levá-las ao poder executivo. Há uma ausência de políticas, talvez por não compreenderem quais são as nossas necessidades”, afirmou.
Eliane ressaltou que a economia indígena é diversa e envolve diferentes cadeias produtivas. “Temos a economia de subsistência, a agricultura familiar, onde se vende o excedente, e também povos que trabalham com monocultura. Precisamos entender essa dinâmica para apoiar desde a produção até a comercialização”, explicou.
Durante a audiência, lideranças e representantes de instituições também apontaram desafios como falta de assistência técnica, dificuldades logísticas e acesso limitado a mercados. O coordenador da Operação Amazônia Nativa (Opan), Ivar Busatto, destacou que o cenário atual exige novas estratégias. “As formas tradicionais de sustento continuam importantes, mas hoje não bastam sozinhas para garantir qualidade de vida. É fundamental investir em educação e em uma assistência técnica forte, que respeite a diversidade de cada povo”, disse.
Ele reforçou ainda a importância de garantir a segurança alimentar e avançar na geração de renda. “A produção tradicional responde por grande parte das necessidades básicas. A partir disso, é preciso pensar na comercialização do excedente, com apoio à logística, feiras e até ao turismo”, pontuou.
Foto: Helder Faria
Conforme destacado durante a discussão, os povos indígenas atualmente precisam de renda para adquirir itens que não produzem, acessar serviços essenciais como saúde, educação e transporte, e enfrentar as mudanças ambientais e pressões externas que impactam seus territórios. “As mudanças climáticas têm impactado nossas plantações, com períodos de seca e chuva desregulados, o que dificulta o trabalho nas roças. Já tivemos situações em que a mandioca acabou cozinhando na própria terra por causa do calor”, relatou Suyani Terena. Ela é vice-presidente de um projeto que tem fortalecido a agricultura familiar, com protagonismo feminino na Aldeia Enawenê-Nawê, em Sapezal.
A experiência no local demonstra que o apoio faz diferença, uma vez que contam com assistência da Empaer em parceria com o município. “Trabalhamos com foco nas mulheres e na segurança alimentar. Hoje temos cerca de 30 mulheres atuando diariamente na terra, produzindo alimentos como mandioca, macaxeira e abóbora para o consumo e também para a venda. Mas precisamos de mais apoio para ampliar as culturas, incluindo o fortalecimento de pomares, da produção de citros e de alimentos tradicionais como a mandioca e a araruta”, explicou Suyani Terena.
Representando o Ministério do Desenvolvimento Agrário, Nelson Borges afirmou que o governo federal busca ampliar o apoio às comunidades. “Estamos trabalhando para aumentar o número de parcerias nos municípios e viabilizando financiamentos, como o Pronaf A Indígena. Também vamos promover feiras para fortalecer a comercialização dos produtos”, destacou o superintendente em Mato Grosso.
A deputada Eliane Xunakalo reforçou que as propostas debatidas serão encaminhadas ao Executivo estadual. “Vamos direcionar as demandas às secretarias para provocar ações concretas. Esse espaço é justamente para ouvir os povos e construir soluções”, concluiu.
Fonte: ALMT – MT
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