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SAÚDE

Ginecologista lista 4 dicas para evitar estrias durante a gravidez

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Um dos efeitos colaterais mais comuns da gestação é o surgimento de estrias — de acordo com a Academia Americana de Dermatologia, cerca de 90% das mulheres desenvolvem as marcas antes ou depois do parto. As linhas vermelhas e brancas são causadas pela ruptura das fibras de colágeno, estruturas responsáveis pela estruturação e elasticidade da pele.

A pele possui fibras fortes e interligadas, mas as estrias podem surgir devido a um crescimento rápido e excessivo de alguma região. No caso das gestantes, o corpo inteiro muda, principalmente a região do abdômen. Para evitar esse processo, o ginecologista e obstetra Carlos Moraes, médico pela Santa Casa de São Paulo, lista algumas dicas importantes para o período da gravidez.

“Há um aumento de peso no tempo gestacional, desencadeando uma maior distensão do abdômen e, consequentemente, o rompimento das fibras da pele. Por isso, o cuidado com o peso é fundamental. Não só pelo lado estético, mas pela saúde do bebê e da mãe. Se houver um aumento de peso exagerado, a mulher pode ter vários problemas de saúde que podem também afetar o feto” afirma o ginecologista.

Como evitar as estrias na gravidez

1. Dieta equilibrada

A gestante pode incluir na dieta alimentos ricos em vitamina C e em substâncias antioxidantes, como betacaroteno e flavonoides. Os nutrientes agem como estimulantes do colágeno na pele, contribuindo para o combate às estrias. Eles podem ser encontrados em frutas cítricas, por exemplo.

Alimentos ricos em vitamina E, como sementes, cereais integrais e óleos vegetais, servem para proteger o organismo e contêm propriedades que ajudam a evitar o envelhecimento da pele.

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Na gravidez, é comum a gestante ter desejos de comer determinados alimentos. Para evitar maiores problemas, é importante ter cuidado com os exageros. O médico orienta que a mulher deve se alimentar em porções pequenas e ter atenção ao conteúdo do prato.

Veja dietas para comer de forma saudável:

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2. Roupa apropriada

Com o aumento do tamanho das mamas e da barriga, o ideal é usar roupas adequadas, que sejam confortáveis e de acordo com o corpo da mãe. Usar peças apertadas ou folgadas demais pode causar um prejuízo à circulação sanguínea.

3. Uso de hidratantes

O uso de cremes e óleos específicos para grávidas é essencial para manter a pele macia, evitar manchas (comum em algumas gestantes) e as estrias. Óleo de amêndoas, de rosa mosqueta e de semente de uvas são os mais indicados. O hidratante deve ser passado todos os dias, especialmente na barriga, com uma leve massagem para ativar a circulação sanguínea.

4. Cuidados no pós-parto

As estrias costumam aparecer como linhas avermelhadas e, com o passar do tempo, se tornam brancas. O médico explica que, quando elas atingem a cor branca, dificilmente são eliminadas.

Mas há maneiras de disfarça-las por meio de tratamentos específicos. Dependendo da cor e intensidade das estrias, o especialista decidirá qual o melhor procedimento. As opções atuais estimulam as células produtoras de pigmento, restaurando a elasticidade da pele e promovendo a produção de colágeno.

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SAÚDE

Oficina de Gestão e Fiscalização de Contratos promove a transparência nas compras públicas do Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde reuniu gestores, fiscais e demais técnicos que atuam em áreas demandantes de compras, unidades de contratação e unidades de controle da aquisição de Insumos Estratégicos em Saúde (IES) para a Oficina de Gestão e Fiscalização de Contratos. O evento foi realizado nos dias 29 e 30 de abril, no auditório Emílio Ribas, na sede do Ministério da Saúde, em Brasília, e contou também com participantes online, totalizando mais de 260 pessoas.

O evento promoveu o alinhamento técnico, a troca de experiências e o aprimoramento de práticas, com foco no fortalecimento da fiscalização de contratos na aquisição de IES. A Oficina também alinhou entendimentos sobre a gestão de ocorrências, incluindo o registro de inconformidades, a comunicação com fornecedores e os devidos encaminhamentos. O conjunto de atividades orientou os participantes sobre adaptações possíveis, dentro da regularidade, na gestão e fiscalização dos diferentes IES, tornando o processo mais eficiente.

O conteúdo evidenciou a dimensão do impacto social gerado pela eficiência nos processos de aquisição e fiscalização contratual para o abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), demonstrando como esse processo é indispensável para que serviços e produtos cheguem à população dentro dos prazos, com qualidade e regularidade. As equipes participaram de práticas para ampliar o conhecimento sobre conceitos fundamentais da gestão contratual, da fiscalização, das responsabilidades dos atores envolvidos.

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Controle de resultados

Um dos conteúdos centrais da Oficina foi o Instrumento de Medição de Resultado (IMR), uma ferramenta que avalia, de forma prática e gradual, se aquilo que foi contratado está entregando os resultados esperados. Nesse sentido, foram discutidas diversas opções para adaptação e aprimoramento do IMR, com a disponibilização de modelos de planos de gestão, registros padronizados e relatórios, que podem contribuir para maior consistência nas práticas adotadas.

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A utilização do IMR contribui diretamente para a qualificação da gestão. O aprimoramento das práticas também favorece o comprometimento do SUS com o uso mais eficiente dos recursos públicos, amplia a rastreabilidade dos processos e fortalece os mecanismos de controle.

O diretor do Departamento de Logística em Saúde (DLOG), Genivano Pinto de Araújo, reforça que a oficina expressa o compromisso do Ministério da Saúde com a gestão de recursos públicos. “A fiscalização contratual é uma etapa essencial para assegurar a boa aplicação dos recursos públicos e a adequada execução dos contratos administrativos. No âmbito do SUS, em razão da amplitude, complexidade e relevância das ações executadas, esse trabalho exige permanente capacitação das equipes. A oficina integra as iniciativas de fortalecimento da atuação técnica, contribuindo para maior segurança, integração e eficiência nos processos de acompanhamento e fiscalização contratual”, afirmou

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A Oficina foi conduzida pelo Departamento de Logística do Ministério da Saúde (DLOG), com a participação da Assessoria Especial de Controle Interno (AECI), da Subsecretaria de Assuntos Administrativos (SAA), da Corregedoria (CORREG) e da Consultoria Jurídica (CONJUR), além de contar com a parceria da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU).

Jaciara França
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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