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Pesquisa do Ministério de Portos e Aeroportos quer ouvir passageiros para tornar a aviação mais acessível

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Pesquisa do Ministério de Portos e Aeroportos quer ouvir passageiros de todo o país sobre acessibilidade na aviação civil. A iniciativa, uma parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), visa identificar os desafios e aprimorar a experiência de pessoas com deficiência de todo o país. A participação é feita pelo site do Projeto Aviação Acessível.

O projeto busca compreender, por meio de relatos e experiências dos passageiros, as principais barreiras enfrentadas pelos usuários, desde a compra da passagem até o desembarque no destino.  

“Estamos trabalhando para que a acessibilidade seja parte central da aviação brasileira, e isso só é possível com a participação ativa dos passageiros. Ao compartilhar suas experiências, cada pessoa contribui diretamente para a construção de um setor mais inclusivo, eficiente e preparado para atender a todos”, afirma o secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo.   

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A iniciativa é baseada na escuta direta e tem como premissa o relato do usuário. Esse método permite ao passageiro explorar diversos pontos da viagem, podendo avaliar os procedimentos de acessibilidade adotados por aeroportos e companhias aéreas, indicando tanto sua relevância quanto sua efetividade na prática. A experiência pode ser relatada por texto, áudio ou vídeo. 

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 Cada resposta é fundamental, pois auxilia na identificação de problemas que podem ser comuns em diferentes aeroportos. A partir dessas contribuições, é possível construir soluções eficazes para ampliar a autonomia da pessoa com deficiência, subsidiar a elaboração de políticas públicas e orientar melhorias operacionais no setor aéreo.  

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No ar desde 2024, a pesquisa já revelou pontos importantes de atenção, como a necessidade de ampliar o uso de tecnologias acessíveis, melhorar a comunicação para pessoas com deficiência auditiva e garantir maior cuidado no transporte de equipamentos, como cadeiras de rodas. Outro ponto identificado é a necessidade de capacitação de profissionais e da oferta de recursos de acessibilidade ao longo de toda a jornada do passageiro. 

Assessoria Especial de Comunicação Social  
Ministério de Portos e Aeroportos 

Fonte: Portos e Aeroportos

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MJSP fortalece busca por desaparecidos com curso nacional de investigação policial em Aracaju

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Brasília, 24/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (DSUSP), finalizou no dia 17/4, em Aracaju (SE), a 5ª edição do curso de Investigação Policial Aplicada à Busca e Localização de Pessoas Desaparecidas. Uma capacitação estratégica voltada ao fortalecimento das ações de enfrentamento ao desaparecimento de pessoas no Brasil.  

Com carga horária de 40 horas, o curso reuniu policiais civis dos estados de Sergipe, São Paulo, Pernambuco, Pará, Paraíba, Maranhão e Distrito Federal, promovendo integração entre as unidades federativas, troca de experiências e padronização de procedimentos investigativos em uma das áreas mais sensíveis da segurança pública nacional.  

A formação foi estruturada para atender às diretrizes da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e responder às demandas reais dos profissionais que atuam diretamente na ponta das investigações. O objetivo é ampliar a capacidade de resposta das instituições de segurança pública e reduzir o tempo de localização de pessoas desaparecidas, especialmente nas primeiras horas após o registro da ocorrência.  

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O curso foi planejado com abordagem prática e estratégica, abrangendo desde os fundamentos legais e os procedimentos iniciais de busca até técnicas avançadas de investigação, como entrevistas especializadas, investigação de seguimento, uso de fontes abertas, identificação humana e comunicação em situações sensíveis com familiares e vítimas indiretas.  

O conteúdo pedagógico tem como base o Caderno Temático de Referência: Fundamentos da Busca de Pessoas Desaparecidas e Investigação de Desaparecimento de Pessoas, desenvolvido pelo próprio MJSP como instrumento de consolidação de diretrizes, protocolos e boas práticas para atuação policial em todo o território nacional.  

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A iniciativa integra um conjunto mais amplo de ações conduzidas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para fortalecer a política pública de enfrentamento ao desaparecimento de pessoas, incluindo qualificação de dados, fortalecimento da atuação integrada e capacitação contínua dos profissionais da segurança pública.  

Tecnologia e integração garantem respostas rápidas em casos de desaparecimento  

Entre as ferramentas estratégicas implementadas pelo Governo Federal está o Amber Alert Brasil , sistema de alerta rápido voltado principalmente para casos de desaparecimento de crianças e adolescentes. Implementado por meio de um Acordo de Cooperação com a Meta, o mecanismo permite a divulgação imediata de informações por meio dos feeds do Instagram e Facebook, ampliando significativamente o alcance das buscas e o potencial de localização rápida.  

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Outro instrumento relevante é o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas (CNPD) , plataforma que centraliza informações e permite o compartilhamento de dados entre estados, forças policiais e órgãos públicos. O sistema reúne registros, características físicas, fotografias e atualizações de casos, facilitando o cruzamento de informações e a identificação em tempo real. Este sistema possui uma página pública, por meio da qual é possível compartilhar banners de pessoas desaparecidas e prestar informações sobre casos às equipes de busca.  

Além da atuação estatal, a participação da sociedade também é considerada essencial. O compartilhamento responsável de informações, a atenção aos alertas oficiais e a colaboração com as forças de segurança podem fazer diferença no desfecho dos casos.  

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Dados nacionais revelam dimensão do desafio e avanço na localização de desaparecidos  

Segundo dados do MJSP, o Brasil registrou 85.320 pessoas desaparecidas em 2025. No mesmo período, 57.554 pessoas foram localizadas, o que demonstra avanços importantes, mas também evidencia a dimensão do desafio enfrentado diariamente pelas forças de segurança pública.  

Informações consolidadas pela Senasp apontam que o país mantém uma média anual de cerca de 70 mil registros de desaparecimento, cenário que exige respostas cada vez mais rápidas, coordenadas e eficientes. As primeiras horas após o desaparecimento são consideradas cruciais para o desfecho dos casos, tornando a integração entre instituições e o uso de tecnologia fatores decisivos para o sucesso das investigações.  

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 Apesar dos avanços, desafios ainda persistem. A subnotificação em algumas regiões, dificuldades na padronização de dados e a necessidade de maior conscientização da população ainda impactam os resultados. Campanhas educativas reforçam que o registro de desaparecimento deve ser feito imediatamente, não é necessário aguardar 24 horas para comunicar às autoridades.  

Os dados reforçam a importância de políticas integradas, investimento em tecnologia e capacitação permanente dos profissionais da segurança pública, como o curso promovido pela DSUSP e pelo MJSP, que busca transformar investigação qualificada em respostas mais rápidas e humanas para milhares de famílias brasileiras. 

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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