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POLÍTICA NACIONAL

CDH indica ao Executivo sugestão de mudança na carga horária de militares

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A Comissão de Direitos Humanos (CDH) vai recomendar ao Poder Executivo que regulamente a carga horária de militares das Forças Armadas em tempos de paz. O tema era objeto de uma sugestão (SUG 7/2026), analisada nesta quarta-feira (13) pela comissão. 

A SUG 7/2026 foi apresentada por meio do portal e-Cidadania. O texto original propunha ao menos 24h de descanso caso o militar tenha prestado 24 horas de serviço armado. 

Se o texto original fosse aprovado pela CDH, começaria a tramitar no Senado como um projeto de lei autônomo. Mas a relatora e presidente da comissão, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), apresentou inicialmente parecer pela rejeição da sugestão.  

Segundo a parlamentar, a proposição seria inconstitucional porque apenas a presidência da República pode apresentar projetos sobre os militares das Forças Armadas. Para evitar a rejeição da sugestão, Damares Alves propôs transformar a ideia em uma indicação do Poder Executivo.  

— A gente pode transformá-la em indicação, em vez de rejeição. A gente transforma em indicação para que o presidente da República encaminhe essa matéria, se assim entender — explicou Damares. 

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Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova financiamento de casas de madeira no Minha Casa, Minha Vida

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A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5906/25 que inclui casas construídas com madeira de floresta plantada nas opções de financiamento do Programa Minha Casa, Minha Vida.

O relator da matéria, deputado Toninho Wandscheer (PP-PR), recomendou a aprovação do texto do deputado Cobalchini (MDB-SC).

Segundo Wandscheer, a medida busca diminuir os custos financeiros e o tempo de duração das obras. Em justificativa, o relator cita o estudo de 2023 da Fundação João Pinheiro que aponta déficit de 5,9 milhões de moradias no Brasil.

“A diversificação dos sistemas construtivos constitui caminho promissor para que o programa atenda com eficiência à demanda habitacional em todo o território nacional”, afirmou o relator.

Segurança e normas
O parecer destaca que a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) tem norma específica para garantir a segurança e a vida útil mínima de 50 anos para essas casas.

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Próximos passos
O projeto tem tramitação conclusiva e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

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Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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