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POLÍCIA

Polícia Militar prende três faccionados suspeitos de homicídio e decapitação em Barra do Garças

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A Polícia Militar prendeu, neste domingo (14.6), em Alto Araguaia, três homens suspeitos de envolvimento no homicídio de um homem de 28 anos encontrado morto em Barra do Garças na última sexta-feira (12). De acordo com as investigações, os detidos, com idades entre 20 e 49 anos, seriam integrantes de uma facção criminosa e teriam participado diretamente do crime.

Conforme as informações do boletim de ocorrência, o corpo da vítima foi localizado no Rio Garças, próximo ao Anel Viário da cidade. A vítima foi encontrada decapitada, com as mãos amarradas e sinais de ferimentos causados por arma branca. De acordo com as informações apuradas até o momento, o crime teria ocorrido na quinta-feira (11), um dia antes de o corpo ser localizado.

Diante das informações recebidas, as equipes do 5º Comando Regional de Barra do Garças e do 4º Comando Regional de Rondonópolis iniciaram uma operação integrada, com compartilhamento de informações e de imagens que mostraram a ação criminosa e os suspeitos com a vítima horas antes do crime.

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Durante as diligências, a equipe do 15º BPM encontrou dois suspeitos, que tentaram mudar a direção por onde andavam ao verem as viaturas policiais. Na abordagem, os homens foram questionados e confirmaram participação no crime afirmando que a vítima estaria em dívida com uma facção criminosa.

Conforme informações obtidas pelos policiais, os suspeitos relataram que a vítima teria sido sequestrada e torturada antes do homicídio. Eles também indicaram que a cabeça da vítima teria sido lançada no Rio Garças. Após o crime, os envolvidos teriam fugido para Alto Araguaia e se abrigado na residência de um terceiro suspeito.

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Os policiais se deslocaram até o endereço informado e encontraram o terceiro homem, que foi detido por estar abrigando os criminosos. Os três homens foram conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT – MT

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Polícia prende três por roubo e cárcere em Pontes e Lacerda

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roubo pontes e lacerda

Investigadores resgatam funcionário de 55 anos amarrado e recuperam veículo, dinheiro e arma no bairro Vila Guaporé

A Polícia Civil prendeu três homens em flagrante na madrugada desta segunda-feira (15) durante um roubo a um estabelecimento comercial no bairro Vila Guaporé, em Pontes e Lacerda (MT).

A rápida ação tática evitou a fuga do grupo criminoso com uma caminhonete da empresa e garantiu a sobrevivência de um funcionário de 55 anos. A captura dos suspeitos e a libertação do refém evidenciam a resposta operacional das forças de segurança diante de crimes patrimoniais mediante restrição de liberdade.

De acordo com o documento oficial assinado pelos autores Assessoria e Polícia Civil-MT, as diligências começaram ainda na madrugada, após os investigadores receberem denúncias de que indivíduos haviam invadido o local. A equipe se deslocou até o endereço e “realizou o cerco tática da empresa”, bloqueando as rotas de fuga.

O confronto teve início quando os policiais avistaram um dos suspeitos abrindo o portão para sair com uma caminhonete que pertencia ao estabelecimento. A corporação ordenou a rendição imediata, mas o criminoso tentou escapar. Com diversos pertences da vítima nos bolsos, ele correu em direção ao veículo e tentou reagir, momento em que foi atingido por um disparo na perna.

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Confronto e resistência armada

Enquanto o primeiro suspeito era contido, os outros dois envolvidos na invasão tentaram pular o muro da empresa para fugir. Durante a perseguição no perímetro, um dos criminosos apontou uma pistola calibre 380 em direção à equipe policial. O texto da corporação relata que, diante do “risco a integridade física foram efetuados disparos”, resultando em um ferimento de raspão neste segundo suspeito.

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Após a neutralização do grupo, os investigadores iniciaram as buscas no interior da propriedade comercial. A prioridade, segundo o registro da instituição, era “resgatar a vítima que estava amarrada e era mantida em cárcere privado”.

O funcionário de 55 anos foi localizado dentro do alojamento da empresa. Ele estava imobilizado, “amarrada com fios elétricos e pedaços de tecido”. A vítima foi encontrada em estado de choque e com forte nervosismo devido à violência psicológica sofrida durante a retenção.

Apreensões e encaminhamentos legais

Com a situação controlada, a Polícia Civil acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os socorristas prestaram os primeiros atendimentos aos dois criminosos baleados. Eles foram escoltados e encaminhados ao Hospital Vale do Guaporé para avaliação médica.

O terceiro suspeito, que não sofreu ferimentos, foi conduzido diretamente à Delegacia de Pontes e Lacerda. No local, ele passou por interrogatório. Até o fechamento desta reportagem, os três homens — um de 39 anos e dois de 19 anos — foram autuados por “roubo majorado mediante violência ou grave ameaça com emprego de arma de fogo”.

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A operação resultou na recuperação de toda a materialidade do crime. Com o trio, os policiais apreenderam a pistola calibre 380 utilizada na ameaça e mais de R$ 1,2 mil em dinheiro em espécie. Também foram recuperados o celular, perfumes e outros objetos pessoais subtraídos da vítima.

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Glossário da Notícia

  • Cárcere privado: Crime que consiste em privar alguém de sua liberdade, mantendo a pessoa presa ou retida contra a sua vontade em um espaço delimitado.
  • Roubo majorado: Ocorre quando o crime de roubo é praticado com circunstâncias que aumentam a sua gravidade e a pena, como o uso de arma de fogo ou a restrição da liberdade da vítima.
  • Cerco tático: Manobra policial que visa isolar uma área específica para impedir a fuga de suspeitos e garantir a segurança do perímetro durante uma intervenção.
  • Flagrante delito: Situação em que a pessoa é surpreendida cometendo o crime ou logo após tê-lo cometido, permitindo a sua prisão imediata sem necessidade de mandado judicial.

 

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