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Bayer reforça liderança em inovação agrícola e projeta novos defensivos para elevar produtividade no Brasil

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A Bayer apresentou uma nova vitrine tecnológica voltada à agricultura brasileira, destacando soluções inovadoras para ampliar a produtividade no campo e fortalecer o manejo sustentável das lavouras. O anúncio ocorreu em Paulínia (SP), onde está localizado um dos principais centros de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia na América Latina.

A estratégia da empresa combina inovação contínua, integração de tecnologias e foco nos desafios da agricultura tropical. Entre os destaques estão novas moléculas em fase de desenvolvimento e registro, incluindo fungicidas, herbicidas e inseticidas que prometem ampliar a eficiência no controle de pragas, doenças e plantas daninhas.

Novas tecnologias ampliam o portfólio de proteção de cultivos

Entre as principais inovações apresentadas está uma nova carboxamida que integrará uma linha de fungicidas voltada ao mercado brasileiro. Além disso, a Bayer destacou o herbicida Icafolin, voltado ao controle pós-emergente de plantas daninhas, e o inseticida Plenexos, primeiro da classe cetoenol da empresa.

Os produtos ainda estão em fase de registro, mas fazem parte de uma estratégia mais ampla que prevê o lançamento de cinco novos produtos por ano até 2030, além de 14 novas moléculas e seis novos modos de ação.

Segundo Tiago Santos, líder do negócio de proteção de cultivos da Bayer no Brasil, o avanço da companhia está diretamente ligado ao investimento em pesquisa e ao uso de tecnologias como inteligência artificial.

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“A evolução da nossa pesquisa permite responder com mais agilidade aos desafios do campo, antecipando necessidades e oferecendo soluções mais precisas para o produtor”, afirma.

Icafolin promete revolucionar controle de plantas daninhas

Um dos principais destaques é o herbicida Icafolin, com lançamento previsto para 2028. A tecnologia representa o primeiro novo mecanismo de ação para controle pós-emergente em mais de três décadas.

Desenvolvido para culturas anuais e perenes, o produto surge como alternativa no combate a plantas daninhas resistentes ao glifosato, um dos principais desafios atuais do produtor.

Além da eficácia, o Icafolin também contribui para práticas de agricultura regenerativa, ao favorecer o plantio direto, proteger o solo e auxiliar no sequestro de carbono.

Plenexos e Iblon ampliam eficiência no manejo integrado

Outro avanço é o inseticida Plenexos, que apresenta alta eficiência no controle de pragas em culturas como soja e algodão. O produto se destaca pelo efeito residual prolongado e pela seletividade, preservando insetos benéficos, como polinizadores.

Já o fungicida Iblon, também previsto para 2028, combina a nova molécula isoflucypram com tebuconazol, oferecendo amplo espectro de controle de doenças foliares em culturas como soja, milho, trigo e algodão.

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De acordo com a empresa, testes de campo indicam ganhos de produtividade superiores a 80% em comparação com métodos tradicionais, reforçando o potencial da tecnologia no manejo agrícola.

Portfólio consolidado fortalece resultados no campo

As novas soluções se somam a um portfólio já consolidado, que inclui tecnologias amplamente utilizadas no campo brasileiro. Entre os destaques está a linha de fungicidas da Família Fox, com mais de uma década de presença no mercado e milhões de hectares tratados.

Os produtos da linha oferecem controle eficiente de doenças como ferrugem asiática, mancha-alvo e podridões, com tecnologias que ampliam a absorção e a performance no campo.

Outro avanço relevante é o conceito Guardião, voltado ao tratamento de sementes. A solução reúne diferentes tecnologias para proteger a lavoura desde o início, com foco em pragas, doenças iniciais e nematoides.

Nesse contexto, o nematicida Verango® Prime também se destaca pelo controle prolongado e pela seletividade a organismos benéficos, contribuindo para o desenvolvimento inicial das culturas.

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Manejo de plantas daninhas e pragas ganha novas ferramentas

No segmento de herbicidas, a Bayer também destacou o Convintro® Duo, que combina ingredientes ativos para ampliar o controle de plantas daninhas de difícil manejo, como caruru e pé-de-galinha.

Já no controle de insetos, soluções como Curbix® e Valient® reforçam o portfólio, atuando de forma eficiente contra pragas sugadoras, cigarrinhas e pulgões, com efeito rápido e residual prolongado.

Centro de inovação em Paulínia impulsiona soluções tropicais

O evento foi realizado no Centro de Inovação da Bayer em Paulínia, uma estrutura estratégica para o desenvolvimento de tecnologias adaptadas às condições brasileiras.

Com área de 86 hectares, a unidade recebe anualmente mais de 100 moléculas para კვლ desenvolvimento de novos defensivos agrícolas, sendo fundamental para a tropicalização de soluções globais.

Investimento em ciência sustenta crescimento no agro

Com investimento global anual de cerca de 2 bilhões de euros em Pesquisa & Desenvolvimento, a Bayer reforça sua posição como uma das líderes em inovação no agronegócio.

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A integração entre defensivos, sementes, biotecnologia e agricultura digital é parte central da estratégia da empresa, que busca oferecer soluções completas para aumentar a produtividade, a rentabilidade e a sustentabilidade no campo brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Preços da maçã caem quase 9% nas Ceasas e ampliam movimento de baixa nas frutas, aponta Conab

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O mais recente boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta queda nos preços da maçã nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país. No último mês, a retração média ponderada foi de 8,89%, refletindo principalmente o aumento da oferta no mercado.

A intensificação da colheita das variedades gala e fuji tem ampliado a disponibilidade da fruta, pressionando as cotações no atacado. Além disso, a expectativa para a atual safra é de crescimento na produção em relação ao ciclo anterior. O desempenho positivo é atribuído às condições climáticas favoráveis no último inverno, que garantiram o acúmulo adequado de horas-frio — fator essencial para a qualidade e coloração das maçãs.

Outras frutas também registram queda

Além da maçã, outras frutas importantes apresentaram recuo nos preços. A laranja teve redução média de 2%, mesmo com a proximidade do fim da safra no cinturão citrícola registrada em março. Já o mamão apresentou queda nas cotações em diversas regiões, influenciado pelo aumento da oferta da variedade papaya, especialmente proveniente do norte do Espírito Santo e do sul da Bahia. A variedade formosa, por sua vez, manteve estabilidade.

Banana e melancia sobem com ajustes de oferta

Na contramão das demais frutas, banana e melancia registraram alta nos preços. A banana teve elevação média de 10,56%, impulsionada pela menor oferta da variedade nanica em importantes regiões produtoras, como Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, além da microrregião de Registro (SP) e do norte de Santa Catarina.

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Já a melancia apresentou alta de 10,81% na média ponderada. Mesmo com maior volume comercializado, a demanda aquecida em entrepostos como Belo Horizonte e Campinas sustentou o avanço das cotações.

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Hortaliças: clima e oferta pressionam preços

No segmento de hortaliças, o cenário foi predominantemente de alta nos preços, influenciado pela redução da oferta e fatores climáticos.

A alface manteve trajetória de valorização iniciada em novembro, com alta de 4,93% em março. A queda de 9,4% no volume ofertado em relação a fevereiro, somada à demanda elevada em função do calor, contribuiu para o movimento.

A batata registrou aumento expressivo de 18,99%, impactada pela redução nos envios provenientes do Paraná e da Bahia. O tomate teve uma das maiores altas do período, com avanço de 38,83%, reflexo das temperaturas elevadas no final de 2025, que aceleraram a maturação e reduziram a oferta disponível atualmente.

A cebola também apresentou forte valorização, com alta de 52,16%, influenciada pela queda nos envios de Santa Catarina, indicando o fim da safra 2025/26 e maior espaço para o produto importado.

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Já a cenoura liderou as altas entre as hortaliças, com avanço de 59,15%. A menor oferta e o aumento dos custos logísticos, especialmente com combustíveis, foram determinantes para a elevação das cotações.

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Exportações crescem no primeiro trimestre

Os embarques brasileiros de hortigranjeiros também apresentaram desempenho positivo no início de 2026. De janeiro a março, o volume exportado alcançou 337 mil toneladas, alta de 12% em relação ao mesmo período de 2025.

Em termos de receita, o faturamento chegou a US$ 378,5 milhões, crescimento de 18% na mesma base de comparação, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Ceasas ganham destaque na capacitação de produtores

O boletim também destaca o papel estratégico da Conab e das Ceasas como plataformas de capacitação para agricultores familiares. As centrais vêm ampliando o acesso desses produtores ao mercado, fortalecendo a comercialização e gerando novas oportunidades de renda no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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