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Dólar hoje abre em leve queda com foco no Oriente Médio e agenda econômica global

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O dólar iniciou o pregão desta quinta-feira (16) em leve baixa, refletindo a cautela dos investidores diante das negociações no Oriente Médio e da agenda econômica internacional. Na abertura, a moeda norte-americana recuava 0,02%, sendo cotada a R$ 4,9908.

Na sessão anterior, o movimento foi de estabilidade, com o dólar registrando queda de 0,03%, encerrando o dia a R$ 4,9917.

Desempenho do dólar no Brasil em 2026

A moeda americana acumula perdas relevantes frente ao real ao longo do ano, influenciada por fatores como fluxo estrangeiro positivo, diferencial de juros e cenário externo mais favorável a mercados emergentes.

  • Semana: -0,39%
  • Mês: -3,61%
  • Ano: -9,05%

De acordo com analistas do mercado financeiro, a valorização do real está associada à entrada de capital estrangeiro e ao enfraquecimento global do dólar, em meio às expectativas sobre a condução da política monetária nos Estados Unidos.

Ibovespa hoje: mercado abre após queda na véspera

O Ibovespa inicia as negociações às 10h, após encerrar o último pregão em queda de 0,46%, aos 197.738 pontos.

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Apesar do recuo pontual, o índice segue sustentado por um cenário de valorização no acumulado do ano, com destaque para ações ligadas ao setor de commodities e ao desempenho da economia brasileira.

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Desempenho do Ibovespa em 2026

O principal índice da bolsa brasileira apresenta trajetória positiva ao longo do ano:

  • Semana: +0,21%
  • Mês: +5,48%
  • Ano: +22,72%
Cenário internacional e impacto no dólar

O ambiente externo segue como principal fator de influência sobre os mercados. Investidores acompanham os desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio, que podem afetar diretamente os preços do petróleo e elevar a aversão ao risco global.

Além disso, dados econômicos dos Estados Unidos permanecem no radar, especialmente aqueles que podem sinalizar os próximos passos do Federal Reserve em relação à taxa de juros.

Perspectivas para o câmbio no curto e médio prazo

No cenário doméstico, o comportamento do dólar também reflete fatores como política fiscal, nível da taxa de juros e fluxo de investimentos estrangeiros.

A expectativa de analistas é de que, no curto prazo, a moeda norte-americana permaneça oscilando na faixa entre R$ 4,90 e R$ 5,00, com volatilidade atrelada ao ambiente externo.

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Para o médio prazo, a tendência dependerá da condução da política monetária nos Estados Unidos e da manutenção da confiança dos investidores na economia brasileira.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho avança em Chicago com impulso da demanda por etanol e cenário externo favorável

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Chicago fecha em alta com suporte da demanda por etanol

O mercado internacional do milho encerrou o pregão desta quinta-feira (16) em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago, impulsionado principalmente por sinais de fortalecimento na demanda por etanol de milho nos Estados Unidos.

De acordo com análise da TF Agroeconômica, o movimento positivo reflete uma combinação de fatores fundamentais e macroeconômicos que sustentaram as cotações ao longo do dia, indicando um viés mais firme no curto prazo.

Produção de etanol cresce e sustenta preços do milho

Dados da Administração de Informação de Energia mostram que a produção de etanol de milho nos Estados Unidos aumentou 0,36% na semana encerrada em 10 de abril, atingindo 1,120 milhão de barris por dia, frente aos 1,116 milhão da semana anterior.

Já os estoques de etanol avançaram 2,3% no mesmo período, passando de 26,1 milhões para 26,7 milhões de barris, sinalizando maior oferta. Por outro lado, as exportações semanais recuaram 60%, totalizando 81 mil barris.

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Mesmo com a queda nas exportações, o aumento na produção reforça a demanda interna por milho destinado ao biocombustível, fator que tem sustentado os preços no mercado internacional.

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Dólar mais fraco e petróleo em alta reforçam cenário positivo

Além dos fundamentos ligados ao etanol, o milho também encontrou suporte no ambiente macroeconômico. A desaceleração do dólar frente a outras moedas torna as commodities americanas mais competitivas no mercado global.

Outro fator relevante foi a alta do petróleo em Nova York, que tende a estimular a demanda por biocombustíveis, como o etanol, fortalecendo indiretamente o consumo de milho.

Cotações do milho registram ganhos consistentes

Os contratos futuros do cereal encerraram o dia com valorização significativa:

  • Maio/2026: US$ 4,51 1/4 por bushel, alta de 8,25 centavos (+1,86%)
  • Julho/2026: US$ 4,60 3/4 por bushel, avanço de 8,25 centavos (+1,82%)

Segundo a TF Agroeconômica, o movimento técnico também contribuiu para a alta, com recomposição de posições após recentes oscilações no mercado.

Mercado brasileiro acompanha cenário externo

No Brasil, o comportamento do milho tende a seguir influenciado pelo cenário internacional, especialmente diante da importância das cotações de Chicago na formação dos preços domésticos.

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A análise da TF Agroeconômica indica que, embora o avanço externo traga suporte, o mercado interno ainda deve observar fatores como o ritmo da colheita, logística e demanda doméstica, que podem limitar ou ampliar os movimentos de alta.

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Perspectiva: atenção à demanda e ao câmbio

Para os próximos dias, o mercado deve seguir atento à evolução da demanda por etanol nos Estados Unidos, ao comportamento do dólar e às oscilações do petróleo.

Esses fatores continuam sendo determinantes para o direcionamento das cotações, tanto no mercado internacional quanto no Brasil, exigindo atenção redobrada dos produtores e agentes do setor na definição de estratégias comerciais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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