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Operação em Primavera: Prisões e Resgate

Na tarde de 31/01/2025, a Polícia Civil de Primavera do Leste prendeu quatro suspeitos e resgatou vítimas de tortura.

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Operação em Primavera
Operação em Primavera

Na tarde de sexta-feira (31/01/2025), a Polícia Civil de Primavera do Leste realizou uma operação. Além disso, ela prendeu quatro suspeitos – entre eles dois menores – e resgatou vítimas de tortura e sequestro. Dessa forma, as equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) e da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso agiram imediatamente. Por conseguinte, elas responderam a uma denúncia de cárcere e castigos brutais aplicados por integrantes de uma facção criminosa.

Detalhes da Operação

Primeiramente, os policiais foram ao bairro Padre Onesto Costa. Em seguida, eles constataram a veracidade da denúncia. Posteriormente, encontraram a vítima e um casal mantido em cárcere. Ademais, os suspeitos chegaram por volta das 22h de quinta-feira (30/01/2025) e começaram os abusos. Consequentemente, usaram um cabo de vassoura, que foi apreendido. Assim, a vítima sofreu amarrações, golpes e queimaduras. Logo, os agentes notaram sinais de que uma execução era iminente.

Resgate e Prisões

Imediatamente, a intervenção rápida possibilitou o resgate imediato das vítimas e a detenção dos criminosos. Além disso, durante a ação, os agentes salvaram uma bebê de oito meses. Na sequência, os suspeitos maiores foram autuados por crimes como tortura qualificada, sequestro, tráfico de drogas, corrupção de menores e organização criminosa. Por fim, os adolescentes responderão por atos infracionais.

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Contexto da Ação

Inicialmente, a operação começou com informações sobre uma mulher que sofria castigos e torturas. Em consequência, as investigações confirmaram que o grupo controlava suas vítimas. Ademais, a presença do casal reforçou a hipótese de uma atuação sistemática da facção. Portanto, evidências como marcas de agressões corroboraram o relato.

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CONSUMIDOR

Greve da Caixa continua após rejeição da proposta final do banco

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Cartazes vermelhos de bancários anunciam a greve da Caixa na porta de vidro de agência fechada no Distrito Federal

Plano de saúde dos empregados concentra o impasse, e a Caixa avalia recorrer à Justiça do Trabalho por meio de dissídio coletivo

Os empregados da Caixa Econômica Federal rejeitaram a proposta final apresentada pelo banco e decidiram manter a greve nacional iniciada na quinta-feira (10). Até o fechamento desta reportagem, a greve da Caixa seguia por tempo indeterminado, enquanto as entidades sindicais tentavam retomar as negociações. O principal ponto de divergência é o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos funcionários.

Na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, 68% dos trabalhadores votaram contra a proposta em assembleia encerrada às 23h de sexta-feira (11). O texto apresentado pela instituição previa mudanças no modelo de custeio do plano de saúde e nas regras de coparticipação.

Caixa avalia dissídio coletivo

Antes da votação, a Caixa afirmou que a proposta era final e indicou que poderia recorrer à Justiça do Trabalho caso fosse rejeitada. O banco deve avaliar o ingresso de um dissídio coletivo, instrumento pelo qual a Justiça do Trabalho estabelece condições para solucionar o impasse entre empregados e instituição.

Apesar da rejeição, a Caixa afirmou que mantém o diálogo aberto com as entidades representativas dos trabalhadores e que pretende buscar um entendimento.

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Como a greve da Caixa começou

A paralisação começou na quinta-feira (10), depois que os trabalhadores rejeitaram uma proposta anterior para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), mais de 90% das bases sindicais haviam rejeitado aquele texto.

Em São Paulo, no Paraná e em outras regiões, agências amanheceram fechadas no início da greve. Os caixas eletrônicos continuaram disponíveis.

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O que a Caixa ofereceu

A proposta rejeitada tinha validade até sexta-feira (11). Ela reunia um prêmio de R$ 3 mil por empregado e o pagamento, em 18 de setembro, do salário reajustado, da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), do Super Caixa e do próprio prêmio.

No plano de saúde, o banco oferecia elevar de 6,5% para 8% o limite de participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa, antecipar a parcela da empresa referente à 13ª mensalidade de 2028, 2029 e 2030 e pagar valores relativos ao PAMS a partir de 2027. O pacote incluía ainda R$ 236 milhões em ações de prevenção à saúde a partir de janeiro de 2027 e a criação de grupos de trabalho para discutir melhorias na eficiência do plano e novas fontes de financiamento.

As regras propostas para o Saúde Caixa

As mudanças no plano de saúde concentraram a maior parte das divergências. A contribuição dos empregados ficaria entre 2,3% e 4,1% sobre o salário-base, conforme a faixa etária, com cobrança por dependente entre R$ 480 e R$ 660, a depender da idade. O teto anual de coparticipação subiria de R$ 3,6 mil para R$ 4,8 mil por grupo familiar, com limite de 9% para o grupo familiar e piso de R$ 50 por beneficiário.

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A proposta previa também a cobrança de 13 mensalidades, o aumento de R$ 75 para R$ 150 no valor da consulta em pronto-socorro, fora do teto, a isenção de coparticipação em atendimentos por telemedicina e o recadastramento anual obrigatório.

Titulares que atualmente estão fora do plano teriam uma janela de 90 dias para aderir. Após o cancelamento, porém, não seria possível retornar ao Saúde Caixa.

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Atendimento durante a paralisação

A Caixa orienta os clientes a priorizar os canais digitais e remotos enquanto durar a greve: o aplicativo Caixa, o internet banking, o WhatsApp Caixa, o Caixa Tem e os aplicativos Cartões Caixa, Habitação Caixa, DPVAT e FGTS. Também seguem disponíveis os caixas eletrônicos, a rede Banco24Horas, as lotéricas e os correspondentes Caixa Aqui.

O atendimento telefônico permanece disponível pelo Alô Caixa, nos números 4004-0104, para capitais e regiões metropolitanas, e 0800-104-0104, para as demais localidades.

Banco do Brasil

A situação é diferente no Banco do Brasil. Na maior parte dos sindicatos, a categoria aprovou uma proposta apresentada pela instituição e trabalhou normalmente na sexta-feira (11). A paralisação permanece em 18 bases sindicais, onde os trabalhadores não encerraram o movimento.

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Os próximos desdobramentos dependem da decisão da Caixa sobre o ingresso do dissídio coletivo na Justiça do Trabalho e da tentativa das entidades sindicais de retomar as negociações. Enquanto isso, a greve segue por tempo indeterminado.

 

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