Turismo
Salão do Turismo promove workshop gratuito sobre hospitalidade e atendimento a turistas muçulmanos
O Salão do Turismo será palco de uma oportunidade estratégica para profissionais e estudantes que desejam atrair mais clientes do mercado internacional. Durante dois dias, serão promovidos dois workshops gratuitos dedicados ao Turismo e à Hospitalidade no Mercado Halal.
O Salão do Turismo, organizado pelo Ministério do Turismo (MTur), acontece entre os dias 7 e 9 de maio, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. Maior vitrine do setor no país, é a primeira vez que o evento acontece no Nordeste.
A iniciativa é realizada em parceria com a Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB), a Academia Halal Brasil e a Apex, com objetivo de capacitar agentes de viagens, funcionários de hotéis e restaurantes, profissionais de receptivo e estudantes de turismo, hotelaria e relações internacionais para atender com excelência o público muçulmano.
A palestra será mediada por Fernanda Dantas, chefe de projetos de internacionalização da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.
Todos os participantes receberão certificados de participação, emitidos diretamente pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, um diferencial importante para o currículo de profissionais e estudantes.
Além de tratar sobre o conceito do mercado Halal, o workshop trará, entre outras atividades, palestras sobre tendências, apresentação de cases de sucesso e oficinas sobre como obter a certificação Halal.
O workshop será realizado em dois dias (e terá a mesma programação):
Dia 7, terça-feira:
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Das 15h às 17h
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No Mezanino, Sala CNT
Dia 9, quinta-feira
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Das 10h às 12h
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Na Sala Tendências e Inovações
Para se inscrever, o participante deve acessar o site do Salão do Turismo e selecionar no credenciamento, a opção “Workshop de Turismo e Hospitalidade para o Mercado Halal”.
Acesse o site clicando aqui.
Estratégico
Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a capacitação e a qualificação do trade turístico brasileiro é fundamental para atrair esse público específico de turista.
“Esse mercado é muito promissor para o Brasil. Por isso, precisamos, cada vez mais, oferecer uma gastronomia diferenciada, uma infraestrutura específica e modificada para atender esse público, além de trabalhar destinos estratégicos. E tudo isso aliado a um turismo sustentável e que respeita o meio ambiente. Estamos atentos a todas as oportunidades para atrair turistas estrangeiros para o Brasil, o que gera renda e oportunidade para a nossa população”, disse o ministro.
Mercado Halal
Com uma população de aproximadamente 2 bilhões de pessoas no mundo, o mercado Halal é o conjunto de produtos e serviços que respeitam as normas e costumes da lei islâmica.
O Brasil já é referência no assunto: é o maior exportador de carne Halal do mundo. O desafio agora é transpor essa experiência para o setor de serviços. Compreender a cultura muçulmana é o primeiro passo para adaptar serviços, promover a inclusão e posicionar o Brasil como um destino preparado e diversificado frente aos concorrentes globais.
Bons números
O Brasil vem registrando, em 2025 e nos primeiros meses deste ano, números expressivos relacionados a turistas internacionais.
Em março deste ano, por exemplo, o país registrou o maior número de chegadas de turistas internacionais da história, encerrando o trimestre, também, com os números mais altos já contabilizados.
No mês passado, o Brasil recebeu 1,05 milhão de turistas vindos de outros países, um aumento de 13% na comparação com o mesmo mês de 2025. Nos três primeiros meses do ano, o país registrou 3,742 milhões de chegadas de turistas internacionais, número superior ao do primeiro trimestre do ano passado, que registrou a chegada de 3,739 milhões de turistas.
Na semana passada, dados divulgados pelo Banco Central revelaram que os gastos de turistas estrangeiros no Brasil alcançaram R$ 16 bilhões entre janeiro e março, um crescimento de 12% em relação aos valores movimentados no primeiro trimestre do ano passado, que somaram R$ 14,2 bilhões.
Considerando apenas o mês de março, houve aumento de 0,43% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando R$ 4,62 bilhões.
Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Turismo
É falso que o Ministério do Turismo vai monitorar dados pessoais de turistas; confira tudo sobre a Ficha Digital de Hóspedes
Meios de hospedagem de todo o Brasil, como hotéis, pousadas, hostels e resorts, vêm implementando a nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNHR). O que antes era feito no papel, tomando tempo de turistas e gerando custos ao setor, agora é feito em formato 100% digital, que agiliza a identificação de clientes cumprindo rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Inspirada nos check-ins de aeroportos, a plataforma passou a ser exigida desde segunda-feira (20). A ficha digital é preenchida pelo hóspede, que pode digitar as informações ou optar pelo preenchimento automático pelo Gov.br.
A FNRH Digital foi desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e pode ser preenchida antes da chegada no hotel, por link enviado pela hospedagem, ou direto no balcão da recepção, por meio de um QRCode. Pessoas sem celular podem fazer pelo serviço próprio da hospedagem.
A nova Ficha Digital de Hóspedes foi aprovada pelo Congresso Nacional (deputados[a] e senadores[a]) e sancionada em 2024 pela Presidência da República, e foi apoiada pelo setor. O processo de adesão da hotelaria à ferramenta – iniciado ainda em novembro do ano passado, com a permanente orientação do Ministério ao setor – marca o fim da era do papel e da burocracia desnecessária no balcão dos empreendimentos de norte a sul do país.
Aos viajantes, o benefício é imediato: rapidez. Com o sistema, o check-in agora pode ser concluído em segundos. Já para os meios de hospedagem, a plataforma representa redução de custos, eliminando a necessidade de se manter arquivos físicos por longos períodos.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça a segurança do novo sistema e incentiva a adequação da hotelaria.
“Todo o sistema foi construído sob o rigor da LGPD, com dados criptografados e total respeito à privacidade. O que estamos fazendo é usar a tecnologia para facilitar a vida do hóspede e profissionalizar o setor, garantindo que ele esteja preparado para oferecer as melhores experiências possíveis aos seus clientes. Especialmente no momento em que o turismo brasileiro vem alcançando recordes históricos de desempenho”, destaca o ministro.
A VERDADE SOBRE A FICHA – Para que hóspedes e hoteleiros possam aproveitar as vantagens da nova ficha digital de registro, o Ministério do Turismo esclarece alguns dos principais pontos da ferramenta e desmente falsas informações sobre a plataforma. Confira!
– A coleta de dados de hóspedes começou com a nova FNRH Digital?
Não. A Lei Geral do Turismo de 2008 definiu o envio de dados ao Ministério do Turismo, e a portaria nº 41 do Ministério do Turismo, de 14 de novembro de 2025, apenas estabeleceu a digitalização do processo, tornando-o mais rápido e seguro.
– O sistema permite a apropriação indevida de dados?
Não. O Gov.br funciona somente como um validador de identidade. O sistema apenas confirma o CPF do hóspede para evitar fraudes e erros de preenchimento, garantindo que o cliente é quem diz ser.
– As informações recolhidas pelo sistema ficam expostas?
Não. Os registros são criptografados e armazenados no banco de dados do Serpro. O Ministério do Turismo acessa apenas dados macro (quantitativos); dados individuais só são acessados por ordem judicial ou policial, como já ocorre hoje.
– A ferramenta colhe informações sobre gastos dos hóspedes?
Não. A FNRH Digital não coleta dados a respeito de despesas dos hóspedes. Ela serve exclusivamente para estatísticas oficiais de fluxo turístico e apoio à segurança pública.
– O check-in vai ficar mais difícil com a nova ficha digital?
Não. Quem utiliza a conta Gov.br finaliza o registro em segundos. O processo é antecipado via sistema Gov.br e concluído por meio da leitura de QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo próprio estabelecimento.
– É obrigatório fazer o check-in antes de chegar ao meio de hospedagem?
Não. O check-in pode ser feito previamente ou, caso o hóspede prefira, é possível optar pelo preenchimento digital já no hotel, com auxílio do atendente diretamente no balcão do estabelecimento.
– O novo sistema é pago pelo meio de hospedagem?
Não. O sistema oficial é gratuito, o Ministério do Turismo não cobra pelo acesso. Eventuais custos dependem apenas do contrato do hotel com seus fornecedores de softwares de gestão (PMS).
– Hoteleiros ainda podem aderir ao sistema da FNRH Digital?
Sim, empreendimentos não adequados ainda podem fazê-lo. O Ministério do Turismo reforça que está à disposição da hotelaria de todo o país para orientar o processo de transição.
– Como o Ministério do Turismo vem acompanhando a transição?
O foco inicial é sensibilizar o setor quanto à necessidade de adaptação, conscientizando quanto aos benefícios da utilização do sistema para seus hóspedes e a gestão dos próprios negócios.
ORIENTAÇÕES – O Ministério reitera que o processo de transição para a nova FNRH Digital exige adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.
A Pasta disponibiliza uma página eletrônica com todo o passo a passo da ferramenta para hóspedes e hoteleiros. (Acesse AQUI)
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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