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Força Tática apreende 2.131 cigarros eletrônicos e causa prejuízo de R$ 300 mil ao crime

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam três homens, com idades entre 20 e 22 anos, pelo crime de contrabando, na noite desta terça-feira (9.6), em Rondonópolis. Com a quadrilha, a PM apreendeu 2.131 cigarros eletrônicos, causando prejuízo estimado de R$ 300 mil ao crime.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes da Força Tática estavam em patrulhamento pela Operação Tolerância Zero, pelo bairro Parati, e encontraram um homem em atitude suspeita na frente de uma residência. O homem correu para o interior do imóvel ao ver as viaturas militares.

Diante da situação, os policiais desembarcaram e fizeram diligências na área, identificando que dentro da residência haviam diversas caixas com produtos semelhantes a cigarros eletrônicos.

Em seguida, a equipe da PM entrou na casa e encontrou três homens, sendo um deles o suspeito que fugiu anteriormente. Nas buscas dentro da casa, foram localizados 2.131 unidades de cigarros eletrônicos, uma máquina de cartão de crédito e demais objetos referentes a comercialização dos produtos.

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Questionados, os três suspeitos afirmaram que trabalhavam em um estabelecimento que fazia a venda dos produtos, porém se recusaram a informar a identidade de quem seria o proprietário do empreendimento.

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Com o flagrante, os três suspeitos receberam voz de prisão pelo contrabando e venda dos cigarros eletrônicos, que são proibidas no Brasil, e foram conduzidos para a delegacia de Rondonópolis para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia prende homem que vendia celulares furtados no WhatsApp

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venda celulares furtados

Suspeito de 32 anos foi flagrado com aparelhos subtraídos da loja Casa do Celular em Cuiabá; prejuízo original da empresa ultrapassa R$ 52 mil

A Polícia Civil prendeu em flagrante um homem de 32 anos na terça-feira (9) em Cuiabá. O suspeito comercializava em aplicativos de mensagens celulares furtados de um estabelecimento comercial da capital.

A prisão expõe a rota de escoamento de produtos eletrônicos subtraídos em Mato Grosso, onde criminosos utilizam plataformas digitais gratuitas para revender mercadorias de alto valor. A recuperação dos itens atenua o impacto financeiro de R$ 52 mil sofrido pela empresa atacada e fornece às autoridades um elo físico para rastrear toda a rede responsável pelo furto qualificado.

A dinâmica da invasão e o impacto financeiro

O encadeamento de eventos que culminou na prisão ocorreu em um intervalo de quinze dias, tendo início na madrugada do dia 25 de maio. O alvo primordial da ação criminosa foi a empresa Casa do Celular, um estabelecimento comercial em funcionamento localizado no bairro CPA I, uma das regiões mais adensadas da região norte de Cuiabá. A dinâmica registrada atesta uma invasão com nítida divisão de tarefas.

Sob a cobertura da madrugada, o crime contou com a participação direta de quatro indivíduos. A tática de invasão consistiu na incursão de três suspeitos para o interior das instalações físicas da loja. Simultaneamente, o quarto integrante da formação assumiu a função logística e de vigilância externa. Esse indivíduo permaneceu a bordo de um veículo automotor, posicionado estrategicamente para garantir o monitoramento de eventual aproximação policial e a rota de fuga com o material ilícito.

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O ataque gerou o esvaziamento expressivo do estoque da empresa. Durante o período de permanência no interior do imóvel, os três invasores realizaram a subtração de diversos aparelhos celulares e de outros equipamentos eletrônicos. A contabilidade realizada pela administração da loja após o crime consolidou um passivo financeiro severo. O prejuízo causado pela perda do maquinário foi estimado em mais de R$ 52 mil, montante que mobilizou a instauração do procedimento apuratório pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.

A trilha cibernética e a operação no Ginásio Verdinho

Com o inquérito em curso, o rastro físico dos produtos transformou-se em uma trilha digital. A identificação do paradeiro dos eletrônicos furtados emergiu do monitoramento de ambientes virtuais de negociação. As apurações revelaram que o maquinário estava sendo ofertado de forma clandestina no interior de um grupo do aplicativo WhatsApp. O catálogo do anunciante detalhava aparelhos com especificações estritamente compatíveis com a relação de bens suprimidos do comércio varejista atacado em 25 de maio.

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Diante das evidências em plataforma fechada, a operação entrou em uma fase de ação controlada. Um funcionário da própria empresa vítima assumiu papel direto na estratégia de interceptação. Orientado pelo contexto das apurações de segurança, o trabalhador estabeleceu contato com o perfil que figurava como anunciante no aplicativo de mensagens. O objetivo funcional foi simular interesse na aquisição comercial de dois aparelhos celulares específicos oferecidos pelo suspeito.

As equipes da Derf passaram a monitorar a progressão das tratativas no aplicativo. O anunciante e o suposto comprador estabeleceram os termos do encontro presencial para a concretização da venda. O perímetro definido para a transação comercial fixou-se nas proximidades do Ginásio Verdinho, tradicional equipamento desportivo situado também no bairro CPA I.

A fase de campo foi executada quando os investigadores se posicionaram de forma velada no local predeterminado. O suspeito de 32 anos chegou ao ponto de encontro conduzindo uma motocicleta modelo Honda CG 160 Fan. No instante em que ele atracou a motocicleta em posse dos dois celulares que haviam sido negociados com o funcionário, a equipe da Derf executou a abordagem, efetuando a restrição tática do indivíduo.

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Rastreio de IMEI, versões e o material em Jardim Vitória

A verificação técnica exigiu a conferência imediata da numeração do IMEI (Identidade Internacional de Equipamento Móvel) dos aparelhos retidos com o motociclista. O cruzamento numérico atestou, sem inconsistências, que os dois celulares levados para a venda integravam o lote exato subtraído da loja.

Submetido à inquirição preliminar dos policiais civis, o homem verbalizou versões contraditórias a respeito da proveniência da mercadoria. A primeira justificativa sustentada pelo suspeito indicou que os telefones funcionavam como moeda de troca, tendo sido recebidos como pagamento por um serviço supostamente prestado. Em seguida, ele retrocedeu na própria afirmação e passou a alegar que havia encontrado os celulares perdidos em uma via pública.

A inconsistência documental acionou a extensão das diligências operacionais para o endereço residencial do detido, situado no bairro Jardim Vitória. A vistoria no imóvel desvendaram a dimensão material do crime, revelando que a casa funcionava como ponto de armazenamento logístico da carga ilícita.

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O inventário da busca domiciliar resultou na apreensão de aparelhos celulares adicionais, caixas de produtos ainda preservadas com lacre de fábrica, embalagens vazias indicativas de negócios já concretizados e um computador portátil tipo notebook. Além do material de informática, a incursão localizou um simulacro de arma de fogo. Todos os bens foram embalados e transportados para a sede da delegacia.

O suspeito de 32 anos foi formalmente autuado em flagrante na sede da Derf Cuiabá pelo crime de receptação qualificada, tipificação penal direcionada ao indivíduo que transporta ou oculta proveito de crime no exercício de atividade comercial.

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A recuperação dos eletrônicos exigiu a integração entre o controle de dados da empresa e a ação controlada da Polícia Civil. O ponto de partida concentrou-se no inventário técnico do furto da Casa do Celular ocorrido em 25 de maio, a partir do registro dos códigos IMEI dos aparelhos. O rastreio em grupos de mensagens permitiu identificar anúncios no WhatsApp. A materialização do flagrante exigiu que um funcionário da vítima simulasse a compra de dois telefones, marcando o encontro em local aberto. O monitoramento prévio pelos agentes da Derf Cuiabá assegurou a interceptação do veículo no Ginásio Verdinho, a verificação sistêmica dos identificadores móveis e a expansão legal das buscas para a residência do autuado no Jardim Vitória.

A detenção converte parte do prejuízo empresarial, mas o inquérito policial da Derf segue a tramitação regular. As frentes investigativas permanecem direcionadas à qualificação criminal e à busca do paradeiro dos quatro autores diretos que executaram a invasão qualificada e a retirada integral da carga avaliada em R$ 52 mil no estabelecimento comercial de Cuiabá.

 

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