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CASACOR Mato Grosso assina camarote da primeira-dama no Feijó Folia e reforça parceria social no Estado.

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A CASACOR Mato Grosso, em reconhecimento à parceria institucional estabelecida com a primeira-dama do Estado de Mato Grosso, Virgínia Mendes, assinou o camarote oficial da primeira-dama no Feijó Folia — evento tradicional com mais de três décadas de história e produção de Edson Guilherme. A iniciativa simboliza a consolidação de uma relação pautada por valores comuns, entre eles o fortalecimento de ações sociais, culturais e institucionais no Estado. A presença da mostra em um dos eventos mais prestigiados do calendário festivo mato-grossense reafirma seu papel como plataforma de encontros e conexões. Mais do que uma participação pontual, a assinatura do espaço evidencia a convergência entre design, propósito e responsabilidade social. A ação também reforça a proximidade entre o universo da arquitetura e as iniciativas que impactam diretamente a sociedade.

O camarote no Feijó Folia foi concebido e assinado pela CASACOR Mato Grosso em parceria com o designer de interiores Caio Arend, de Nova Mutum, e com a Tessaro H&G, marca especializada em mobiliário para áreas externas. A proposta do espaço partiu da fusão entre grandes marcas e talentos criativos, resultando em um ambiente que aliou conforto, estética e funcionalidade. O projeto buscou traduzir a essência da CASACOR em um cenário festivo, valorizando o design autoral e a convivência. Elementos de arte, mobiliário contemporâneo e ambientação sensorial contribuíram para criar uma experiência imersiva. O camarote tornou-se, assim, um espaço de acolhimento e celebração, onde a sofisticação dialogou com a alegria característica do carnaval brasileiro.

A presença da mostra no evento reforça uma relação construída a partir de ações sociais e institucionais relevantes. Em 2024, a CASACOR Mato Grosso, a pedido da primeira-dama, doou o projeto arquitetônico de reforma e ampliação da APAE Cuiabá, iniciativa que deverá receber recursos ainda neste ano para a execução das melhorias. O projeto prevê adequações estruturais e ampliação de ambientes voltados ao atendimento de crianças especiais da capital. A ação integra um conjunto de iniciativas que unem arquitetura e responsabilidade social. Ao contribuir com soluções técnicas e criativas para instituições que atuam diretamente com a comunidade, a CASACOR amplia seu alcance para além do universo expositivo. Trata-se de um compromisso permanente com o impacto positivo no território em que está inserida.

“Quero agradecer, de forma muito especial, às marcas e profissionais que estiveram ao lado da CASACOR Mato Grosso na assinatura deste camarote no Feijó Folia. Mais do que um espaço de convivência, construímos juntos um ambiente de afeto, solidariedade e valorização da cultura mato-grossense. Essa união entre design, sensibilidade e compromisso social é o que fortalece nossas ações em prol de quem mais precisa”, destacou a primeira-dama Virgínia Mendes. Para ela, a iniciativa simboliza a força das parcerias institucionais que se constroem com base em confiança e propósito comum. A presença de marcas e profissionais engajados amplia o alcance das ações sociais e fortalece o senso de coletividade. O camarote tornou-se também um espaço de diálogo e integração entre diferentes setores da sociedade.

“Hoje eu só consigo sentir gratidão. Ver 2.400 pessoas vivendo intensamente o Feijó Folia 2026 foi algo que me emocionou profundamente. Foi um sábado de carnaval abençoado, com sol brilhando, energia lá em cima e uma vibração que tomou conta de cada espaço do evento. Caminhar por cada ambiente, observar os encontros e os sorrisos me trouxe a certeza de que todo esforço vale a pena. O Feijó Folia não é apenas uma festa, é um encontro de pessoas que celebram a vida. A todos que estiveram presentes, que confiaram e que fazem esse evento acontecer, o meu muito obrigado. Seguimos juntos, porque nada se constrói sozinho e o que vivemos foi resultado de uma comunidade que acredita e faz acontecer”, afirmou o produtor do evento, Edson Guilherme.

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O camarote assinado pela CASACOR Mato Grosso consolidou-se como um dos espaços mais prestigiados do Feijó Folia 2026, reunindo lideranças, empresários, profissionais criativos e representantes da sociedade mato-grossense. Ao longo do evento, o ambiente tornou-se ponto de encontro para celebrações, networking e fortalecimento de vínculos institucionais. A proposta estética e conceitual do espaço contribuiu para ampliar a experiência do público, evidenciando a capacidade do design de transformar ambientes e criar memórias. A presença de convidados ilustres e parceiros estratégicos reforçou a relevância do projeto dentro da programação. Mais do que um camarote, o espaço representou um manifesto de integração entre cultura, arquitetura e responsabilidade social.

 

Da Assessoria

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Classe média brasileira tem renda entre R$ 2,5 mil e R$ 10,8 mil, segundo IBGE e FGV — números virais nas redes inflam os valores

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Faixas oficiais da FGV Social mostram onde cada família se encaixa

PNAD Contínua 2025 mostra rendimento per capita de R$ 2.316 no Brasil e R$ 2.335 em Mato Grosso; classificação da FGV Social, referência acadêmica no país, aponta que classe média alta começa em R$ 10.885 de renda domiciliar total mensal — sem multiplicadores nem ajustes por estado.

A renda da classe média brasileira tem faixas claras na metodologia oficial, e os valores estão abaixo do que peças gráficas viralizadas nas redes sociais vêm sugerindo. A FGV Social, em estudo divulgado em janeiro de 2026 pelo economista Marcelo Neri, situa a classe média (Classe C) em domicílios com renda total mensal entre R$ 2.525 e R$ 10.885. O IBGE, pela PNAD Contínua 2025 publicada em fevereiro deste ano, registrou rendimento domiciliar per capita médio de R$ 2.316 no Brasil. Em Mato Grosso, o valor foi de R$ 2.335 — décima posição entre as 27 unidades da federação.

Uma peça gráfica que circulou com força nas redes nas últimas semanas, atribuída à PNAD Contínua 2025, apresenta números bem superiores. Para Mato Grosso, indica R$ 10.500 como renda mensal necessária para uma família ser considerada classe média alta. O valor surge de aplicar um multiplicador de 1,5 sobre o per capita estadual divulgado pelo IBGE e, em seguida, multiplicar o resultado por três moradores. A fórmula não consta nas metodologias oficiais usadas para classificar famílias brasileiras e produz diferenças expressivas em relação às referências reconhecidas.

Pela classificação da FGV Social, classe média alta começa em R$ 10.885 de renda domiciliar total no Brasil inteiro, sem distinção por estado. Acima de R$ 14.191, entra-se na classe A. As faixas valem para a soma de tudo o que entra na casa — salários, aposentadorias, aluguéis, pensões e benefícios sociais — em valores médios de 2023, atualizados pelo IPCA.

Aplicado ao Mato Grosso, o critério oficial resulta em um número bem menor. Com per capita estadual de R$ 2.335 e tamanho médio de domicílio próximo de 2,7 pessoas (a PNAD Contínua 2024 mostra que 74,3% dos lares brasileiros têm até três moradores), a renda total mensal da família típica mato-grossense fica em torno de R$ 6.300. O valor está dentro da Classe C — a classe média padrão — e a meio caminho da Classe B, que começa em R$ 10.885.

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A peça que viralizou usa como rótulo “classe média alta” um patamar de renda que, na classificação acadêmica mais difundida, ainda é classe média comum. Há outro problema na fórmula: o pressuposto de três moradores por domicílio. Em DF e SP, o número cai abaixo da média nacional. No Norte e Nordeste, sobe. Aplicar 3 como constante uniforme para todas as 27 unidades da federação distorce a comparação interestadual e infla os valores em estados onde os domicílios são menores.

Os dados mais recentes do IBGE descrevem um Brasil bem mais modesto do que essas inferências sugerem. A renda mensal real domiciliar per capita chegou a R$ 2.264 em 2025, recorde da série iniciada em 2012, conforme a PNAD Contínua – Rendimento de Todas as Fontes, divulgada em 8 de maio de 2026. Os 10% mais pobres da população viviam com R$ 268 ao mês — R$ 8,93 por dia. Os 10% mais ricos recebiam R$ 9.117 per capita. O 1% no topo chegava a R$ 24.973 por pessoa.

Pela leitura da FGV Social, o país terminou 2024 com a maior fatia da classe C já registrada: 60,97% da população. Somadas, as classes A, B e C representam 78,18% dos brasileiros — também recorde. Entre 2022 e 2024, cerca de 17,4 milhões de pessoas migraram para esses estratos, volume equivalente à população do Equador. As classes D e E ficaram em 15,05% e 6,77%, os menores percentuais da série histórica.

A nota técnica do Ipea publicada em novembro de 2025, assinada pelos pesquisadores Pedro Herculano Souza e Marcos Dantas Hecksher, confirma o quadro. A renda domiciliar per capita brasileira cresceu cerca de 70% desde 1995. O coeficiente de Gini caiu quase 18% no mesmo período. A taxa de extrema pobreza recuou de 25% para menos de 5%. Em 2024, 4,8% dos brasileiros estavam abaixo da linha de extrema pobreza (US$ 3 por dia) e 26,8% abaixo da linha de pobreza (US$ 8,30 por dia).

A confusão entre rendimento per capita e renda domiciliar total alimenta a circulação de peças com números frágeis. Estudos sérios sobre classes sociais brasileiras não aplicam multiplicadores arbitrários sobre médias estaduais. A referência é sempre a renda total efetiva do domicílio, comparada a faixas absolutas calibradas pela distribuição empírica da renda e corrigidas pela inflação oficial. O IBGE publica per capita e total separadamente, sem combiná-los em fórmulas próprias para classificação social.

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Para o leitor que quer saber em qual faixa se encaixa, o caminho é direto: somar tudo o que a família recebe no mês — salários, aposentadorias, pensões, aluguéis recebidos, benefícios sociais — e comparar com as faixas FGV. Não há multiplicação envolvida. Famílias com renda total entre R$ 6 mil e R$ 10 mil mensais em Mato Grosso, por exemplo, integram a classe C, vivem em situação financeira melhor do que a maioria do país, mas estão fora de qualquer faixa “alta”.

O estudo completo da FGV Social, com as faixas atualizadas e a metodologia, está disponível no site do Centro de Políticas Sociais da FGV. Os dados do IBGE sobre rendimento domiciliar per capita por unidade da federação saem anualmente na Agência IBGE de Notícias, em cumprimento à Lei Complementar 143/2013. A nota técnica do Ipea sobre evolução da renda no Brasil entre 1995 e 2024 está no portal do instituto.

Metodologia

A apuração desta reportagem usou três fontes oficiais brasileiras: o estudo Evolução das Classes Econômicas Brasileiras: 1976 a 2024, do economista Marcelo Neri, da FGV Social, publicado em 12 de janeiro de 2026; os dados da PNAD Contínua 2025 divulgados pelo IBGE em 27 de fevereiro de 2026, referentes ao rendimento domiciliar per capita por unidade da federação para fins de rateio do Fundo de Participação dos Estados (Lei Complementar 143/2013); e o levantamento PNAD Contínua – Rendimento de Todas as Fontes 2025, do IBGE, divulgado em 8 de maio de 2026, com a distribuição da renda por décimos da população. Também foi usada como referência a nota técnica do Ipea publicada em 25 de novembro de 2025, assinada pelos pesquisadores Pedro Herculano Souza e Marcos Dantas Hecksher, sobre a evolução da renda, da desigualdade e da pobreza no Brasil entre 1995 e 2024.

 

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