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A Força dos Ventos marítimos

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A energia eólica offshore é uma tecnologia de geração de eletricidade que utiliza a força dos ventos em áreas marítimas. Diferentemente dos parques eólicos onshore (terrestres), as turbinas offshore são instaladas no mar, onde os ventos são mais intensos e constantes.

O funcionamento desse sistema ocorre da seguinte forma: o vento movimenta as pás das turbinas, fazendo com que o rotor gire. Esse movimento é transmitido a um gerador, que converte a energia mecânica em energia elétrica. Em seguida, a eletricidade produzida é transportada por cabos submarinos até uma subestação offshore, onde a tensão é elevada para reduzir perdas durante a transmissão. Após esse processo, a energia é conduzida por cabos até a costa e integrada ao sistema elétrico para distribuição aos consumidores.

Existem dois principais tipos de instalações offshore. O primeiro utiliza fundações fixas, adequadas para regiões de menor profundidade, onde as torres são ancoradas diretamente no fundo do mar. O segundo é composto por plataformas flutuantes, destinadas a águas profundas, que permanecem estabilizadas por sistemas de ancoragem.

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As turbinas utilizadas em parques eólicos offshore podem apresentar dimensões superiores às empregadas em instalações terrestres. A geração de eletricidade ocorre sem combustão durante a operação e integra o conjunto de tecnologias utilizadas para a produção de energia elétrica.

A implantação de parques eólicos em ambiente marinho requer a realização de estudos ambientais detalhados, com o objetivo de minimizar os impactos sobre a fauna marinha, as aves migratórias e as atividades pesqueiras.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Entenda cada item cobrado na conta de luz e como acompanhar o consumo

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A conta de energia elétrica reúne diferentes informações sobre o consumo, medido em quilowatt-hora (kWh), e os custos necessários para que a energia chegue ao consumidor. A cobrança contempla, por exemplo, valores relacionados à geração, transmissão e distribuição.

Na prática, a tarifa é composta por duas parcelas principais. A Parcela A reúne custos que não são gerenciados pela distribuidora (compra de energia, transmissão e encargos setoriais). Já a Parcela B corresponde aos custos relacionados à prestação do serviço de distribuição (operação, manutenção e expansão da rede elétrica).

Além desses valores, também são incluídos encargos setoriais, tributos e contribuições definidos pela legislação federal, estadual e municipal. Um exemplo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual cuja alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Também incidem as contribuições federais para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), destinados ao financiamento de políticas públicas da União.

Iluminação Pública e Bandeiras Tarifárias

Outro item que pode aparecer na fatura é a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP ou COSIP), instituída pelos municípios e pelo Distrito Federal.

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Também podem ser aplicadas as bandeiras tarifárias, identificadas pelas cores verde, amarela e vermelha. Elas indicam as condições de geração de energia no período e, conforme a bandeira vigente, podem resultar em cobrança adicional na tarifa.

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Conhecer esses itens ajuda a entender a composição da conta de energia elétrica e as cobranças que fazem parte da fatura.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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