BRASIL
Capacitação em investigação criminal fortalece atuação de profissionais da segurança pública
Brasília, 28/4/2026 – A Rede Nacional de Educação a Distância em Segurança Pública (Rede EaD Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), disponibiliza cursos gratuitos voltados à qualificação de profissionais do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Os interessados podem se inscrever pela plataforma oficial (https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/sua-seguranca/seguranca-publica/dep/ead-senasp).
O curso de investigação criminal, que tem papel estratégico na preparação de policiais, peritos e demais profissionais da segurança pública, está disponível na plataforma. A qualificação aborda temas como investigação de homicídios, tráfico de pessoas, crimes ambientais, organizações criminosas e inteligência policial, com foco em técnicas atualizadas e atuação integrada.
A proposta é ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança, com acesso a ferramentas atualizadas e conhecimento especializado para uma atuação mais precisa. A formação também reforça áreas como análise financeira, preservação de local de crime, combate a fraudes e procedimentos investigativos.
No eixo de investigação, estão disponíveis cursos como Detecção de Fraudes Eletrônicas em Períodos de Crise, Investigação Criminal: Aspectos Conceituais, Investigação e Análise Financeira e Investigação e Análise Patrimonial: Noções Básicas. Também há capacitações sobre procedimentos em local de crime, como atividades de polícia judiciária, elaboração de relatório, isolamento e preservação.
A plataforma oferece ainda cursos voltados ao atendimento de grupos vulneráveis, como enfrentamento ao assédio sexual nas instituições de segurança pública, combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, proteção da mulher turista, acolhimento à pessoa idosa, atendimento a crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência e repressão penal à prática de homotransfobia, conforme a Lei nº 7.716/1989.
Qualificação diferenciada
Entre os diferenciais está a oferta de cursos em outros idiomas, voltados também a estrangeiros, como Investigación y Análisis Patrimonial: Nociones Básicas, Problem-Solving-Oriented Policing e Seguridad de los Grupos Vulnerables: Acogimiento a las Personas Mayores, o que amplia o intercâmbio de conhecimento e a cooperação internacional.
A qualificação em análise financeira contribui para o rastreamento de movimentações suspeitas e para a desarticulação de organizações criminosas. A preservação do local de crime garante a integridade das provas e evita prejuízos às investigações.
O combate a fraudes ganha relevância diante do crescimento dos crimes digitais. A atualização constante permite que os profissionais acompanhem novas dinâmicas criminosas e atuem com mais eficiência.
Oferecidos de forma remota, os cursos ampliam o acesso à capacitação em todas as regiões do País, sem necessidade de deslocamento, e favorecem a atualização permanente.
A formação fortalece a atuação integrada entre segurança pública, justiça e rede de proteção às vítimas. Em um contexto em que a eficiência investigativa impacta diretamente a resolução de crimes e a proteção da sociedade, a qualificação contínua é essencial.
Mais informações estão disponíveis na plataforma da Rede EaD Senasp.
BRASIL
Luz para Todos avança em territórios indígenas e leva energia limpa a aldeias isoladas do Pará
O Dia dos Povos Indígenas, celebrado em 19 de abril, marcou o início de uma nova frente de inclusão energética na Amazônia. Na data simbólica, o Ministério de Minas e Energia (MME) deu início a mais uma etapa da implementação da 1ª Tranche Especial Indígena do Programa Luz para Todos (LPT), voltada ao atendimento das aldeias Mapuera, em áreas remotas do Pará. A ação representa um avanço estratégico da política de universalização do acesso à energia elétrica em territórios indígenas isolados e busca beneficiar 2.910 unidades consumidoras.
Com investimento avaliado em R$ 129,3 milhões, reforça o compromisso da Pasta em levar energia limpa, dignidade e desenvolvimento social a comunidades onde barreiras geográficas ainda dificultam o acesso a serviços essenciais. O projeto integra a agenda de inclusão energética na Amazônia Legal e fortalece a redução das desigualdades regionais por meio de soluções adaptadas à realidade local.
“A ampliação de acesso à energia elétrica nessas comunidades é uma importante marca na promoção de cidadania, educação, saúde e comunicação, além de criar condições para que o desenvolvimento chegue respeitando a cultura e o modo de vida dos povos indígenas. Essa é uma ação que une justiça social, sustentabilidade e presença efetiva do poder público nas regiões onde ele se faz mais necessário”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Luz para Todos: respeito a tradição e novas oportunidades
A operacionalização será feita por meio da instalação de Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente (SIGFIs), tecnologia destinada a localidades isoladas e de difícil acesso que utilizam exclusivamente o uso de fontes renováveis para geração de energia. A solução garante atendimento contínuo sem necessidade de expansão convencional da rede, sendo adequada para áreas da floresta amazônica onde a logística impõe desafios técnicos consideráveis.
O início das atividades ganhou ainda mais significado com a recepção das equipes técnicas pela liderança das aldeias Mapuera, no Dia dos Povos Indígenas. O encontro simbolizou a convergência entre inovação tecnológica e respeito às especificidades culturais, consolidando uma ação construída para levar infraestrutura básica sem romper com a dinâmica tradicional das comunidades.
Criado em 2003, o Programa Luz para Todos já transformou a realidade de milhares de famílias paraenses. Somente no estado, foram beneficiadas mais de 592 mil famílias desde o início do programa. A intensificação em áreas remotas permitiu o atendimento de mais de 69 mil famílias em localidades antes excluídas do sistema convencional.
Os investimentos acumulados no Pará somam R$ 6,98 bilhões, dos quais R$ 2,7 bilhões foram destinados exclusivamente a soluções para regiões isoladas. Agora, com a execução da 1ª Tranche Especial Indígena, o MME consolida mais um passo na construção de um modelo energético socialmente inclusivo, ambientalmente sustentável e alinhado às necessidades dos povos da Amazônia.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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