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Guarda Municipal de Várzea Grande participa do Curso Nacional de Atendimento às Mulheres e Meninas em Situação de Violência, em Goiânia

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A formação terá como objetivo unificar as formas de acolhimento e atendimento, uma equipe formada por quatro representantes da Guarda Municipal de Várzea Grande, está no curso onde também participam Policiais Militares e Guardas Municipais dos 4 estados da Região Centro-Oeste.


O curso ocorrerá entre os dias 02 a 10 de setembro de 2024, na Escola Superior de Advocacia de Goiás.
Curso que é ofertado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, visa capacitar os profissionais das Guardas Municipais e Polícias Militares para prestar atendimento especializado e eficiente às mulheres e meninas em situação de violência, ofertando conhecimentos teóricos e práticos sobre violência de gênero e legislação protetiva. Outra finalidade é tornar os participantes multiplicadores, podendo os participantes, posteriormente, capacitarem outros agentes para abordagem humanizada e integrada, com compromisso de avaliação contínua, aprimorar e adaptar as estratégias de intervenção, sendo multiplicadores do conhecimento em suas instituições para melhorar o atendimento às pessoas do sexo feminino em situação de vulnerabilidade.
Segundo os idealizadores do curso, o Ministério da Justiça e Segurança Pública atualizou o Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSP) 2021-2030 e, com prazos, indicadores, priorização e coordenação para cumprir as metas.
O Plano foi publicado pelo decreto nº 10.822 em 29 de setembro de 2021 e conta com 13 metas principais que incluem a redução dos índices de mortes violentas da violência contra mulher e priorizam a atenção aos profissionais de segurança pública.

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“A Capacitação visa dar um passo à frente, no cumprimento do documento e também uma nova visão de atendimento no que tange as novas Leis, por exemplo, a Legislação aplicada à violência de gênero, que é um dos focos da capacitação, além da operacionalização das medidas protetivas no contexto da segurança pública. As estratégias são unificadas em todo o país, no atendimento à mulher vítimas de violência, com seus protocolos de atendimentos. Neste campo já existem bastantes mecanismo tanto de proteção quanto de repressão. Esta unificação fortalece as Redes de atendimento as mulheres. Sempre há algo que aprender, e atualizar sobre as legislações. Após o curso, os Guarda Municipais que participaram da capacitação serão multiplicadores de conhecimentos e fortalecimento das instituições de segurança pública, que trabalham contra a violência às mulheres e meninas em situação de violência, ou seja, farão parte de uma Rede Nacional que estimula e apoia a realização de ações de prevenção à violência e à criminalidade, com prioridade para aquelas relacionadas à letalidade, como das mulheres e de outros grupos vulneráveis”, disse o Coronel e Secretário Municipal de Defesa Social, Alessandro Ferreira da Silva.
O curso que têm 60H/A, conta com os seguintes temas:
1. Entendendo o que é gênero, desigualdades e violências.
2. Legislação aplicada à violência de gênero: estratégias do Susp no enfrentamento à violência contra a mulher.
3. Acolhimento e Atendimento inicial: protocolos de atendimento às ocorrências policiais de violência doméstica.
4. Operacionalização das medidas protetivas no contexto da segurança pública: Monitoramento e acompanhamento de vítimas com MPU.
5. Estratégias de Ensino e Aprendizagem para a multiplicação do conhecimento.
6. Articulação e fortalecimento da rede de atendimento às mulheres e meninas em situação de violência.
7. Gênero e Segurança Pública: Protegendo a Diversidade e Promovendo a Inclusão.

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Governo inicia pagamento de novo lote do abono hoje (15);veja guia

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Abono salarial

Quarta etapa do calendário libera R$ 5,7 bilhões para nascidos em maio e junho; valores individuais chegam a R$ 1.621 e beneficiários têm até dezembro para realizar o saque

Leia o guia completo no final da matéria.

O Ministério do Trabalho e Emprego inicia nesta sexta-feira (15) o pagamento do quarto lote do abono salarial do ano-base 2024 para trabalhadores brasileiros nascidos nos meses de maio e junho.

A liberação de R$ 5,7 bilhões injeta recursos diretamente no consumo das famílias em um momento de transição econômica, atingindo mais de 4,5 milhões de profissionais que cumprem requisitos de renda e tempo de serviço. O benefício, que funciona como um 14º salário para trabalhadores de baixa renda, varia de R$ 136 a R$ 1.621, dependendo estritamente do tempo de atividade remunerada registrado no período de apuração.

Distribuição de recursos e impacto por categoria

O montante bilionário anunciado pela pasta federal está dividido entre duas frentes bancárias distintas, conforme a natureza do vínculo empregatício do beneficiário. A maior parcela dos recursos será destinada aos trabalhadores da iniciativa privada. Segundo os dados oficiais, 3.970.985 profissionais de empresas particulares receberão o abono por meio da Caixa Econômica Federal.

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Já no setor público, o contingente de beneficiários alcança 584.939 servidores. Para este grupo, o repasse dos valores é operacionalizado pelo Banco do Brasil. A divisão estrutural entre o Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) mantém a lógica de atendimento segmentado, embora os critérios de valor e direito tenham sido unificados nas diretrizes recentes do governo federal.

O calendário de 2026, referente ao que foi trabalhado em 2024, teve sua execução iniciada em 16 de fevereiro. Diferente de anos anteriores, em que o cronograma se estendia por períodos mais curtos, o governo confirmou que os valores ficarão disponíveis para retirada até o dia 30 de dezembro de 2026. Após esse prazo, o recurso retorna ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) caso não haja movimentação por parte do titular.

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Critérios de habilitação e regras do ano-base 2024

A elegibilidade para o recebimento do abono não é automática e depende de um cruzamento de dados realizado pelo eSocial e pelas bases do Ministério do Trabalho. Para estar habilitado, o trabalhador deve estar cadastrado no PIS ou no Pasep há pelo menos cinco anos, contados a partir da data do primeiro vínculo formal de emprego. Este requisito impede que novos entrantes no mercado de trabalho acessem o benefício imediatamente.

Além do tempo de cadastro, existe um teto salarial rigoroso: a remuneração mensal média no ano-base de 2024 não pode ter ultrapassado o valor de referência de R$ 2.766. Profissionais que excederam esse patamar, mesmo que por um único mês de bônus ou horas extras, podem ter a habilitação indeferida pelo sistema.

Outro ponto fundamental para a garantia do pagamento é a densidade da atividade laboral. O texto ministerial especifica que é necessário “ter exercido atividade remunerada, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração”. Somado a isso, o empregador deve ter cumprido a obrigação acessória de informar os dados corretamente no eSocial, uma vez que inconsistências cadastrais são a principal causa de retenção do pagamento.

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Logística de saque e canais de atendimento digital

A operacionalização dos pagamentos foi desenhada para priorizar os meios digitais, reduzindo a necessidade de deslocamento físico às agências bancárias. Na Caixa Econômica Federal, os trabalhadores que já possuem conta corrente, poupança ou a Conta Digital da instituição recebem o crédito automaticamente. Para aqueles que não possuem vínculo bancário anterior, o banco abre de forma automática uma conta poupança social digital, movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

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Caso o trabalhador enfrente dificuldades com as ferramentas digitais, o saque presencial ainda é permitido em agências, casas lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui. Essa capilaridade é vista como essencial para atender beneficiários em regiões com menor conectividade ou idosos com dificuldades de navegação em aplicativos.

No Banco do Brasil, o fluxo para os servidores públicos segue lógica similar. O pagamento é realizado preferencialmente via crédito em conta bancária, mas a instituição também disponibiliza transferências via TED ou PIX para outras contas de titularidade do beneficiário. Quem não possui chave PIX cadastrada ou conta ativa deve realizar o procedimento de forma presencial em uma das agências do banco.

O governo orienta que as consultas de valores e a verificação do calendário sejam feitas exclusivamente pelos canais oficiais para evitar golpes. As plataformas indicadas são o portal Gov.br, o aplicativo Carteira de Trabalho Digital e o telefone 158. Em situações de erros cadastrais persistentes, o trabalhador deve procurar as superintendências regionais do trabalho para protocolar recurso administrativo.

 

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