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Comerciantes do Shopping Popular exigem transparência financeira após incêndio devastador

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Após o incêndio que destruiu o Shopping Popular de Cuiabá em 15 de julho de 2024, comerciantes afetados estão exigindo maior transparência da diretoria da Associação dos Camelôs. Advogados representantes dos associados protocolaram, em 26 de novembro de 2024, um pedido formal de acesso aos registros financeiros da associação, incluindo balancetes e relatórios detalhados. A iniciativa surge após declarações do presidente Misael Galvão, que afirmou que a associação não possuía reservas emergenciais e que o caixa estava zerado no momento da tragédia.

Os comerciantes alegam que, apesar de uma arrecadação mensal significativa, estimada em quase R$ 1 milhão, nunca tiveram acesso às demonstrações financeiras da associação. A advogada Marcela Florência, que também é lojista no shopping há mais de 20 anos, expressou indignação com a falta de transparência e a recente proposta de rateio para custear instalações provisórias. “É inadmissível que uma associação com tamanha arrecadação não tenha uma reserva de caixa, demonstrando a incompetência da atual gestão”, afirmou Marcela.

A diretoria, liderada por Misael Galvão, enfrenta críticas por não convocar assembleias para discutir questões financeiras e por manter os associados alheios às decisões sobre o uso dos recursos. O advogado Isaque Levi destacou a necessidade de “abrir a ‘caixa preta’ do Shopping dos Camelôs” para que todos os associados compreendam o destino dos recursos e participem ativamente do planejamento financeiro da instituição.

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Diante da resistência da diretoria em fornecer os relatórios solicitados, os advogados dos comerciantes consideram acionar judicialmente o presidente Misael Galvão, com base no direito dos associados de acesso às informações financeiras da associação, conforme previsto no estatuto da entidade.

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Instituto lança ferramenta gratuita de IA para ajudar mulheres a pesquisar candidaturas nas eleições de 2026

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Plataforma organiza as prioridades de cada eleitora para orientar comparações entre candidaturas no pleito deste ano

O Instituto Lamparina apresentou, na terça-feira (29/09), a meajudAÍ, uma ferramenta gratuita voltada a ajudar mulheres a pesquisar e comparar candidaturas nas eleições de 2026. Disponível em meajudai.chat, a plataforma abrange os seis cargos em disputa neste pleito.

O funcionamento é simples: a partir de informações sobre as prioridades da eleitora e das respostas que ela mesma fornece, a ferramenta monta um prompt — comando que pode ser usado em outras inteligências artificiais para guiar a pesquisa sobre candidaturas e propostas.

Segundo o instituto, a iniciativa é gratuita e não indica candidaturas nem orienta a usuária sobre em quem votar. A proposta é ajudar cada eleitora a organizar os temas que considera prioritários antes de decidir seu voto.

“Em uma eleição com tantos cargos, candidaturas e informações circulando ao mesmo tempo, queríamos criar uma ferramenta simples que ajudasse as meninas e as mulheres a começar pelo que importa para elas”, afirmou a diretora executiva da entidade, Gabi Juns, em nota à imprensa.

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A meajudAÍ cobre as disputas para deputado estadual e federal, as duas vagas ao Senado, o governo estadual e a Presidência da República.

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De acordo com o instituto, o site não pede nome nem e-mail: armazena apenas as respostas do formulário, como idade, gênero, estado e causas selecionadas pela usuária. As conversas realizadas depois, já nas ferramentas de IA, não são acessadas pela organização.

A plataforma também direciona as usuárias a fontes oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde é possível consultar dados sobre candidaturas, local de votação e regras do pleito. As organizadoras afirmam não ter qualquer vínculo com o TSE, partidos, candidaturas ou campanhas.

O Instituto Lamparina alerta ainda que ferramentas de inteligência artificial podem apresentar erros ou informações desatualizadas e recomenda que as usuárias confirmem os dados em fontes oficiais durante a pesquisa.

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