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Meio ambiente

Proprietário rural é multado por desmatamento irregular no Pantanal

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desmatamento irregular pantanal

Batalhão Ambiental identificou supressão de 25,99 hectares de vegetação nativa em Nossa Senhora do Livramento; área não possuía licença

Policiais militares do Batalhão de Proteção Ambiental multaram o proprietário de uma área rural em Nossa Senhora do Livramento, a 39 km de Cuiabá, após constatarem o desmatamento irregular de aproximadamente 25,99 hectares de vegetação nativa na quinta-feira (25).

A área fiscalizada está inserida no bioma Pantanal, classificado como de especial preservação pela legislação ambiental. A equipe confirmou nos sistemas oficiais que a propriedade não possuía licença ambiental vigente para a supressão.

Uso de trator e supressão recente

No local da ocorrência, os policiais constataram que a derrubada das árvores ocorreu recentemente. A ação foi realizada com o uso de um trator, que serviu também para o enleiramento do material lenhoso. Segundo o registro, restaram apenas algumas árvores adultas isoladas na propriedade.

Multa, embargo e denúncias

Diante da infração, o proprietário foi multado. O documento oficial registra o valor em mais de R$ 129 mil (especificamente apontado como R$ 129.953 mil no registro da corporação). A equipe policial lavrou o Auto de Inspeção e o Auto de Infração Termo de Embargo da área. Um boletim de ocorrência também foi registrado para a adoção das medidas administrativas e criminais cabíveis.

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Para denúncias, a sociedade pode acionar a Polícia Militar de forma anônima por meio dos telefones 190 ou 0800.065.3939, que recebem informações de qualquer cidade de Mato Grosso.

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Anvisa proíbe plataforma Voy de vender remédios para obesidade

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Canetas emagrecedoras

Agência afirma que empresa responsável não tem registro de software médico nem autorização para funcionar como farmácia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta sexta-feira (26) o funcionamento da plataforma Voy, que oferece avaliações de saúde e tratamentos personalizados para obesidade.

A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU), impede a empresa de ofertar e divulgar seus serviços, que envolvem o uso de canetas emagrecedoras. A agência adverte que medicamentos adquiridos fora de farmácias e drogarias regulares não possuem garantia de origem, composição e qualidade.

Falta de licença e registro

A proibição ocorre porque a plataforma não está registrada como dispositivo médico. O serviço é operado pela Revia Gestão de Negócios Ltda., que não detém autorização de funcionamento para essa atividade, de acordo com o órgão regulador.

“Plataformas que realizam a indicação de medicamentos e de suas dosagens se enquadram na categoria de software médico. Além disso, a empresa não está regularizada como farmácia ou drogaria e por isso não pode comercializar medicamentos de qualquer natureza”, informou a Anvisa em comunicado.

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Resposta da empresa

A Revia Gestão de Negócios Ltda. declarou à Agência Brasil que tem ciência da proibição e que a equipe responsável monitora o caso.

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“Estamos cientes da notícia divulgada e ela já está sendo acompanhada de perto pela nossa equipe responsável. Neste momento, estamos avaliando internamente os desdobramentos para dar um posicionamento em breve”, afirmou a empresa.

Box: Entenda os termos

 Software médico: Plataformas ou aplicativos que realizam indicações de tratamentos e dosagens; exigem registro sanitário para funcionar legalmente.

 Diário Oficial da União (DOU): Veículo oficial de comunicação do governo federal responsável por publicar decisões, leis e atos públicos, tornando-os válidos.

 

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