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Segurança pública

Operação apura vazamento de dados sigilosos a criminosos em Cuiabá

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vazamento dados policiais

Mandados de busca miram rede que compartilhou imagens de policiais e alertou alvos de investigação pelo WhatsApp.

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (7) a Operação Backchannel em Cuiabá. A ação investiga o vazamento de informações sigilosas sobre diligências policiais a suspeitos de integrar organização criminosa.

O alerta antecipado aos alvos comprometeu o cumprimento de medidas judiciais, resultando na fuga de investigados durante operações posteriores. A suspeita é de que uma rede informal de comunicação tenha operado de dentro de um condomínio residencial na capital.

Mandados e alvos

A ofensiva cumpre quatro mandados de busca e apreensão expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias de Cuiabá. O objetivo é identificar e individualizar a conduta de quem acessou, registrou, transmitiu ou utilizou os dados da corporação.

As investigações são conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

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Imagens no WhatsApp

O vazamento ocorreu menos de 24 horas após uma diligência sigilosa. Pessoas ligadas aos suspeitos perceberam a presença policial no condomínio e repassaram a informação. Uma imagem de um policial civil, capturada pelo sistema de videomonitoramento do próprio residencial, foi compartilhada em grupos de WhatsApp.

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Segundo a corporação, funcionários e intermediários atuaram no repasse dos dados até que chegassem aos familiares das pessoas investigadas por vínculo com o crime organizado.

Impacto e origem do nome

Dias após o vazamento, a Polícia Civil deflagrou uma nova operação, mas diversos alvos não foram localizados. A ausência dos suspeitos reforçou a tese de antecipação das informações sobre a atuação das equipes.

O nome da operação, Backchannel, traduz-se como “canal paralelo” e faz referência à rede clandestina, oculta e informal de comunicação utilizada para alertar os investigados.

 

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Câmara de Várzea Grande relata escutas e restringe acesso à nova sede

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Atendimento ao público ocorre das 7h às 13h, regra prevista desde 2019; baixo efetivo de guardas e tamanho de prédio motivaram controle interno.

A Câmara Municipal de Várzea Grande informou que o expediente e o atendimento ao público funcionam das 7h às 13h. A determinação cumpre as normas de jornada e segurança da Portaria nº 57/2019 e atinge a nova sede do Legislativo.

O controle mais rigoroso na entrada das dependências ocorre devido a relatos de uma possível existência de escutas clandestinas no local. A limitação também responde ao baixo efetivo disponível da Guarda Municipal e ao número reduzido de servidores responsáveis pela portaria.

Gabinetes no período vespertino

O artigo 2º da portaria de 2019 já previa o encerramento do expediente externo às 13h. Após esse horário, os gabinetes dos vereadores têm permissão para funcionar das 13h às 17h, exclusivamente para atividades internas.

A permanência e a organização do trabalho no período da tarde ocorrem sob a responsabilidade de cada parlamentar.

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Segurança em cinco blocos

A nova sede do Legislativo municipal possui 4.700 metros quadrados de área construída, divididos em cinco blocos. A Mesa Diretora avaliou que a dimensão do espaço físico exige o controle de fluxo para resguardar os vereadores, os funcionários, os visitantes e o próprio patrimônio público.

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A Câmara declarou que o modelo de atendimento não é uma exceção institucional, equiparando-se a outros órgãos públicos com horários específicos para os serviços administrativos.

Regras mantidas desde 2019

Segundo a Câmara, não houve alteração do texto original da Portaria nº 57/2019. Regulamentações posteriores serviram para ampliar as diretrizes de controle de acesso e de funcionamento interno da Casa. As atividades legislativas e administrativas continuam ocorrendo normalmente até o fim da manhã.

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