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Gastos públicos

Câmara VG compra 450m² de persianas por R$ 57 mil

Câmara de VG adquire 450m² de persianas por R$ 57 mil. Material renovará gabinetes e presidência.

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Homologação assinada pelo presidente Wanderley Cerqueira nesta semana visa atender demandas do legislativo municipal

A Câmara Municipal de Várzea Grande oficializou, nesta semana, a aquisição de um lote de persianas novas. O contrato vai custar R$ 57.600,00 aos cofres públicos. A gestão do legislativo, presidida pelo vereador Wanderley Cerqueira, validou o processo na última terça-feira (20).

O documento confirma a contratação da empresa Eliane Rossi de Oliveira Ltda. Segundo a publicação oficial, a companhia apresentou a “proposta mais vantajosa para o item único”.

Detalhes da compra

O processo ocorreu via Pregão Eletrônico (nº 90004/2025). Essa modalidade permite que a administração escolha o fornecedor que oferece o menor preço pelo serviço ou produto.

A empresa vencedora deverá fornecer e instalar os itens. O objetivo, descrito de forma genérica no edital, é a “aquisição e instalação de persianas, para atender as demandas da Câmara Municipal de Várzea Grande MT”.

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Base legal e transparência

O presidente da Casa de Leis, Wanderley Cerqueira, assinou a homologação baseada na Nova Lei de Licitações (Lei 14.133/2021). O ato cita especificamente o inciso VII do artigo 17, que trata da fase de julgamento, e o inciso IV do artigo 71, referente ao encerramento da licitação.

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Apesar de o valor não atingir cifras milionárias, a despesa entra no radar de fiscalização por se tratar de itens de decoração e conforto, custeados com verba pública. A regularidade dos atos procedimentais foi atestada pela autoridade competente antes da assinatura final.

O destino de 450m² de material

Documentos técnicos anexos ao edital detalham a dimensão exata da encomenda: foram licitados 450 metros quadrados de persianas. Para efeito de comparação visual, a metragem adquirida é suficiente para cobrir uma área superior a de uma quadra oficial de basquete inteira.

Tecnicamente, o volume comprado tem capacidade estimada para cobrir entre 180 e 200 janelas de tamanho padrão administrativo (área de vão de 2 a 3 metros quadrados), o que sugere uma renovação massiva no edifício da Avenida Presidente Castelo Branco. O Estudo Técnico Preliminar (ETP) confirma que a instalação não é pontual, listando os seguintes destinos para o material:

  • Gabinetes dos vereadores;

  • Salas da presidência;

  • Setores administrativos;

  • Copas e áreas de uso comum.

Para entender melhor

  • Adjudicação: É o ato final do processo de compra. Significa que o órgão público declarou oficialmente quem é o vencedor e “reservou” o objeto da licitação para aquela empresa.

  • Homologação: É a validação. A autoridade superior (neste caso, o presidente da Câmara) confirma que todo o processo seguiu a lei e autoriza a despesa.

 

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CIDADES

Empresário é preso após disparos de arma de fogo em distribuidora de Cuiabá

Delegada nega fiança a Luiz Figueiredo, preso após efetuar disparos na Distribuidora Esquinão, em Cuiabá. Decisão aponta histórico de embriaguez e ameaça como risco à ordem pública e converte flagrante em preventiva.

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Empresário preso Cuiabá
Luiz Figueiredo foi detido em flagrante na Avenida General Mello; delegada Jannira Laranjeira citou "reiteração criminosa" para manter a prisão.

Luiz Figueiredo, de 35 anos, foi detido em flagrante na madrugada deste sábado (14). Decisão cita “desrespeito reiterado às normas” e lista histórico de ameaça e embriaguez ao volante

 

A madrugada deste sábado (14) terminou na delegacia para o empresário Luiz Figueiredo. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar na Distribuidora Esquinão, localizada na Avenida General Mello, nº 2993, no bairro Grande Terceiro, em Cuiabá. Segundo o registro policial, Figueiredo é acusado de porte ilegal de arma de fogo e de efetuar disparos em via pública.

A ocorrência mobilizou a equipe da PM após relatos de tiros no local. Ao chegarem à distribuidora, os policiais encontraram o suspeito e realizaram a abordagem. Conforme consta no Auto de Prisão em Flagrante, o empresário foi “surpreendido em flagrante delito” portando o armamento, um revolver .38. A ação foi presenciada por testemunhas.

O caso foi encaminhado ao Plantão Criminal da Comarca de Cuiabá. A delegada Jannira Laranjeira Siqueira Campos Moura ratificou a prisão, enquadrando Figueiredo nos crimes do Sistema Nacional de Armas.

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Antecedentes

Documentos obtidos pelo Conexão MT revelam que esta não é a primeira vez que Luiz Figueiredo enfrenta problemas com a justiça. A pesquisa criminal anexada ao auto de prisão detalha um histórico de infrações: ameaça (2011): O empresário já respondeu a um Termo Circunstanciado por ameaça, tipificada no artigo 147 do Código Penal; embriaguez ao volante (2022 e 2023): Figueiredo possui duas ocorrências recentes por conduzir veículo sob influência de álcool (artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro). Os flagrantes ocorreram em fevereiro de 2022 e outubro de 2023, indicando reincidência em comportamentos de risco.

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O Princípio da consunção

Ao analisar o caso, a delegada aplicou o entendimento jurídico de que o porte da arma foi apenas um meio para o disparo. “Embora o conduzido estivesse portando arma de fogo de uso permitido, verifica-se que o porte foi meio necessário e inerente à prática do disparo”.

A decisão detalha:

“Não há indicativo de que o agente estivesse portando a arma em contexto distinto e independente do disparo”.

Segundo a delegada, o histórico demonstra “desrespeito reiterado às normas penais” e “condutas que expõem terceiros a risco”. Figueiredo responderá pelo crime de disparo de arma de fogo (Art. 15 da Lei 10.826/03), que absorveu a acusação de porte ilegal.

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Até o fechamento desta edição, a defesa do empresário não havia se manifestado. O caso segue sob investigação da Polícia Judiciária Civil.

 

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