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VÁRZEA GRANDE

Ônibus que atendem o IFMT terão frota integral durante processo seletivo em Várzea Grande

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos, informou que as linhas de ônibus que atendem o Instituto Federal de Mato Grosso irão operar com frota integral neste domingo, 17 de maio, data em que será realizada a prova do Processo Seletivo 2026/2 da instituição.

A medida atende a uma solicitação do próprio IFMT e tem como objetivo assegurar que os candidatos consigam se deslocar com tranquilidade até os locais de prova, garantindo mobilidade e acesso ao processo seletivo.

De acordo com o secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, as linhas que passam pela região do instituto manterão a operação regular durante todo o domingo, com destaque para a linha 951, que atende diretamente o trajeto.

“O IFMT solicitou à Secretaria de Mobilidade Urbana o funcionamento integral das linhas que atendem a instituição neste domingo, dia do processo seletivo. As linhas vão circular normalmente. A linha 951, que passa pela região, permanecerá operando sem alterações”, explicou o secretário.

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O Processo Seletivo 2026/2 para os cursos técnicos integrados ao ensino médio dos campi IFMT Cuiabá Bela Vista e IFMT Várzea Grande oferta 245 vagas para ingresso no segundo semestre de 2026.

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As provas serão aplicadas no dia 17 de maio, das 14h às 17h30, nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Homem é preso por estrangular adolescente em Várzea Grande

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Violência doméstica

Suspeito de 19 anos impedia a vítima de frequentar a escola e não aceitava o término do relacionamento; adolescente apresentava marcas de lesões nas costelas e pescoço

Policiais civis prenderam em flagrante na sexta-feira (15) um homem de 19 anos suspeito de agredir a companheira, de 17, no bairro Capão Grande, em Várzea Grande.

A detenção ocorreu após a adolescente buscar auxílio na Delegacia da Mulher e Vulneráveis 24 Horas. O caso evidencia a gravidade da violência doméstica na região, caracterizada não apenas por agressões físicas diretas, mas por um ciclo de controle psicológico e restrição de direitos fundamentais, como o acesso à educação. A rápida intervenção da equipe de plantão evitou o prolongamento das agressões em uma residência onde o suspeito monitorava os passos da vítima.

Dinâmica das agressões e socorro à vítima

A adolescente compareceu à unidade policial no fim da tarde de sexta-feira apresentando sinais visíveis de violência. Segundo o registro da ocorrência, a vítima portava “lesões próximas à costela direita” e “marcas no pescoço, decorrentes de estrangulamento”. Além das marcas roxas e escoriações, a jovem apresentou um relato detalhado sobre a violência física sofrida recentemente, “relatando ter sofrido tapas na cabeça” durante os episódios de fúria do companheiro.

O atendimento na Delegacia da Mulher 24 Horas permitiu a coleta imediata das evidências físicas. A equipe técnica documentou as marcas de estrangulamento, que indicam o uso de força desproporcional e risco iminente à vida da adolescente. O depoimento da vítima foi central para a caracterização do crime de lesão corporal qualificada, uma vez que as agressões foram perpetradas no âmbito de uma relação íntima de afeto, agravada pela menoridade da vítima.

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A gravidade do quadro clínico apresentado pela adolescente exigiu o acionamento imediato dos protocolos de proteção. O exame das lesões nas costelas e no pescoço serviu como prova material para sustentar a voz de prisão em flagrante, retirando o suspeito de circulação poucas horas após o registro do boletim de ocorrência.

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Histórico de controle e impedimento escolar

Para além da violência física constatada pelos policiais, o caso revela um histórico de privação de liberdade e controle social. A adolescente relatou aos investigadores que o companheiro “a impedia de frequentar a escola”. Essa prática de isolamento é comum em contextos de violência doméstica, onde o agressor busca restringir a autonomia da vítima e sua rede de apoio externo, utilizando o ambiente educacional como uma ameaça ao seu domínio.

De acordo com o material colhido pela Polícia Civil, o homem de 19 anos “demonstrava ciúmes excessivo” e utilizava essa justificativa para manter a adolescente sob vigilância constante. O controle se intensificou diante da tentativa da jovem de romper o vínculo. O suspeito “não aceitava que ela colocasse fim ao relacionamento”, transformando a residência do casal em um ambiente de coação e agressões recorrentes.

O impedimento da frequência escolar é um agravante que impacta o desenvolvimento da menor de idade, configurando uma violação de direitos que ultrapassa a esfera penal da lesão corporal. Os investigadores apuraram que a recusa em aceitar o término era o principal gatilho para os ataques físicos, estabelecendo um padrão de posse sobre a adolescente.

Prisão em flagrante e medidas protetivas

Após a confecção do boletim de ocorrência e a verificação das lesões, a equipe do Plantão da Mulher iniciou as diligências para localizar o agressor. O homem foi encontrado em frente à residência do casal, situada em uma distribuidora no bairro Capão Grande. No momento da abordagem, ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à delegacia sem oferecer resistência registrada.

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A prisão foi tipificada como lesão corporal qualificada. Diante da natureza dos crimes e do histórico de estrangulamento e controle escolar, “a vítima solicitou medidas protetivas de urgência”. Tais medidas visam garantir que o agressor mantenha distância da adolescente e não tente retomar o contato após uma eventual soltura, sob pena de nova prisão imediata por descumprimento de ordem judicial.

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O procedimento agora segue para o Poder Judiciário, que deve analisar a manutenção da prisão em flagrante em audiência de custódia. O prazo para a conclusão do inquérito policial é de dez dias, caso o investigado permaneça preso, período em que novas oitivas podem ser realizadas para consolidar as provas de cárcere privado ou outras violações decorrentes do impedimento de estudo relatado pela vítima.

A Polícia Civil reforça a importância de que vítimas de agressões procurem as unidades especializadas 24 horas, permitindo que a materialidade das lesões, como as marcas de estrangulamento verificadas neste caso, seja documentada ainda em período de flagrância.

 

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