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Filho de Deputado faz sucesso no Fortnite

Jogo Fortnite coleta dados pessoais de crianças e Epic é multada em 520 mi de dólares

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A Epic Games Inc., empresa de games americana dona da franquia do jogo Fortnite, pagará multa de 520 milhões de dólares, resultado de um acordo com a Federal Trade Comission (FTC), por práticas abusivas contra o consumidor.

A Epic coloca crianças e adolescentes em risco por meio de suas práticas negligentes de privacidade e custa milhões aos consumidores em cobranças ilegais por meio do uso de padrões obscuros”, disse Samuel Levine, diretor do Bureau of Consumer Protection da FTC. “De acordo com as ordens propostas anunciadas hoje, a empresa será obrigada a alterar suas configurações padrão, devolver milhões aos consumidores e pagar uma multa recorde por seus abusos de privacidade, disse a presidente da FTC, Lina M. Khan.

Lançado em 2011 e desenvolvido pela Epic Games, “Fortnite” é um dos principais jogos de tiro no formato battle royale, onde 100 jogadores são colocados em um mapa para batalhar entre si. A última pessoa ou time a sobreviver se torna o vencedor.

O valor de US$ 520 milhões é fruto da prática dos crimes de violação da Children’s Online Privacy Protection Act  (COPPA) e uso de configurações padrão que prejudicam crianças e adolescentes.

Violação da Children’s Online Privacy Protection Act  (COPPA)

A Epic teria coletado coletado informações pessoais de jogadores menores de 13 anos sem consentimento dos pais. A plataforma ainda permitia que bate-papo por voz e texto em tempo real entre crianças, adolescentes e adultos, por padrão, causando uma séria de problemas como: intimidações, ameaças, assédio, exposição a questões perigosas e psicologicamente traumatizantes, como suicídio. Por essa violação, a Epic foi multada em US$ 275 milhões, no entanto, em seu acordo, a empresa “não admitiu ou negou” ter praticado qualquer crime ou abuso.

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Uso de configurações padrão que prejudicam crianças e adolescentes

Segundo a FTC, a empresa teria ainda usado de estratégias que obrigavam os jogadores comprar itens do jogo e dificultar ou criar barreiras para o cancelamento dessas compras. Segundo a FTC, a Epic supostamente implantou “configurações de botão contraintuitivas, inconsistentes e confusas” que levaram a centenas de milhões de dólares em compras acidentais e subsequentes cobranças não autorizadas, tornando o cancelamento e o reembolso desses pedidos incrivelmente difíceis. A Epic até bloqueou contas de clientes que contestaram as cobranças com suas empresas de cartão de crédito e os ameaçou com banimentos vitalícios se contestassem as cobranças várias vezes. Para o reembolso destes consumidores, a empresa dona do jogo Fortnite pagará US$ 245 milhões.

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…a Epic usou configurações padrão invasivas de privacidade e interfaces que enganaram os usuários do Fortnite, incluindo adolescentes e crianças, disse a presidente da FTC, Lina M. Khan. Proteger o público, e especialmente as crianças, contra invasões de privacidade online e padrões obscuros é uma prioridade para a Comissão, e essas ações de fiscalização deixam claro para as empresas que a FTC está reprimindo essas práticas ilegais, finalizou.

A Epic Games será obrigada a implementar mudanças significativas em seu sistema de compras e estabelecer termos para abordar as questões da COPPA. As providencias serão avaliadas por auditorias independentes.

No total, a Epic Games já faturou com o jogo ‘Fortnite’ mais de US$ 9 bilhões, mais de R$ 47 bilhões na cotação atual, nos dois primeiros anos de existência. O título battle royale foi lançado em setembro de 2017.

Filho do Deputado Max Russi faz sucesso em registros de Fortnite

Filho de Max Russi, Gabriel Russi, foi um dos vencedores da 7ª edição da Cash Cup Trio da Temporada 7 do Capítulo 2 do “Fortnite” em 2021. Gabriel é conhecido no mundo dos e-sports como 144hz e levou o prêmio de US$ 1,5 mil, cerca de R$ 7 mil, junto de Schaba e lemu.

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Voto em trânsito: pedido termina nesta quinta-feira (20)

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voto em trânsito MT

Quem estiver fora do domicílio eleitoral no dia da votação tem até esta quinta-feira (20) para pedir a habilitação do voto em trânsito nas Eleições Gerais de 2026. O requerimento vale para o primeiro turno, para o eventual segundo turno ou para os dois. O prazo de 30 dias começou em 20 de julho.

Em Mato Grosso, quatro cidades receberão eleitores em trânsito: Cuiabá, Rondonópolis, Sinop e Várzea Grande. São os únicos destinos possíveis dentro do estado, porque a regra limita o serviço às capitais e aos municípios com mais de 100 mil eleitores.

O pedido tem dois caminhos. Pela internet, no Autoatendimento Eleitoral, na opção “Fazer transferência temporária de local de votação”. Presencialmente, em qualquer cartório eleitoral — não precisa ser o da zona onde o eleitor está inscrito.

O que muda conforme o destino escolhido é o tamanho da cédula. Ao indicar uma das quatro cidades mato-grossenses, o eleitor com domicílio no estado vota para todos os seis cargos em disputa: deputado federal, deputado estadual, os dois senadores, governador e presidente da República. Se o destino ficar em outro estado, resta apenas a disputa presidencial.

Procura menor que em 2022

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O balanço parcial do TRE-MT aponta 1.821 pedidos de habilitação até agora. Em 2022, o estado registrou 5.028 requerimentos ao fim do prazo. A comparação é entre um número ainda aberto e um número fechado, mas mostra que a última semana concentra a decisão de boa parte de quem usa o mecanismo.

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Quem mais pode transferir a seção temporariamente

A transferência temporária da seção eleitoral não atende só quem viaja. A legislação prevê a habilitação para pessoas presas provisoriamente, adolescentes em unidades de internação, militares e agentes de segurança pública em serviço no dia da eleição, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, indígenas, quilombolas, integrantes de comunidades tradicionais, moradores de assentamentos rurais, integrantes da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral em serviço e pessoas em situação de rua.

Parte desses grupos não faz o pedido pessoalmente. Nos casos de presos provisórios, adolescentes internados, militares, agentes de segurança pública e integrantes da Justiça Eleitoral, a solicitação sai dos órgãos responsáveis, que encaminham formulários ou listas com os nomes dos eleitores aptos.

Prazo mais largo para quem trabalha na eleição

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Quem vai atuar na organização do pleito tem oito dias a mais. Até 28 de agosto podem se habilitar a votar em seção ou local diferente do de origem os mesários, as pessoas convocadas para apoio logístico e as designadas para os testes de integridade das urnas. O mesmo prazo alcança agentes penitenciários, policiais penais e servidores de estabelecimentos penais ou de unidades de internação de adolescentes, desde que estejam em serviço no dia da votação.

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Uma restrição costuma passar despercebida

O voto em trânsito não serve para quem tem domicílio eleitoral no Brasil e vai estar no exterior no dia da eleição. A modalidade só funciona dentro do território nacional. Quem viaja para fora do país e não vota precisa justificar a ausência.

Outra armadilha: habilitar-se e não comparecer não isenta ninguém. Quem pediu o voto em trânsito e não apareceu no local escolhido tem de justificar a falta, ainda que tenha passado o dia da eleição na própria cidade de origem.

Dúvidas podem ser levadas a qualquer cartório eleitoral ou ao Disque Eleitor, no número 0800-647-8191. O atendimento presencial no estado funciona em dias úteis, das 7h30 às 13h30.

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