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JUSTIÇA

José Dumont é preso no Rio após condenação definitiva por estupro

O ator José Dumont, de 75 anos, foi preso pela Polícia Civil no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (4). A detenção ocorre após o trânsito em julgado de sua condenação a nove anos e quatro meses de prisão pelo crime de estupro de vulnerável, cometido em 2022 contra uma criança de 11 anos.

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José Dumont preso no Rio
Ator José Dumont, homem de 75 anos com cabelos e barba grisalhos, em imagem de arquivo ou durante procedimento policial no Rio de Janeiro.

Artista de 75 anos foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão por crime cometido em 2022 contra uma criança de 11 anos.

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu o ator José Dumont, de 75 anos, na manhã desta quarta-feira (4), no bairro do Flamengo. A ação ocorreu em cumprimento a um mandado de prisão após a condenação definitiva do artista pelo crime de estupro de vulnerável.

A prisão encerra a fase de recursos do processo, uma vez que a pena de nove anos e quatro meses foi transitada em julgado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O caso, que gerou repercussão em 2022, envolve o abuso de um menor de 11 anos, filho de uma vendedora ambulante que trabalhava na porta do prédio do ator.

De acordo com os registros da investigação, Dumont levou a criança para seu apartamento no Flamengo. “O artista levou um menor de 11 anos, filho de uma ambulante que vendia cuscuz, para a residência onde mora”, cita o documento base da ocorrência. Na época, moradores do edifício denunciaram o comportamento do ator, relatando que a vítima teria frequentado o imóvel em mais de uma ocasião.

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Encaminhamento ao sistema prisional

Após a detenção efetuada pelos agentes da PCERJ na zona sul carioca, o ator foi submetido aos procedimentos legais de registro da prisão. O próximo passo, conforme o rito judiciário, é o encaminhamento de Dumont ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça para o início do cumprimento da sentença em regime fechado.

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Assista ao momento da prisão do ator:

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Polícia Civil prende líderes de facção em operação contra o tráfico em Sinop

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Operação Magazine
Polícia Civil cumpre 12 mandados em Sinop contra líderes de facção envolvidos em tráfico, armas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

Ação cumpre 12 mandados judiciais em Sinop e Cuiabá para desarticular gerentes e responsáveis pela disciplina interna do crime organizado.

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23), a Operação Magazine para desarticular a cúpula de uma facção criminosa que opera na região de Sinop (500 km de Cuiabá). Ao todo, 12 mandados judiciais são cumpridos, incluindo seis prisões temporárias e seis buscas domiciliares expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias.

De acordo com informações da Polícia Civil, os alvos da investigação ocupam postos estratégicos de comando, atuando como “gerentes” e “disciplinas”. Estes membros são responsáveis por coordenar a distribuição de entorpecentes, arrecadar valores ilícitos — prática conhecida como “recolhe” — e aplicar punições a integrantes que descumprem as ordens da organização.

O delegado titular da Draco de Sinop, Eugênio Rudy Júnior, explicou em nota que o grupo atuava de forma “estruturada e hierarquizada”. “A operação representa mais uma ofensiva da Polícia Civil contra as facções criminosas na região norte do Estado, visando desarticular a estrutura do grupo criminoso em Sinop e enfraquecer sua capacidade de atuação”, afirmou o delegado (TB-1).

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As investigações apontam que a organização não se limitava ao tráfico de drogas. Havia também forte atuação no comércio de armas de fogo e movimentação financeira suspeita, com indícios de lavagem de dinheiro realizada por meio de transferências bancárias. Em Sinop, os agentes percorrem bairros como Jardim Boa Esperança, Jardim Imperial, Jardim Ipê e Oliveiras em busca de provas e ativos financeiros.

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A ofensiva é coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, com suporte da Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) e da Polinter de Cuiabá. A ação está inserida na Operação Pharus, parte do Programa Tolerância Zero do planejamento estratégico estadual para 2026.

Nacionalmente, os trabalhos integram o cronograma da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim), articulada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para promover respostas unificadas contra o crime organizado em todo o país.

 

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