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Apropriação indébita qualificada

Motorista de aplicativo falso foge com compras de passageiro e acaba preso descarregando Itens em casa

Um homem de 41 anos, com longa ficha criminal, foi preso em flagrante em Cuiabá após se passar por motorista de aplicativo usando o cadastro do irmão. Ele aceitou uma corrida no supermercado, mas fugiu com as compras do passageiro, avaliadas em mais de R$ 800. A polícia o localizou no momento em que ele descarregava as mercadorias na própria casa.

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falso motorista de aplicativo
Suspeito foi pego no flagra pela Polícia Militar descarregando as compras da vítima em sua própria residência, em Cuiabá.

Um homem de 41 anos, identificado como Thiago Oliveira de Souza, que trabalhava como motorista de aplicativo usando o perfil do irmão, foi preso em flagrante.

Ele é acusado de fugir com as compras de supermercado de um cliente, avaliadas em mais de oitocentos reais.

Como o golpe aconteceu

A história começou quando a vítima, que chamaremos pelas iniciais A. D. M. D. A., fez suas compras no Supermercado Assaí, localizado na Avenida Fernando Corrêa. Para levar tudo para casa, ele pediu um carro pelo aplicativo.

O motorista aceitou a corrida e as compras foram colocadas no carro. Porém, quando a vítima chegou no endereço de destino, ficou surpresa: o motorista não estava lá. A vítima tentou ligar para ele, e o motorista deu uma desculpa dizendo que não achava o endereço. Logo em seguida, o motorista cancelou a viagem e desapareceu, cortando qualquer tipo de contato.

Ação rápida da polícia e a descoberta em casa

A vítima, se sentindo roubada, procurou ajuda da polícia. Com os dados do carro em mãos, os investigadores rapidamente descobriram o endereço real do motorista suspeito.

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Quando os policiais militares chegaram na casa do suspeito, no bairro Jardim Vitória, deram de cara com a prova do crime: Thiago estava tranquilamente descarregando as compras do cliente para dentro da sua própria casa. Ao ser pego no flagra e questionado sobre o que estava fazendo com a comida alheia, ele tentou se justificar dizendo que “estaria armazenando apenas os itens perecíveis” para não estragarem. O delegado de polícia, no entanto, afirmou no documento oficial que essa desculpa “não afasta a posse injustificada da totalidade dos bens”.

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Falsidade, drogas e ficha criminal 

A situação do suspeito só piorou quando ele foi levado à delegacia. Os policiais descobriram que Thiago, na verdade, não poderia estar dirigindo pelo aplicativo. O cadastro que ele usava no app estava no nome de D. D. O. De S., que é seu irmão. Como o aplicativo costuma bloquear quem tem problemas com a Justiça, Thiago usava o nome do parente para conseguir rodar.

E os problemas com a Justiça não eram poucos. Puxando a ficha criminal de Thiago, a polícia encontrou uma lista gigantesca de crimes graves do passado, incluindo acusações de homicídio em 2007, roubo, tráfico de drogas, corrupção de menores e posse de arma.

Para completar o flagrante, durante a revista no carro usado no crime (um Chevrolet Prisma prata), a polícia ainda encontrou uma porção de maconha e papel próprio para enrolar fumo.

Decisão da justiça

Analisando o caso, o delegado Flavio Souza Braga enquadrou Thiago por “apropriação indébita qualificada”. Em palavras simples, isso significa que a lei pune de forma mais severa quem rouba ou se apropria de coisas que lhe foram confiadas por causa do seu trabalho (no caso, transportar os bens).

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Devido à gravidade do crime e aos antecedentes de Thiago, o delegado se recusou a dar a ele o direito de pagar fiança para sair da cadeia. As compras, que incluíam os produtos que podiam estragar, foram todas devolvidas para o verdadeiro dono, e o carro foi entregue para o irmão do suspeito.

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Bombeiros resgatam corpo em rio após buscas

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Vítima desapareceu no Teles Pires, na região do Porto de Areia; operação da 7ª Companhia Independente durou 30 minutos

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso localizou, no sábado (6), o corpo de um homem vítima de afogamento no rio Teles Pires, em Alta Floresta. A operação de resgate ocorreu na região conhecida como Porto de Areia, a 791 quilômetros de Cuiabá.

O afogamento evidencia a necessidade de atenção aos protocolos de segurança em ambientes aquáticos. A atuação ágil da equipe de mergulho garantiu o recolhimento do corpo para os procedimentos legais, enquanto a corporação alerta contra os riscos de banhos em áreas com correnteza.

Dinâmica do acionamento e resposta

A equipe da 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar (7ª CIBM) recebeu o chamado de emergência por volta das 14h. O alerta partiu do proprietário de um estabelecimento comercial situado nas imediações da ponte que cruza o rio Teles Pires na localidade.

O comunicante informou aos agentes que o jovem sofreu uma queda na água e, logo em seguida, desapareceu. Com a confirmação da ocorrência, a corporação enviou imediatamente uma equipe de especialistas para iniciar a varredura na área indicada.

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Operação de mergulho e perícia técnica

Os mergulhadores empenhados no atendimento realizaram buscas sistemáticas no leito do rio Teles Pires. A operação levou cerca de 30 minutos de mergulho até a localização exata do corpo da vítima.

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Após a recuperação, a equipe do Corpo de Bombeiros fez a retirada da água e transferiu a responsabilidade do caso para a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). O órgão estadual assumiu a custódia para a realização dos procedimentos legais cabíveis.

Protocolos de prevenção a afogamentos

A partir do registro, o Corpo de Bombeiros Militar reforça o cumprimento rigoroso das medidas de segurança para banhistas. A recomendação central é evitar nadar em locais desconhecidos ou que apresentem correnteza.

A corporação estabelece que não se deve entrar na água após a ingestão de álcool e exige atenção redobrada com crianças, que devem permanecer sob supervisão constante. Outras condutas classificadas como de alto risco incluem saltar de pontes ou barrancos e nadar sozinho. Em caso de emergência, o serviço 193 deve ser acionado de imediato.

 

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