Pesquisar
Close this search box.

DESTAQUE

Cães de resgate reforçam operações do Corpo de Bombeiros

O Corpo de Bombeiros de Mato Grosso adquiriu dois cães da raça Border Collie para fortalecer operações de resgate. Os filhotes passam por treinamento rigoroso para atuar em situações de emergência. A parceria entre tutores e animais garante eficiência e resultados.

Publicado em

cães de resgate Corpo de Bombeiros
cães de resgate Corpo de Bombeiros

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) anunciou a aquisição de dois cães da raça Border Collie. Eles irão reforçar as operações de busca e resgate da corporação. As cadelas, batizadas de Sara e Duda, foram adquiridas ainda filhotes e já começaram o treinamento necessário para atuarem em situações críticas, como desastres naturais, desaparecimentos e acidentes graves.

Reforço nas operações com novos cães

O CBMMT adquiriu as cadelas de um canil especializado em Recife. Elas estão em treinamento intensivo, que deve durar cerca de um ano e meio. Durante esse período, os cães serão capacitados para modalidades específicas, como busca de restos mortais, varredura de áreas e detecção de odores.

Os responsáveis também planejam o treinamento e a certificação para evitar lacunas no momento da aposentadoria de outros cães da equipe. Os treinadores submeterão as cadelas a uma prova de certificação nacional. Essa avaliação verifica critérios como obediência, resistência física, foco e parceria com os tutores.

Importância do treinamento e certificação

Além disso, os cães já iniciaram o processo de adaptação com seus tutores. Segundo o soldado Lucas Simião, tutor da cadela Duda, o vínculo entre os cães e os bombeiros é essencial. “Trabalhamos e convivemos com os cães diariamente. Por isso, criamos uma relação de confiança que é fundamental para o sucesso das operações”, destacou.

Leia Também:  Cuiabá caminha para 39°C no domingo, e Mato Grosso volta ao alerta laranja de baixa umidade

Durante o treinamento, os tutores garantem que as cadelas estejam acostumadas à rotina do quartel e às situações de trabalho. Dessa forma, o preparo é contínuo e reflete no desempenho em campo.

Advertisement

Contribuições dos cães em desastres anteriores

O uso de cães em operações de busca demonstrou eficácia em tragédias recentes. Por exemplo, as equipes do Mato Grosso já participaram de resgates em Brumadinho (MG), Petrópolis (RJ) e no Rio Grande do Sul. Essas experiências comprovam o impacto positivo dos cães em situações extremas, garantindo agilidade e precisão.

Assim, a presença dos animais nas operações tem sido indispensável. O major Anderson Rodrigo da Silva, comandante do canil do 2º Batalhão Bombeiro Militar (2º BBM), reforça essa importância. “A habilidade e a velocidade dos cães muitas vezes fazem a diferença entre encontrar alguém com vida ou apenas um corpo”, afirmou.

Parceria entre tutores e cães

Os tutores dedicam-se integralmente ao cuidado e à formação dos cães, criando laços fortes. Esse vínculo assegura uma comunicação eficaz durante as missões. Além disso, os cães vivem com seus tutores, fortalecendo ainda mais a relação.

Leia Também:  Adolescente de facção é apreendido por homicídio em Cáceres

Esse modelo de trabalho garante que os animais estejam preparados emocional e fisicamente para as operações. Consequentemente, essa dedicação reflete diretamente no sucesso das equipes de resgate, minimizando os impactos de tragédias.

 

Advertisement

DESTAQUE

Dino manda PF apurar R$ 55,4 milhões em emendas Pix apontados pelo TCU

Published

on

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira (7) que a Polícia Federal apure as irregularidades levantadas pelo Tribunal de Contas da União na execução das chamadas emendas Pix. O relatório do órgão de controle aponta R$ 55,4 milhões em possíveis danos ao erário entre 2020 e 2024.

Recebido pelo ministro em 31 de julho, o documento foi remetido ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, “a fim de que verifique a existência de indícios de crimes, e, se for o caso, proceda à juntada aos procedimentos já instaurados e/ou à abertura de novos”. Dino determinou ainda que a análise priorize as “hipóteses de danos ao Erário já apontados pela Egrégia Corte de Contas”.

Emendas Pix é o apelido dado às transferências especiais, modalidade que dificultava identificar tanto o parlamentar autor da destinação quanto quem recebia o dinheiro na ponta. Foi essa opacidade que levou o Supremo, uma vez provocado, a fiscalizar o mecanismo e a cobrar os critérios de rastreabilidade e transparência fixados na Constituição para a aplicação de recursos públicos. Dino relata a ação sobre o tema.

Leia Também:  Janja pede bloqueio de rede social, Nikolas critica, AGU anuncia ação para tirar a plataforma do ar

Os números do relatório

A auditoria examinou cem transferências especiais destinadas a 74 entes federados, num total de R$ 198.109.222,97 em recursos fiscalizados. Desse volume, mais de R$ 26,3 milhões aparecem como prejuízo decorrente do comprometimento da transparência e da rastreabilidade.

Outros R$ 14,9 milhões foram para o pagamento de despesas “sem comprovação jurídica/fiscal idônea, estranhas à finalidade da transferência especial” ou “sem comprovação da quantidade ou do objeto realizado”. Um terceiro grupo, de R$ 14,1 milhões, reúne casos de “inexecução total ou parcial do objeto” e “superfaturamento de preços”.

Advertisement

Para Dino, os achados “demonstram a persistência de um estado de inconstitucionalidade, o qual justifica a necessidade de adoção de novas medidas para a conformação da execução das ‘emendas individuais’ aos parâmetros constitucionais de transparência e rastreabilidade”.

 

Leia também:

“Isso aqui é o matadouro”: vídeo mostra cães mortos e vivos em barracão sem luz do Zoonoses de Cuiabá

EXCLUSIVO:compras pela internet: o guia completo dos direitos do consumidor

Advertisement

EXCLUSIVO:Mato Grosso mata mais mulheres por serem mulheres;revela anunário

Leia Também:  Adolescente de facção é apreendido por homicídio em Cáceres

EXCLUSIVO: ex-assessor acusa deputado Dr. João de confiscar salários e manter funcionários fantasmas;VÍDEO

Glifosato aparece em 31 de 75 ultraprocessados testados pelo Idec, saiba quais

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA