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“Tudo Por Um Pop Star 2” chega ao streaming: ‘Hoje, 15 de janeiro,

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“Thalita está escrevendo o terceiro filme e o nosso sonho é juntar nele os elencos dos dois primeiros”, diz o produtor Rodrigo Montenegro. A sequência do enorme sucesso de 2018 “Tudo Por Um Pop Star”, chega hoje, 15, à plataforma de streaming Disney +. O filme produzido pela Panorâmica foi inspirado no universo da renomada escritora Thalita Rebouças.

“Tudo Por Um Pop Star 2” entrou em cartaz nos cinemas no início de outubro e terminou 2024 entre os mais assistidos do cinema nacional. “A história traz temas importantes como amizade, sororidade, misoginia e objetificação da mulher. O filme ter ficado entre os mais assistidos do ano me enche de orgulho”, conta Thalita Rebouças.

A trama segue três amigas (Gabriella Saraivah, Laura Castro e Bela Fernandes) que vivem em Resende (RJ), e organizam uma viagem em comemoração aos 15 anos de amizade. Elas planejam assistir o show de encerramento da turnê de um grande pop star (Lucas Burgatti), que estudou com elas na adolescência.

Além de Gabriella Saraivah, Bela Fernandes, Laura Castro e Lucas Burgatti,estão no elenco: Caio Manhente, João Manoel, Karoliny Mariano, Maitê Padilha, Bárbara Maia, Ana Bárbara Malaquias, Clarissa Müller, Ester Dias, Ângela Paz, Renata Castro Barbosa.

A produção da Panorâmica com coprodução Star Original Productions contou ainda com as participações especiais de Giovanna Lancellotti, Hugo Gloss, Pietra Quintela e Thalita Rebouças.

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“Para a Panorâmica é um orgulho estrear no Disney+ e ver como a franquia é popular e tem vida longa. Thalita está escrevendo o terceiro filme e o nosso sonho é juntar nele os elencos dos dois primeiros. Assim como as protagonistas fazem na história, nós também fazemos o possível para o show acontecer”, afirma o produtor Rodrigo Montenegro.

FICHA TÉCNICA

Produção e Supervisão Artística: Rodrigo Montenegro e Mara Lobão
Direção: Marco Antonio de Carvalho
Roteiro: Thalita Rebouças, Lara Rodi e Rodrigo Montenegro
Produtora: Panorâmica Filmes
Coprodução: Star Original Productions e RioFilme

Fonte: TOP FAMOSOS

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DESTAQUE

Sony encerra discos em 2028 e gera boicote de jogadores de PlayStation

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fim da mídia física

Decisão de manter apenas formato digital a partir de janeiro de 2028 motiva o PSBlackout global e aciona debate em órgãos de defesa do consumidor no Brasil

A Sony encerrará a produção de discos para novos jogos de PlayStation em janeiro de 2028, motivando boicotes globais de jogadores que temem perder a propriedade sobre os títulos.

O movimento encabeçado por parte da comunidade levanta um debate sobre o conceito de propriedade no ambiente digital, os impactos na cadeia econômica ligada ao mercado de usados e as vulnerabilidades de usuários com acesso precário à internet. No Brasil, o embate transbordou das redes sociais para a esfera institucional, chegando a mobilizar órgãos como o Procon-SP, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Congresso Nacional.

A decisão oficial, comunicada via blog oficial da Sony Interactive Entertainment no dia 1º de julho de 2026, estipula que a produção de mídias físicas será interrompida para todos os novos lançamentos. Após essa data, os jogos estarão disponíveis apenas na PlayStation Store ou por meio de códigos vendidos em varejistas. A empresa fez a ressalva de que o anúncio não afeta jogos já lançados ou previstos em disco antes de 2028.

Em sua comunicação oficial, a corporação justificou a medida como uma resposta a uma mudança estrutural de mercado, afirmando que ocorre “as consumer preferences and the broader entertainment industry continue to shift away from physical discs to digital”. A Sony descreveu a transição como uma “natural direction” para se adaptar a um cenário onde a preferência por downloads digitais já representa cerca de 80% das vendas de software full-game da empresa, segundo dados de um ano fiscal recente.

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A confirmação de que “physical game disc production for all new games releasing on PlayStation consoles will be discontinued starting January 2028” gerou reação imediata dos consumidores, organizados por meio de petições e convocações de greves.

O apagão econômico e de jogabilidade

A mobilização mais drástica registrada até 28 de julho de 2026 é o #PSBlackout. Convocado em 26 de julho pelo grupo de preservação de jogos e defesa do consumidor Does It Play?, o movimento é estruturado como um “apagão econômico e de jogabilidade”.

A orientação do coletivo é para que, entre o domingo, 23 de agosto de 2026, às 19h (hora local), e o domingo seguinte, 30 de agosto, no mesmo horário, os proprietários de PlayStation executem uma “huelga de desconexión de siete días”. As regras estipulam que os usuários desliguem os consoles, não façam login em contas PlayStation, não realizem sessões de jogo em PS4 ou PS5 e suspendam qualquer compra de conteúdo na plataforma.

O coletivo afirma que o apagão é uma “dose da própria medicina” aplicada à corporação, desenhado estrategicamente para afetar métricas de usuários ativos e vendas digitais monitoradas pela Sony, tentando minimizar prejuízos aos desenvolvedores de jogos.

Antes desse movimento contínuo de sete dias, jogadores brasileiros já haviam organizado uma “greve digital” pontual em 25 de julho. A ação pedia que os usuários não ligassem os aparelhos durante todo o sábado, focando em impactar o tráfego de rede no dia de maior uso. Além disso, houve registro de cancelamentos em massa de assinaturas do serviço PlayStation Plus e boicotes direcionados a lançamentos digitais específicos, como o jogo Denshattack! para PS5.

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A ilusão da propriedade digital e a reação dos fãs

A base das críticas dos jogadores reside na percepção de perda de direitos. A petição intitulada “Don’t Kill the Disc”, hospedada na plataforma Change.org, ultrapassou rapidamente a marca de 100 mil assinaturas, com registros posteriores de veículos apontando números superiores a 346 mil apoiadores.

O texto da petição defende que um disco físico representa um “jogo real” que permite ao consumidor o direito de emprestar, revender, presentear ou repassar a terceiros. Em oposição, os ativistas argumentam que caixas vazias contendo apenas códigos de download representam meras licenças digitais revogáveis. O temor central, alimentado por casos prévios na indústria de entretenimento, é o risco de remoção de conteúdos comprados em cenários de desligamento de servidores ou alteração unilateral de contratos de licenciamento.

Grupos de preservação histórica, como o próprio Does It Play?, alertam que a dependência total do ecossistema digital agrava o desaparecimento de jogos clássicos, citando fechamentos anteriores de lojas virtuais de consoles mais antigos, como o PS3 e o PS Vita.

Repercussão no Brasil: Senacon, Procon e o Congresso

A transição para um modelo 100% digital encontra obstáculos específicos na realidade socioeconômica brasileira. Análises jurídicas recentes destacam que consumidores em regiões com internet precária, bem como aqueles que dependem da economia do mercado de usados, são os mais vulneráveis à medida.

Do ponto de vista legal, o fim da mídia física expõe a estrutura de licenciamento que já vigora no Brasil. Jogos eletrônicos são classificados como softwares (Lei 9.609/98 e o novo Marco Legal dos Jogos Eletrônicos, Lei 14.852/24), cujo uso se dá por contrato de licença. A extinção do disco, portanto, evidencia a dependência do consumidor em relação aos servidores das plataformas.

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Diante do anúncio da Sony, houve uma representação formal à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), de autoria da deputada federal Erika Hilton, além de uma manifestação técnica por parte do Procon-SP. Em paralelo, a discussão chegou ao legislativo por meio do Projeto de Lei (PL) 3.612/2026. A proposta discute regras para o desligamento de serviços, exigindo possibilidades de funcionamento offline, liberação de servidores comunitários ou reembolso aos consumidores, além de cobrar maior transparência sobre a dependência de conexão de internet no momento da venda.

Até o dia 28 de julho de 2026, a Sony não recuou formalmente de sua política para 2028 e manteve silêncio diante dos boicotes organizados, ancorando-se publicamente na transição do comportamento de consumo para o formato digital.

Glossário — Entenda os termos técnicos:

  • PlayStation Store / PS Store: Loja virtual oficial da Sony onde os jogos e expansões são comprados e baixados em formato digital.
  • PSN (PlayStation Network): Rede online que conecta os consoles da Sony à internet, permitindo jogos multiplayer, compras e autenticação de licenças digitais.
  • PlayStation Plus (PS Plus): Serviço de assinatura paga da Sony que oferece acesso a jogos multiplayer online e um catálogo rotativo de títulos para download.
  • Live-service (Jogos como serviço): Modelo de negócio em que um jogo recebe atualizações contínuas e monetização a longo prazo, exigindo conexão constante com os servidores da empresa.
  • Senacon: Secretaria Nacional do Consumidor, órgão do Ministério da Justiça do Brasil responsável por planejar e executar a política nacional de defesa do consumidor.

 

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