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o xadrez político e pragmatismo

Eleições 2026 em Mato Grosso: Pivetta, Campos e as Reviravoltas do Governador

A corrida para o governo de Mato Grosso em 2026 se intensifica com Pivetta, Campos e a influência de Mendes, prometendo reviravoltas e alianças estratégicas.

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Eleições 2026 Mato Grosso
Eleições 2026 Mato Grosso

O Palco está montado para um duelo político

O cenário político de Mato Grosso se aquece à medida que as eleições para o governo estadual em 2026 se aproximam, prometendo um confronto intrigante que moldará o futuro do estado. No centro das atenções estão duas figuras proeminentes: o atual vice-governador Otaviano Pivetta e o experiente senador Jayme Campos. A dinâmica se torna ainda mais complexa com a influência do atual governador, Mauro Mendes, que se aproxima do fim de seu mandato. Endossos, potenciais rivalidades e a intrincada teia das filiações partidárias tecem uma narrativa política cativante, prenunciando uma disputa eleitoral acirrada e cheia de reviravoltas.

A Candidatura de Pivetta ao governo: endosso e correntes subjacentes

A postura pública do governador e as reservas privadas:

O governador Mauro Mendes tem declarado publicamente, em diversas ocasiões, seu apoio a Otaviano Pivetta como seu sucessor preferencial para o governo de Mato Grosso. No entanto, informações que circulam nos bastidores políticos sugerem uma preferência de Mendes pelo ex-senador e empresário Cidinho dos Santos.

Essa inclinação por Cidinho é vista por muitos como uma decisão pragmática, considerando o perfil conciliador do ex-senador e seu histórico tanto na política quanto no mundo empresarial, o que o credenciaria para enfrentar o embate eleitoral. Cidinho tem se mostrado uma figura influente nos bastidores, mantendo boas relações com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e também com o governo federal de Luiz Inácio Lula da Silva.

Apesar do endosso público, Pivetta já iniciou suas próprias estratégias para viabilizar sua candidatura, como a contratação de uma agência de publicidade para aprimorar sua comunicação e presença nas redes sociais. Contudo, a jornada de Pivetta não está isenta de obstáculos. Ele enfrenta resistências, incluindo a repercussão de um caso de violência doméstica ocorrido em 2019 e uma percepção de baixa popularidade entre deputados estaduais da base governista.

A complexidade da situação se aprofunda ao considerar que, em julho de 2022, quando Mendes buscava a reeleição, ele expressou o desejo de manter Pivetta como seu vice, indicando uma anterior forte parceria. Essa mudança de cenário levanta questionamentos sobre os motivos por trás da hesitação de Mendes em apoiar integralmente a candidatura de seu atual vice. A palavra empenhada a Pivetta parece colidir com uma avaliação estratégica de quem teria maior potencial eleitoral para dar continuidade ao seu legado no Palácio Paiaguás.

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Jayme Campos acena para uma candidatura ao governo

Recentemente, o senador Jayme Campos tem feito comentários em tom de brincadeira, mas com um toque de seriedade, sobre a possibilidade de se candidatar ao governo de Mato Grosso em 2026. Após um encontro com o governador Mauro Mendes, Campos sugeriu que poderia ser o “melhor nome” do seu grupo político para disputar o cargo.

Ele mencionou que Mendes havia citado outros nomes para a possível candidatura, e em tom bem-humorado, afirmou que se encaixaria bem em qualquer disputa . Campos fez questão de ressaltar seu histórico de trabalho e as emendas parlamentares que destinou aos municípios de Mato Grosso como seus principais trunfos para uma possível candidatura.

Em suas declarações, Campos brincou dizendo que passaria uma “régua” em todos os nomes mencionados pelo governador. Ele enfatizou que possui “bons companheiros” e que a sociedade mato-grossense conhece seu trabalho, fatores que o credenciam a concorrer a qualquer cargo eletivo no estado. O senador se autodenominou o político que mais enviou emendas aos municípios do estado, superando deputados estaduais, federais e outros senadores.

Sua postura confiante e suas declarações sugerem que ele considera seriamente a possibilidade de disputar o governo, o que poderia alterar significativamente o cenário eleitoral já delineado pela preferência de Mendes por Pivetta. A entrada de um político com a experiência e o reconhecimento de Jayme Campos na corrida pelo Palácio Paiaguás poderia reconfigurar as alianças e estratégias dos demais concorrentes.

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Mauro Mendes: a arte do endosso político e da influência

Navegando na sucessão e nas dinâmicas internas

O governador Mauro Mendes se encontra em uma posição estratégica delicada ao se aproximar do final de seu mandato. Ele precisa conduzir o processo de sucessão de forma a garantir a continuidade de seu legado e a manutenção de sua influência política no estado.

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Nesse contexto, Mendes tem expressado publicamente sua preferência por Otaviano Pivetta como seu sucessor. No entanto, essa declaração não parece ser unânime dentro de seu próprio partido, o União Brasil.

O deputado estadual Júlio Campos, irmão do senador Jayme Campos, chegou a afirmar que a possível candidatura de Pivetta foi uma decisão imposta por Mauro Mendes e não pelo partido. Segundo Júlio Campos, existe uma pressão significativa dentro do União Brasil para que o partido lance um candidato próprio, e ele mencionou o nome de seu irmão, Jayme Campos, como uma alternativa forte para concorrer ao governo em 2026.

Essa divergência interna é um fator crucial na análise do cenário político. A declaração de Júlio Campos sugere que Mauro Mendes não detém controle absoluto sobre as decisões do partido em relação à sucessão. Além disso, o próprio governador reconheceu que uma possível candidatura de Jayme Campos ao governo em 2026 poderia causar “divergência” dentro do grupo político.

Mendes acredita que a preferência dentro do grupo é que Jayme Campos dispute a reeleição para o Senado, cargo que ocupa atualmente. A possibilidade de Campos concorrer ao governo abre, portanto, uma disputa interna que precisará ser negociada e definida nos próximos meses. A declaração de Júlio Campos de que a situação política está “ruim, e pode piorar” pode ser interpretada como um reflexo dessas tensões internas e da incerteza em relação ao futuro da coligação governista.

O dilema do criador de reis

As decisões de Mauro Mendes em relação à sucessão terão implicações significativas tanto para seu próprio futuro político quanto para o panorama político de Mato Grosso. Mendes pode estar considerando uma futura candidatura ao Senado Federal, e a forma como ele conduzir o processo de escolha de seu sucessor poderá influenciar suas próprias chances eleitorais e a coesão de seu grupo político.

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Ao apoiar um candidato que não tenha o respaldo unânime de seu partido, Mendes corre o risco de enfraquecer sua base de apoio e de ver seu legado ser contestado por um eventual sucessor que não seja de sua preferência.

Ainda que Mendes tenha manifestado seu apoio a Pivetta, a preferência por Cidinho dos Santos nos bastidores e a potencial candidatura de Jayme Campos criam um cenário de incerteza. A habilidade de Mendes em articular um consenso dentro de seu partido e em convencer o eleitorado sobre seu escolhido será fundamental.

Sua influência como governador em fim de mandato ainda é considerável, como demonstra seu envolvimento em outras campanhas políticas, como a tentativa de emplacar a candidatura de Fábio Garcia à prefeitura de Cuiabá.

No entanto, a disputa pela indicação ao governo estadual expõe as fragilidades e as diferentes correntes dentro do grupo político liderado por Mendes, colocando em xeque sua capacidade de moldar o futuro político de Mato Grosso da maneira como planeja.

Dinâmicas Partidárias e Potenciais Alianças

União Brasil e Republicanos: uma aliança tênue sob pressão?

A relação entre o União Brasil, partido de Mauro Mendes e Jayme Campos, e o Republicanos, partido de Otaviano Pivetta, é um elemento central na configuração da eleição de 2026 em Mato Grosso. Embora Pivetta seja o atual vice-governador na gestão de Mendes, a possibilidade de Jayme Campos, uma figura de destaque no União Brasil, lançar sua candidatura ao governo introduz uma complexidade significativa nessa dinâmica.

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A estratégia do grupo de Mauro Mendes parece incluir o apoio a Otaviano Pivetta para o governo, chegando a considerar a possibilidade de cooptar Janaina Riva (MDB) como sua vice, indicando uma busca por uma coligação mais ampla.

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No âmbito nacional, PP, União Brasil e Republicanos têm discutido o posicionamento para as eleições de 2026, focando em possíveis candidatos à presidência. Embora essas discussões não se concentrem especificamente em Mato Grosso, elas fornecem um contexto mais amplo sobre as estratégias e o alinhamento ideológico desses partidos no cenário político brasileiro.

A nível estadual, a ambição de Jayme Campos de concorrer ao governo pode colocar em risco a aliança existente entre União Brasil e Republicanos, especialmente se Mendes mantiver seu apoio a Pivetta. A decisão do União Brasil de apoiar um candidato próprio, como sugerido por Júlio Campos, poderia levar a um cenário de candidatura dupla da base governista, fragmentando o eleitorado de centro-direita. A movimentação de outras legendas no cenário nacional também pode influenciar as estratégias e alianças em Mato Grosso.

O papel de outros atores políticos e possíveis cartas na manga

Além das figuras centrais de Pivetta, Campos e Mendes, outros atores políticos e partidos em Mato Grosso podem desempenhar um papel relevante na eleição de 2026. Partidos como o Partido dos Trabalhadores (PT) e outras legendas de centro-esquerda podem buscar capitalizar sobre as possíveis divisões dentro da coligação de centro-direita. As estratégias dessas outras forças políticas dependerão em grande parte da forma como se desenrolarão as disputas internas no União Brasil e no Republicanos.

A opinião pública será, sem dúvida, um fator determinante no resultado da eleição. Endossos de figuras políticas de destaque a nível nacional também podem influenciar o eleitorado mato-grossense.

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Contexto histórico e cenários potenciais

Eleições passadas e dinâmicas políticas

O histórico político de Mato Grosso revela algumas dinâmicas importantes que podem influenciar a eleição de 2026. A menção a “desentendimentos” entre Mauro Mendes e Jayme Campos sugere uma relação complexa entre os dois líderes, que pode ter raízes em disputas passadas por poder e influência no estado. Críticas à gestão estadual nos últimos oito anos, mencionando crises éticas e administrativas, podem indicar temas que serão explorados pela oposição durante a campanha eleitoral.

Possíveis caminhos para o futuro

Diante do cenário atual, diversos caminhos podem se apresentar para a eleição de 2026 em Mato Grosso:

    • Cenário 1: Mauro Mendes consegue consolidar seu apoio a Otaviano Pivetta, unindo a base governista em torno de sua candidatura.
    • Cenário 2: Jayme Campos decide concorrer ao governo, seja enfrentando Pivetta em uma possível primária dentro do União Brasil, seja lançando uma candidatura separada, o que poderia fragmentar o eleitorado de centro-direita.
    • Cenário 3: Cidinho dos Santos emerge como um candidato de consenso, com o apoio de Mauro Mendes, potencialmente deixando de lado tanto Pivetta quanto Campos.
    • Cenário 4: As divisões internas na centro-direita criam uma oportunidade para um candidato forte da oposição, como o PT, ganhar terreno e se tornar um concorrente competitivo.

A definição de qual desses cenários se concretizará dependerá das decisões estratégicas de Mendes, Pivetta e Campos, das articulações partidárias e da evolução da opinião pública à medida que a campanha eleitoral se intensificar.

Uma eleição cheia de intrigas

A eleição para o governo de Mato Grosso em 2026 se configura como um pleito repleto de incertezas e complexidades. A delicada relação de poder entre o governador Mauro Mendes, o vice-governador Otaviano Pivetta e o senador Jayme Campos será fundamental para moldar o cenário político e o resultado final da disputa. As ambições individuais, as dinâmicas partidárias e as estratégias de alianças prometem um ciclo eleitoral fascinante, com potencial para reviravoltas e um alto nível de interesse por parte dos eleitores mato-grossenses.

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DESTAQUE

Argentina x Inglaterra decidem vaga na final da Copa 2026;veja números e estatísticas

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Argentina x Inglaterra

Seleções voltam a se enfrentar 21 anos depois, com Messi e a dupla Kane-Bellingham como protagonistas em Atlanta

O duelo Argentina x Inglaterra vale uma vaga na final da Copa do Mundo 2026 e acontece nesta quarta-feira, 15 de julho, às 16h de Brasília, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. Quem vencer enfrenta o classificado de França e Espanha na decisão de 19 de julho. É o sexto encontro entre as seleções em Copas e o primeiro jogo entre elas em 21 anos.

Argentina invicta, Messi artilheiro

A Argentina chegou entre as quatro melhores com aproveitamento total: 6 vitórias em 6 jogos, 17 gols marcados e 6 sofridos. É o ataque mais produtivo do torneio. Na primeira fase, superou a Argélia por 3 a 0, a Áustria por 2 a 0 e a Jordânia por 3 a 1. O mata-mata cobrou mais. Contra Cabo Verde, a vitória por 3 a 2 veio na prorrogação. Diante do Egito, a seleção esteve atrás por dois gols e buscou a virada por 3 a 2, com Enzo Fernández decidindo no fim, depois de Messi ter desperdiçado um pênalti. Nas quartas, passou pela Suíça por 3 a 1, de novo na prorrogação.

Aos 39 anos, Lionel Messi vive sua campanha mais artilheira em Copas. São 8 gols, número que o coloca ao lado do francês Kylian Mbappé na disputa pela Chuteira de Ouro.

Na estreia, contra a Argélia, fez três. O camisa 10 disputa sua sexta Copa e nunca enfrentou a Inglaterra.

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Oito jogadores diferentes marcaram pela seleção de Lionel Scaloni. Além de Messi, foram às redes Lautaro Martínez, autor de dois gols, além de Julián Álvarez, Enzo Fernández, Alexis Mac Allister, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Giovani Lo Celso.

Inglaterra: os gols saem de Kane e Bellingham

Sob o comando do técnico alemão Thomas Tuchel, a Inglaterra venceu cinco dos seis jogos e empatou um, o 0 a 0 com Gana na fase de grupos. Marcou 13 gols e sofreu 6. A diferença para a Argentina está na origem: 12 dos 13 gols vieram de dois jogadores. Harry Kane e Jude Bellingham marcaram seis vezes cada. Apenas Marcus Rashford, na vitória por 4 a 2 sobre a Croácia, escapou dessa conta.

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Bellingham, de 23 anos, vive o melhor momento no torneio. Marcou nos dois jogos mais recentes: contra o México, nas oitavas, e contra a Noruega, nas quartas, quando fez o gol da classificação na prorrogação. Kane, capitão e maior artilheiro inglês na história das Copas, é o centroavante e cobra as bolas paradas ao lado de Declan Rice.

Uma rivalidade de quatro décadas, de Maradona a Beckham

As duas seleções já se cruzaram cinco vezes em Copas. O confronto mais lembrado ficou em 1986, no México, quando Diego Maradona resolveu as quartas com dois gols que entraram para a história: o primeiro com a mão, o chamado “gol da mão de Deus”, e o segundo numa arrancada desde o meio-campo, eleito o melhor da história dos Mundiais. A Argentina venceu por 2 a 1 e foi campeã.

Em 1998, na França, o novo encontro veio nas oitavas. David Beckham foi expulso, Michael Owen marcou um dos gols, e a partida terminou 2 a 2. A classificação argentina saiu nos pênaltis. O capítulo mais recente foi em 2002, na fase de grupos, quando Beckham converteu o pênalti da vitória inglesa por 1 a 0.

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Argentina x Inglaterra: como fica o jogo

A arbitragem será do norte-americano Ismail Elfath. As duas equipes vêm de prorrogação nas quartas, o que acrescenta a variável do desgaste físico à reta final. Segundo projeção da consultoria de dados Opta, o favoritismo é equilibrado, com leve vantagem inglesa.

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A provável Inglaterra tem Pickford no gol, uma linha defensiva com Konsa, Stones, Guéhi e O’Reilly, Rice e Anderson na proteção do meio, e Saka, Bellingham e Gordon atrás de Kane. A Argentina deve começar com Emiliano Martínez no gol, Molina, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico na defesa, Paredes, De Paul, Enzo Fernández e Mac Allister no meio, e Messi ao lado de Julián Álvarez no ataque.

O meio-campo tende a decidir o espaço que Messi terá para criar. Contra a Suíça, marcado de perto, o argentino teve dificuldade para aparecer, e os gols argentinos só saíram na prorrogação. Do lado inglês, o jogo aéreo de Kane e a eficiência nas bolas paradas renderam ao menos dois gols em cada um dos quatro jogos do mata-mata.

O vencedor volta a campo no domingo, 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pela decisão do título. O perdedor disputa o terceiro lugar em 18 de julho, em Miami.

Onde assistir: Argentina x Inglaterra tem transmissão da Globo e do SBT na TV aberta, de SporTV e N Sports na TV por assinatura, e de CazéTV, ge tv e Globoplay pela internet. O jogo começa às 16h, no horário de Brasília.

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