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Achados da Receita!

Leilão da Receita: iPhone 13 por R$ 731 e Corolla por R$ 13 mil são destaques em São Paulo

Participe do leilão da Receita Federal em SP (28/05): iPhone 13 por R$ 731, Corolla por R$ 13,8 mil. Lances online de 20 a 26/05.

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leilão Receita Federal iPhone Corolla
Leilão da Receita Federal em São Paulo oferece iPhones, veículos como Corolla, e outros eletrônicos com lances iniciais atrativos.

Oportunidade única! Lotes com eletrônicos, veículos e mais estarão disponíveis para lances online a partir de 20 de maio. Saiba como participar e arrematar produtos com valores abaixo do mercado.

Já imaginou arrematar um iPhone 13 por menos de R$ 750 ou um Toyota Corolla por cerca de R$ 13 mil? Parece bom demais para ser verdade, mas é exatamente o que a Receita Federal em São Paulo está oferecendo em seu mais novo leilão de itens apreendidos ou abandonados. Pois bem, o evento, marcado para o dia 28 de maio, promete movimentar o mercado com ofertas realmente tentadoras.

O que está em jogo? Produtos para todos os gostos e bolsos

A lista de produtos é extensa e variada, com um total de 200 lotes disponíveis. Portanto, tem para todos os gostos e necessidades. Além dos já cobiçados iPhones 13 de 128 GB, com lance inicial de exatos R$ 731, e do Toyota Corolla ano 2009, partindo de R$ 13,8 mil, outros achados chamam a atenção. Por exemplo, um Honda Civic pode ser seu a partir de R$ 9 mil. Ademais, um MacBook Air A2337 de 13 polegadas tem lance mínimo de R$ 4 mil.

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Contudo, a diversidade não para por aí. O leilão também inclui notebooks diversos, outros modelos de smartphones para quem busca alternativas, e até eletrodomésticos para equipar a casa. Para quem gosta de acessórios, bolsas podem surgir como boas opções, assim como utensílios domésticos e uma variedade de outros objetos. É importante destacar que alguns lotes, inclusive, têm lances iniciais bem acessíveis, começando em R$ 150. Uma verdadeira chance de fazer um bom negócio! (Para conferir todos os lotes, os interessados podem acessar o edital no site da Receita).

Como garantir seu lance? O passo a passo da participação

Ficou interessado em tentar a sorte e arrematar algum desses itens? Então, anote aí como participar, pois é mais simples do que parece. Primeiramente, todo o processo acontece de forma online, o que facilita bastante o acesso de interessados de diversas localidades.

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Para pessoas físicas, as regras são claras: é preciso ser maior de idade, possuir um Cadastro de Pessoas Física (CPF) válido e, um detalhe importante, ter uma conta nível prata ou ouro no portal Gov.br. Já para as empresas que queiram aproveitar as ofertas, o caminho é similar: é necessário ter um Cadastro Nacional de Pessoas Jurídica (CNPJ) em situação regular e também a conta nível prata ou ouro no site do governo. Dessa forma, tanto cidadãos quanto empresas podem participar.

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Datas importantes e próximos passos: não perca o prazo!

Organização é fundamental para não perder essa oportunidade. Assim sendo, o período para registrar os seus lances será entre os dias 20 e 26 de maio. Para isso, os interessados devem acessar o Sistema de Leilão Eletrônico, disponibilizado pela própria Receita Federal.

Depois de analisar os lotes, escolher os seus preferidos e registrar os lances, resta a expectativa. E, quem sabe, arrematar aquele item dos sonhos! Para os felizardos que conseguirem, os compradores terão um prazo de 30 dias para fazer a retirada dos produtos arrematados. Portanto, planeje-se também para essa etapa.

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DESTAQUE

Dino manda PF apurar R$ 55,4 milhões em emendas Pix apontados pelo TCU

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira (7) que a Polícia Federal apure as irregularidades levantadas pelo Tribunal de Contas da União na execução das chamadas emendas Pix. O relatório do órgão de controle aponta R$ 55,4 milhões em possíveis danos ao erário entre 2020 e 2024.

Recebido pelo ministro em 31 de julho, o documento foi remetido ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, “a fim de que verifique a existência de indícios de crimes, e, se for o caso, proceda à juntada aos procedimentos já instaurados e/ou à abertura de novos”. Dino determinou ainda que a análise priorize as “hipóteses de danos ao Erário já apontados pela Egrégia Corte de Contas”.

Emendas Pix é o apelido dado às transferências especiais, modalidade que dificultava identificar tanto o parlamentar autor da destinação quanto quem recebia o dinheiro na ponta. Foi essa opacidade que levou o Supremo, uma vez provocado, a fiscalizar o mecanismo e a cobrar os critérios de rastreabilidade e transparência fixados na Constituição para a aplicação de recursos públicos. Dino relata a ação sobre o tema.

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Os números do relatório

A auditoria examinou cem transferências especiais destinadas a 74 entes federados, num total de R$ 198.109.222,97 em recursos fiscalizados. Desse volume, mais de R$ 26,3 milhões aparecem como prejuízo decorrente do comprometimento da transparência e da rastreabilidade.

Outros R$ 14,9 milhões foram para o pagamento de despesas “sem comprovação jurídica/fiscal idônea, estranhas à finalidade da transferência especial” ou “sem comprovação da quantidade ou do objeto realizado”. Um terceiro grupo, de R$ 14,1 milhões, reúne casos de “inexecução total ou parcial do objeto” e “superfaturamento de preços”.

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Para Dino, os achados “demonstram a persistência de um estado de inconstitucionalidade, o qual justifica a necessidade de adoção de novas medidas para a conformação da execução das ‘emendas individuais’ aos parâmetros constitucionais de transparência e rastreabilidade”.

 

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