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proteja seu iphone: dicas essenciais contra roubos e invasões

Descubra como proteger seu iPhone de roubos e acessos indevidos. Conheça as ferramentas da Apple e as melhores práticas para manter seus dados seguros.

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proteger iphone roubo dados
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Você sabia que, a cada minuto, dois celulares são roubados ou furtados no Brasil? Os dados do 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam essa triste realidade. E quando o alvo é um iPhone, a preocupação é ainda maior. Afinal, os criminosos estão cada vez mais espertos e buscam não só o aparelho, mas também suas informações bancárias, senhas e outros dados privados. A boa notícia é que a Apple oferece diversas ferramentas poderosas para blindar seu celular, mesmo que ele caia nas mãos erradas.

Proteção reforçada contra ladrões de celular

Uma das novidades mais importantes para quem usa iPhone é a “Proteção de Dispositivo Roubado”. Lançada em janeiro de 2024 com a atualização iOS 17.3, essa função age como uma muralha extra de segurança quando seu aparelho está longe de lugares seguros, como sua casa ou trabalho.

Essa ferramenta é crucial porque enfrenta um problema sério: muitas vezes, os ladrões não levam só o celular, mas também descobrem o código de acesso. Com o aparelho desbloqueado, eles podem fazer um estrago:

  • Mudar a senha do seu ID Apple.
  • Desativar a função “Buscar iPhone”.
  • Acessar todas as suas senhas guardadas no “Cadeado de Chaves”.
  • Ativar uma chave de recuperação que pode te trancar para sempre fora da sua conta Apple.
  • Apagar tudo do celular para vendê-lo.

Como ativar essa superproteção?

É simples e rápido:

  1. Abra o aplicativo “Ajustes” do seu iPhone.
  2. Vá em “Face ID e Código” (e digite sua senha atual).
  3. Desça a tela até encontrar “Proteção de Dispositivo Roubado”.
  4. Ative a opção e escolha entre “Longe de Locais Familiares” ou “Sempre”.

Para uma segurança ainda maior, especialistas sugerem marcar a opção “Sempre”. Assim, mesmo em lugares conhecidos, você terá uma proteção extra ativada.

Segurança básica, mas essencial

Use sempre o Face ID ou Touch ID: Essas tecnologias de reconhecimento facial ou digital são uma barreira a mais para proteger seu iPhone. Elas confirmam sua identidade para desbloquear o celular, fazer pagamentos e baixar aplicativos, por exemplo. Com a “Proteção de Dispositivo Roubado” ligada, algumas ações importantes só poderão ser feitas com sua biometria, sem a opção de usar a senha.

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Ative o “Buscar iPhone”: Essa ferramenta é fundamental para você encontrar seu celular mesmo se ele estiver desligado ou sem internet. Além disso, ela impede que outra pessoa use seu iPhone caso ele seja perdido ou roubado. Para ativar, vá em “Ajustes”, toque no seu nome, acesse o menu “Buscar” e ligue todas as opções.

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Bloqueie a Central de Controle: Uma tática comum de ladrões é colocar o iPhone em modo avião assim que o roubam, para impedir que ele seja rastreado. Para evitar isso, vá em “Ajustes”, toque em “Face ID e Código” (e digite sua senha), desça até “Permitir acesso quando bloqueado” e desative as opções “Central de Controle”, “Central de Notificações” e “Carteira”. Assim, sem o seu rosto ou digital, ninguém poderá acessar essas funções com o celular bloqueado.

Reforçando a segurança do seu iPhone

Configure o “Tempo de Uso” com restrições: Essa função cria uma barreira extra, mesmo que o ladrão pegue seu iPhone desbloqueado. Vá em “Ajustes”, toque em “Tempo de Uso”, acesse “Conteúdo e Privacidade”, ative as restrições e crie uma senha diferente da que você usa para desbloquear o celular. Depois, selecione “Não Permitir” para opções como alterar o Face ID, o Código, os Dados Celulares e as Contas.

Esconda aplicativos importantes da tela inicial: Se o seu celular for roubado desbloqueado, ter seus aplicativos de banco e outros dados sensíveis fora da primeira tela pode te dar um tempo precioso. Organize esses aplicativos em pastas escondidas em outras páginas da tela inicial e evite usar ícones que mostrem diretamente que são aplicativos de banco.

Use a autenticação de dois fatores (2FA): Essa segurança extra pede uma segunda confirmação além da sua senha principal para acessar suas contas. Mesmo que um ladrão desbloqueie seu iPhone, ele ainda precisará de um código a mais para entrar nas suas contas importantes. Ative o 2FA em todos os aplicativos que oferecem essa opção, principalmente em bancos, redes sociais e e-mail. Se possível, use aplicativos de autenticação em vez de receber códigos por SMS.

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Mais dicas para ficar seguro

Pense em usar um eSIM: Os iPhones mais novos (fabricados a partir de 2019) têm a opção de eSIM, um chip digital que não pode ser retirado fisicamente. Isso dificulta que os criminosos desconectem seu celular da rede, o que ajuda no rastreamento.

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Coloque limites de tempo para aplicativos importantes: Para evitar que um ladrão fique muito tempo mexendo nas suas contas, você pode limitar o tempo de uso de aplicativos sensíveis. Vá em “Ajustes” > “Tempo de Uso”, selecione “Limites de Apps” e “Adicionar Limite”. Escolha os aplicativos que você quer limitar, defina um tempo curto e clique em “Adicionar”.

Ative a função de apagar os dados depois de várias tentativas erradas de senha: Muitos iPhones têm a opção de apagar tudo automaticamente se alguém errar a senha muitas vezes. Para ativar, vá em “Ajustes” > “Face ID e Código”, role até o final da tela e ligue a opção “Apagar Dados” (o iPhone será apagado após 10 tentativas erradas de senha).

Segurança em camadas é a solução

Proteger seu iPhone de roubos e invasões exige que você use várias ferramentas de segurança juntas. Comece ativando a “Proteção de Dispositivo Roubado” e o “Buscar iPhone”, que são as bases. Depois, adicione mais camadas de proteção bloqueando a Central de Controle, configurando o “Tempo de Uso” e usando a autenticação de dois fatores.

Lembre-se: nenhuma dessas medidas sozinha é perfeita, mas quando você usa várias delas ao mesmo tempo, fica muito mais difícil para os criminosos acessarem seus dados. Em um país onde roubo de celular é tão comum, gastar alguns minutos configurando essas proteções pode te poupar muita dor de cabeça no futuro.

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DESTAQUE

Dino manda PF apurar R$ 55,4 milhões em emendas Pix apontados pelo TCU

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira (7) que a Polícia Federal apure as irregularidades levantadas pelo Tribunal de Contas da União na execução das chamadas emendas Pix. O relatório do órgão de controle aponta R$ 55,4 milhões em possíveis danos ao erário entre 2020 e 2024.

Recebido pelo ministro em 31 de julho, o documento foi remetido ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, “a fim de que verifique a existência de indícios de crimes, e, se for o caso, proceda à juntada aos procedimentos já instaurados e/ou à abertura de novos”. Dino determinou ainda que a análise priorize as “hipóteses de danos ao Erário já apontados pela Egrégia Corte de Contas”.

Emendas Pix é o apelido dado às transferências especiais, modalidade que dificultava identificar tanto o parlamentar autor da destinação quanto quem recebia o dinheiro na ponta. Foi essa opacidade que levou o Supremo, uma vez provocado, a fiscalizar o mecanismo e a cobrar os critérios de rastreabilidade e transparência fixados na Constituição para a aplicação de recursos públicos. Dino relata a ação sobre o tema.

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Os números do relatório

A auditoria examinou cem transferências especiais destinadas a 74 entes federados, num total de R$ 198.109.222,97 em recursos fiscalizados. Desse volume, mais de R$ 26,3 milhões aparecem como prejuízo decorrente do comprometimento da transparência e da rastreabilidade.

Outros R$ 14,9 milhões foram para o pagamento de despesas “sem comprovação jurídica/fiscal idônea, estranhas à finalidade da transferência especial” ou “sem comprovação da quantidade ou do objeto realizado”. Um terceiro grupo, de R$ 14,1 milhões, reúne casos de “inexecução total ou parcial do objeto” e “superfaturamento de preços”.

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Para Dino, os achados “demonstram a persistência de um estado de inconstitucionalidade, o qual justifica a necessidade de adoção de novas medidas para a conformação da execução das ‘emendas individuais’ aos parâmetros constitucionais de transparência e rastreabilidade”.

 

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