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Polícia Civil cumpre mandados de prisão contra investigados por estupro de vulnerável em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (18.5), a Operação Marco Zero, para cumprir ordens judiciais contra investigados pelo crime de estupro de vulnerável. A ação foi deflagrada em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Brasil.

Na operação, são cumpridos 18 mandados de prisão preventiva expedidos pela 14ª Vara Criminal, após análise e parecer favorável da 27ª Promotoria Criminal, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica).

Os mandados são cumpridos em Cuiabá, além de alvos localizados nos estados de Pernambuco e Mato Grosso do Sul. A ação se consolida como a maior da Região Metropolitana de Cuiabá em número de prisões preventivas cumpridas relacionadas a crimes de abuso sexual infantojuvenil.

O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio da Diretoria Metropolitana, da Diretoria Regional de Cuiabá, da Diretoria Regional de Várzea Grande, da Diretoria de Atividades Especiais e da Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor), além de unidades policiais dos estados de Pernambuco e Mato Grosso do Sul, por meio da DPCA de Recife (PE) e do GOI de Campo Grande (MS), que atuam no cumprimento simultâneo das ordens judiciais.

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Segundo o delegado titular da Deddica, Ramiro Mathias Ribeiro Queiroz, as investigações reuniram elementos robustos que subsidiaram os pedidos de prisão preventiva ao Poder Judiciário, demonstrando a gravidade dos crimes apurados e a necessidade de resguardar as vítimas, bem como garantir a aplicação da lei penal.

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“O trabalho da Polícia Civil no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes é prioridade absoluta, destacando a importância da denúncia e da atuação integrada da rede de proteção”, destacou o delegado.

Nome da operação

A operação foi denominada “Marco Zero” por representar um momento histórico para a Deddica, sendo a primeira grande ação, com elevado número de prisões preventivas de abusadores, desenvolvida a partir de investigações conduzidas integralmente pela própria unidade especializada.

O enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes é prioridade permanente da instituição, reforçando a importância da denúncia e da atuação integrada da rede de proteção.

Maio Laranja

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Integrando as ações da Campanha Maio Laranja, a ofensiva ocorre na data em que é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi escolhida em memória ao caso de Araceli Crespo, sequestrada, violentada e cruelmente assassinada em 18 de maio de 1973, em Vitória (ES), quando tinha apenas 8 anos de idade.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil de Mato Grosso prende 18 investigados por estupro de vulnerável nesta segunda-feira (18)

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A ação ocorre simultaneamente nos estados de Mato Grosso, Pernambuco e Mato Grosso do Sul.

A ofensiva retira de circulação indivíduos com indícios de autoria em crimes sexuais e estabelece a maior ação policial da região metropolitana de Cuiabá focada especificamente em abusos contra o público infantojuvenil. O cumprimento das prisões preventivas visa resguardar a integridade física e psicológica das vítimas, além de assegurar a aplicação da lei penal antes do julgamento definitivo.

O delegado Ramiro Mathias Ribeiro Queiroz, titular da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), coordena a investigação. “O trabalho da Polícia Civil no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes é prioridade absoluta, destacando a importância da denúncia e da atuação integrada da rede de proteção”, afirma.

As investigações conduzidas pela Deddica reuniram os elementos probatórios submetidos ao Ministério Público e ao Judiciário. Os mandados foram expedidos pela 14ª Vara Criminal da capital, após análise e parecer favorável da 27ª Promotoria Criminal.

Estrutura logística e atuação interestadual

A execução das 18 ordens de prisão exige uma estrutura integrada de segurança pública. Em Mato Grosso, a operação mobiliza equipes da Diretoria Metropolitana, Diretoria Regional de Cuiabá, Diretoria Regional de Várzea Grande, Diretoria de Atividades Especiais e da Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

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Para capturar os alvos localizados fora do estado de origem das investigações, a Polícia Civil mato-grossense atua em conjunto com unidades estratégicas de outras unidades da federação. Em Pernambuco, o cumprimento dos mandados tem o suporte da Delegacia de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA) de Recife. Em Mato Grosso do Sul, o apoio operacional parte do Grupo de Operações e Investigações (GOI) de Campo Grande.

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A origem da nomenclatura Marco Zero

A operação deflagrada nesta segunda-feira recebe o nome de “Marco Zero” para assinalar uma transição no escopo de atuação da Deddica. O batismo documenta o fato de que esta é a primeira grande investida policial com um número elevado de prisões preventivas de abusadores cujo inquérito e diligências foram desenvolvidos integralmente pela própria unidade especializada.

A concentração das investigações na delegacia temática elimina a fragmentação dos inquéritos e resulta na robustez dos pedidos cautelares enviados à 14ª Vara Criminal, culminando na autorização para os 18 encarceramentos simultâneos.

Contexto histórico e o Maio Laranja

A data da deflagração da Operação Marco Zero integra o calendário do Maio Laranja, campanha de conscientização nacional. O dia 18 de maio marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

A escolha da data remonta a um crime histórico ocorrido em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória, no Espírito Santo. Na ocasião, a menina Araceli Crespo, de 8 anos, foi sequestrada, violentada e assassinada. O caso impulsionou a criação da data marco no calendário da rede de proteção infantil no Brasil.

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Após o cumprimento dos mandados, os 18 detidos passam por audiência de custódia e permanecem à disposição do Poder Judiciário. A Deddica segue com o encerramento dos inquéritos individuais para o posterior oferecimento de denúncia pelo Ministério Público.

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