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Chuva Recorde

cuiabá surpreende: abril bate recorde de chuvas em mais de 60 anos

Abril de 2025 se torna o mais chuvoso em Cuiabá desde 1961, com volume de chuva recorde e impactos na rotina e agricultura local. Entenda as causas e as consequências desse fenômeno climático atípico.

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abril mais chuvoso em cuiabá
Cuiabá registra o abril mais chuvoso em mais de seis décadas, com volume de precipitação recorde.

Segundo o Climatempo, abril de 2025 ficará marcado na história climática de Cuiabá como o mês mais chuvoso em mais de seis décadas. Tradicionalmente, este período assinala a transição para a estação seca na capital mato-grossense, com uma média histórica de precipitação em torno de 113 mm e cerca de 13 dias de chuva ao longo do mês. Contudo, o cenário deste ano desafiou as expectativas, apresentando volumes de chuva muito acima do normal e uma instabilidade climática persistente.

Volume de chuva e instabilidade atípicos

Desde o final de março até a primeira semana de abril de 2025, Cuiabá já enfrentava chuvas frequentes e volumosas, com previsões de precipitação diária superiores a 60% de probabilidade. Os acumulados de chuva foram particularmente significativos nos dias 1º, 5 e 6 de abril, ultrapassando os 10 mm em cada uma dessas datas.

Curiosamente, o verão de 2024/2025 já havia registrado um volume de chuvas acima da média, com 656,4 mm acumulados entre dezembro e março, quase atingindo a média histórica para o período, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em abril, a sequência de dias chuvosos surpreendeu tanto os meteorologistas quanto os moradores da cidade, com episódios de chuva moderada e forte intercalados por períodos de céu nublado e alta umidade do ar, que chegou a atingir 81% em alguns dias. As temperaturas oscilaram entre 22°C e 35°C, com uma sensação térmica ainda mais elevada devido à combinação de calor e umidade.

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Comparativo histórico alarmante

A média histórica de chuvas para abril em Cuiabá se situa em torno de 113 mm, com uma tendência de redução acentuada das precipitações após março, marcando o início do período seco.

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Em 2025, o volume acumulado em abril não apenas superou essa média, como também se estabeleceu como o maior desde o início dos registros meteorológicos modernos na cidade, há mais de 60 anos.

Impactos na rotina e na economia local

As chuvas intensas não passaram despercebidas, impactando diretamente a rotina da capital mato-grossense. Foram registrados alagamentos pontuais em diversas áreas, além do aumento significativo da umidade relativa do ar.

Agricultores e setores econômicos ligados ao clima acompanham com atenção essa mudança no padrão das chuvas. O excesso de precipitação em abril pode trazer implicações para o calendário agrícola e para a logística urbana, exigindo um monitoramento constante da situação.

Contexto climático de mudanças

O clima de Cuiabá é tipicamente caracterizado por duas estações bem definidas: uma chuvosa, que se estende de novembro a março, e uma seca, de abril a outubro. A anomalia observada em abril de 2025 reforça a crescente tendência de eventos climáticos extremos e alterações no regime de chuvas, um fenômeno que tem sido notado em várias regiões do Brasil nos últimos anos.

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Em Resumo: um Abril inesquecível

  • Abril de 2025 se consagrou como o abril mais chuvoso em Cuiabá em mais de seis décadas, ultrapassando a média histórica para o mês.
  • O volume de chuva e a frequência de dias chuvosos destoaram significativamente do padrão esperado para o início da estação seca.
  • Esse fenômeno climático gerou impactos tanto no ambiente urbano quanto no setor agrícola, sublinhando a necessidade de um acompanhamento climático contínuo na região.
  • A ocorrência de um abril tão chuvoso em Cuiabá serve como um alerta para a intensificação de eventos climáticos extremos e a importância de adaptar as cidades e os setores produtivos às novas realidades do clima brasileiro.

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CLIMA

Temperatura despenca 22°C em Cuiabá entre quarta e sexta-feira;entenda

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queda de temperatura

Previsão do INMET aponta mudança drástica de 36°C para mínima de 14°C; alerta atrelado ao clima seco exige atenção com a saúde

A temperatura em Cuiabá sofre uma queda abrupta de 22°C entre a tarde de quarta-feira (1º) e as primeiras horas de quinta (2) e sexta-feira (3). A previsão pontual para a capital mato-grossense indica que os termômetros despencam da máxima de 36°C para uma mínima atípica de 14°C. O alerta associado ao Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) estima esse declínio térmico sem chuva significativa, estabelecendo uma condição de frio incomum na rotina da cidade.

A mudança climática rápida ocorre sob índices de umidade relativa do ar próximos a 30%. A combinação de declínio térmico acentuado, tempo seco e possível fumaça em áreas urbanas eleva o grau de alerta para crianças, idosos, trabalhadores expostos ao ar livre e pacientes com doenças respiratórias.

Diferença extrema: de 36°C para 14°C em dois dias

O principal dado da previsão é o contraste térmico de 22°C na janela de 48 horas. Na quarta-feira (1º), a capital enfrenta limite superior de 36°C. Entre a madrugada de quinta (2) e a manhã de sexta-feira (3), o padrão inverte completamente, atingindo o piso de 14°C.

Além do choque entre os extremos da semana, as temperaturas máximas também sofrem impacto diário. A marca mais alta prevista para a sexta-feira (3) alcança apenas 20°C. O alerta vinculado ao INMET estima declínio geral de 3°C a 5°C na média diária de Cuiabá, mantendo o panorama de frio durante toda a extensão da sexta.

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Amplitude térmica chega a 20°C na quinta-feira

A transição para o frio atinge sua maior variação diária na quinta-feira (2). A previsão para o dia indica a maior amplitude térmica da série: os números sobem da mínima de 14°C nas primeiras horas para a máxima de 34°C no decorrer da tarde.

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A oscilação de 20°C no mesmo dia submete a população a alterações ambientais expressivas em poucas horas, exigindo hidratação constante e adaptação no uso de roupas ao longo dos turnos.

Recuperação e tendência para o fim de semana

Os pontos mais críticos de frio incidem nas manhãs de quinta e sexta-feira. A partir de sábado (4), no entanto, os dados apontam recuperação. A mínima sobe para 16°C, e a máxima atinge 27°C (diferença diária de 11°C).

No domingo (5), o aquecimento avança com temperatura base de 18°C e máxima de 32°C. A segunda-feira (6) consolida o retorno ao clima quente, estabilizando as marcas em 17°C de mínima e 32°C de máxima.

Alerta foca na saúde diante da estabilidade geo-hidrológica

O alerta atrelado ao INMET emite grau de leve risco à saúde para os dias 2 e 3 de julho. O quadro de ar seco no centro-sul do estado, somado à ausência de chuvas expressivas, eleva a suspensão de poeira. A recomendação documentada requer uso de roupa de frio nas manhãs atípicas, ingestão frequente de líquidos e limitação da exposição prolongada ao tempo aberto.

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Conforme boletim de terça-feira (30) do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o estado de Mato Grosso não integra as zonas de monitoramento para desastres geo-hidrológicos — riscos concentrados atualmente no Amazonas, Paraná e Santa Catarina. Sem indicativos de temporais, inundações ou deslizamentos para a região metropolitana, as medidas ativas restringem-se aos parâmetros meteorológicos e de saúde pública.

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