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Feriado de 15 de Novembro: O que funciona em Cuiabá e Várzea Grande

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No próximo feriado de 15 de novembro, Dia da Proclamação da República, os moradores de Cuiabá e Várzea Grande devem estar atentos às alterações nos serviços públicos e privados.

Comércio

O comércio de rua e os shoppings estão autorizados a funcionar normalmente. Conforme a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de Cuiabá e Várzea Grande, os empresários que optarem por abrir seus estabelecimentos devem remunerar as horas trabalhadas em dobro, incluindo as comissões de vendas.

Órgãos Públicos

As repartições públicas estaduais e municipais não terão expediente no feriado. Entretanto, serviços essenciais como saúde, segurança pública e coleta de lixo continuarão operando para atender à população.

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Bancos

As agências bancárias estarão fechadas no dia 15 de novembro. Contas com vencimento na data poderão ser pagas no próximo dia útil sem acréscimo de juros. Os canais de autoatendimento, como caixas eletrônicos e aplicativos bancários, permanecerão disponíveis para operações básicas.

Serviços Essenciais

Unidades de saúde de urgência e emergência, como UPAs e hospitais municipais, funcionarão normalmente. A coleta de lixo e a manutenção de serviços básicos também serão mantidas para garantir o bem-estar da comunidade.

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Dino manda PF apurar R$ 55,4 milhões em emendas Pix apontados pelo TCU

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira (7) que a Polícia Federal apure as irregularidades levantadas pelo Tribunal de Contas da União na execução das chamadas emendas Pix. O relatório do órgão de controle aponta R$ 55,4 milhões em possíveis danos ao erário entre 2020 e 2024.

Recebido pelo ministro em 31 de julho, o documento foi remetido ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, “a fim de que verifique a existência de indícios de crimes, e, se for o caso, proceda à juntada aos procedimentos já instaurados e/ou à abertura de novos”. Dino determinou ainda que a análise priorize as “hipóteses de danos ao Erário já apontados pela Egrégia Corte de Contas”.

Emendas Pix é o apelido dado às transferências especiais, modalidade que dificultava identificar tanto o parlamentar autor da destinação quanto quem recebia o dinheiro na ponta. Foi essa opacidade que levou o Supremo, uma vez provocado, a fiscalizar o mecanismo e a cobrar os critérios de rastreabilidade e transparência fixados na Constituição para a aplicação de recursos públicos. Dino relata a ação sobre o tema.

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Os números do relatório

A auditoria examinou cem transferências especiais destinadas a 74 entes federados, num total de R$ 198.109.222,97 em recursos fiscalizados. Desse volume, mais de R$ 26,3 milhões aparecem como prejuízo decorrente do comprometimento da transparência e da rastreabilidade.

Outros R$ 14,9 milhões foram para o pagamento de despesas “sem comprovação jurídica/fiscal idônea, estranhas à finalidade da transferência especial” ou “sem comprovação da quantidade ou do objeto realizado”. Um terceiro grupo, de R$ 14,1 milhões, reúne casos de “inexecução total ou parcial do objeto” e “superfaturamento de preços”.

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Para Dino, os achados “demonstram a persistência de um estado de inconstitucionalidade, o qual justifica a necessidade de adoção de novas medidas para a conformação da execução das ‘emendas individuais’ aos parâmetros constitucionais de transparência e rastreabilidade”.

 

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