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Tecnologia e segurança

Como blindar seu banco no celular com funções nativas do Android e iOS

Celulares modernos oferecem recursos nativos pouco conhecidos, como o “Espaço Privado” no Android e a ocultação de apps no iOS 18, que funcionam como cofres digitais. Saiba como ativá-los para impedir o acesso de criminosos às suas contas bancárias.

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proteger app de banco
Ocultar aplicativos e exigir biometria extra são barreiras essenciais contra o "limpa" nas contas em casos de furto.Imagem ilustrativa.

Recursos de segurança integrados nos sistemas operacionais permitem ocultar aplicativos financeiros e criar camadas extras de proteção contra acessos indevidos e golpes.

O uso do celular para transações bancárias exige cuidados que vão muito além de uma senha forte. Com o avanço de crimes de engenharia social e furtos de aparelhos, os sistemas Android e iOS (iPhone) consolidaram ferramentas nativas — muitas vezes desconhecidas pelo grande público — que funcionam como verdadeiros “cofres” digitais para proteger o patrimônio dos usuários.

Blindagem no iPhone: ocultação e Face ID

Para usuários de iPhone, as atualizações mais recentes trouxeram um controle granular sobre a privacidade. A partir do iOS 18, o sistema permite que qualquer aplicativo seja bloqueado ou ocultado individualmente. Isso significa que, mesmo com o aparelho desbloqueado, o acesso ao app de banco pode exigir obrigatoriamente a autenticação via Face ID ou Touch ID.

Além do bloqueio, existe a opção de ocultar o ícone da tela de início. O aplicativo é movido para uma pasta protegida na biblioteca, tornando-se invisível para quem manuseia o celular casualmente. Essa medida é uma barreira física e psicológica crucial em casos de roubo, onde o criminoso busca rapidez no acesso às contas.

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Android: espaço privado e varredura inteligente

No ecossistema Android, a proteção é reforçada por mecanismos como o Google Play Protect, que realiza varreduras contínuas para identificar comportamentos maliciosos. Funções recentes também emitem alertas caso o usuário tente abrir um aplicativo bancário durante uma chamada com números desconhecidos ou durante o compartilhamento de tela — táticas frequentes em golpes de “suporte falso”.

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Fabricantes como Samsung e Google oferecem o chamado “Espaço Privado” ou “Pasta Segura”. O recurso funciona como um ambiente isolado dentro do sistema operacional, com criptografia própria. Apps financeiros colocados ali exigem uma biometria ou PIN diferente do usado para desbloquear a tela principal, garantindo que o acesso ao banco permaneça restrito mesmo se a senha do celular for comprometida.

Dúvidas comuns sobre segurança móvel

O uso de apps de terceiros para bloquear senhas é recomendado?

Embora existam “cofres” de terceiros na Google Play e App Store, os especialistas recomendam priorizar as funções nativas do sistema (como a Pasta Segura), pois elas possuem integração direta com o hardware e oferecem menor risco de exposição de dados.

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Limitar permissões ajuda na segurança financeira?

Sim. Revisar e negar acesso a contatos ou localização para apps que não necessitam desses dados reduz a superfície de ataque para malwares.

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Anac limita transporte de power banks e proíbe uso de carregadores portáteis durante voos

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Passageiros podem levar até duas unidades na bagagem de mão, restritas a 100Wh de potência livre; aparelhos acima de 160Wh serão descartados no embarque.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) atualizou as regras para o transporte de carregadores portáteis, os power banks, em voos comerciais. A nova portaria, publicada no Diário Oficial da União, limita o transporte a duas unidades por passageiro e proíbe tanto a recarga do equipamento quanto o seu uso para carregar outros eletrônicos a bordo da aeronave.

A medida tem efeito imediato e exige que os passageiros verifiquem a capacidade de seus aparelhos antes de viajar. Equipamentos com potência acima do limite máximo estabelecido deverão ser descartados antes da entrada no avião, sem exceções.

As diretrizes incorporam especificações da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci). O foco da autarquia federal é mitigar problemas com baterias de lítio, que “podem apresentar falhas que levam ao superaquecimento”, com a meta de “reduzir o risco de incêndios em cabine”.

Limites de potência e regras de transporte

Sob o novo regramento, o transporte dos aparelhos continua restrito exclusivamente à bagagem de mão. A agência estabelece o passe livre para dispositivos com capacidade de até 100Wh. Equipamentos que registrem entre 100Wh e 160Wh passam a exigir uma autorização prévia da companhia aérea. Modelos com capacidade superior a 160Wh estão vetados.

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Além das restrições elétricas, a Anac determina critérios de embalagem. Os carregadores precisam viajar “protegidos contra curto-circuito, com os terminais isolados ou na embalagem original”.

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O órgão orienta que os passageiros entrem em contato direto com as empresas aéreas antes do embarque em caso de dúvida sobre a liberação dos modelos que possuem.

 

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